Capítulo 02
Minha obsessão.
Minha ruína.
Aillen ria feliz enquanto distribuía as partes de carne aos aldeões. Seu clã teria alguns dias de alento e estomago forrado mais do que só apenas papa ou algum pássaro ou animal pequeno que dessem a sorte de achar.
_Mamãe! Mamãe!!!
Ela se virou e abril os braços para Alana que se jogou neles a abraçando forte pelo pescoço.
_Como se comportou docinho? Espero não ter dado muito trabalho a Greta.
_Be compoltei buto.
_Está bem acredito em tua palavra, agora vamos tomar um banho e jantar.
_Mamãe tá chuja de changue.
_ É que mamãe estava ajudando a abater os animais, agora vamos nós duas para o lago tomar um belo banho!
Alana sorriu e foi tagarelando com sua voz de bebê por todo o caminho.
{***}
Callum estava em pé perto do campo de treino observando seus soldados em suas lições de combate. Killiam e Adrian estavam ao seu lado, seus dois amigos eram também capitães da guarda confiaria sua vida nas mãos deles. O sol ardia forte no céu e os três em silencio observavam o treino até que Fingal se aproximou com passos duros e irritados, parou em frente a Callum e tirou sua espada.
_Estamos prontos MacWolf, vamos atacar os bastardos dos Fraser e mostrar que não podem ficar com nosso gado!
Alguns homens que acompanhavam Fingal gritaram em acordo bramindo suas espadas e escudos, ferozmente. Callum nada falou apenas os olhou sério.
_É sim temos que mostrar a eles quem é o clã mais forte!!! – um homem com uma lança na mão gritou atrás de Fingal.
_e já não mostramos a eles e a todos os outros clãs que de fato o somos? – Adrian falou cruzando os braços no peito.
_Pelo jeito não, já que eles veem e roubam nosso gado bem debaixo de nossos narizes!
_Insultas a quem em particular Fingal? – Killiam perguntou e levou a mão ao cabo da espada. O homem deu um passo para trás.
_A Callum pelo que entendi. – Adrian rangeu os dentes de raiva.
_não insulto a ninguém Killiam, só mostro os fatos.
_Se se atesem mais aos treinamentos ao invés de se meterem embaixo das saias das mulheres talvez pudessem aprender mais de luta não Fingal?
_Não vamos atacar ninguém.
Callum deu a ordem e voltou a olhar para o campo de treino onde alguns homens já deixavam os exercícios para se juntar a turba que os rodeava. E isso o estava irritando.
_E deixaremos que eles saiam vencedores? Que fiquem com a glória da vitória?
_E que glória há em atacar um clã que mal se sustenta com as próprias pernas Fingal? Onde está a glória nisso?
Callum perguntou e o homem ficou calado, seja por não saber o que dizer ou por medo do semblante dele Callum ficou grato a Deus de que não teria que usar a força para mostrar quem é que mandava aqui.
_Desde que Raghnall Fraser foi morto em batalha que o clã Fraser está em sérias dificuldades. Não erguerei minha espada contra um bando de mortos de fome. – Killian falou rosnando as palavras.
_mortos de fome que nos roubam bem debaixo de nossas barbas e saem alardeando por ai.
_Soubeste por quem desse assunto Fingal? – Adrian perguntou se aproximando do guerreiro.
_Rowena me disse isso, ela se deitou com Fergus o ferreiro do Fraser e ele estava falando que foi três mulheres quem nos roubou, uma delas sua enteada Melrose.
_Isso só mostra que estão tão desesperado pelo fome que até as mulheres saem para prover alimento as famílias. _São ladrões e merecem morrer, de ficarmos parados estamos dando margem ara que todo clã venha até nós e nos roubem! – Fingal gritou na cara de Adrian. O grande guerreiro meteu a mão no cabo da espada e Fingal se preparou para o ataque.
_Parem já com isso os dois! – Callum rugiu a ordem.
Fingal acenou e guardou a espada Adrian cuspiu no chão bem aos pés de Fingal. O homem ficou vermelho pela afronta mais soube guardar sua raiva pois sabia que se entrasse em um combate com o jovem e grande guerreiro só sairia perdendo.
_Pelo menos me resta a satisfação de saber que a Lady de Dunstaffnage é uma prostituta e que vai se vender para quem der o melhor lance. – Fingal cuspiu no chão e foi seguido por seus aliados.
_ O que Lady Freda faz com sua casa e seu corpo não me interessa Fingal, deixa que este assunto morra aqui. Callum se virou para ir embora mais as palavras seguintes do guerreiro o fizeram para em seco.
_não me refiro aquela rameira Inglesa MacWolf, me refiro a filha dela Lady Aillen, vais se casar com Gawain MacKinnon para salvar seu clã. Pois que morram a todos os Fraser! Homens, mulheres, velho e crianças! Passaria a fio de minha espada a cada um se me fosse permitido principalmente lady Aillen e suas amigas prostitutas, mais antes eu me divertiria com elas, as três...
Fingal não soube o que aconteceu só soube que em um instante estava em pé e no outro estava estatelado no chão com a boca sangrando em grande quantidade e percebeu que dois dentes seus tinham caído. Uma sombra gigantesca se abateu sobre ele e Fingal percebeu bem tardiamente que seu lorde era quem o tinha abatido.
_Nunca mais fale assim. Lhe estou ordenando isso Fingal, se ainda queres ter teu coração batendo dentro do teu peito em vez de pendurado na ponta de minha espada.
Callum se ergueu e olhou para cada homem parado e não precisou de muito incentivo para que voltassem aos seus afazeres e deixassem o assunto de invasão e morte para trás. Ele se retirou com Killion e Adrian as suas costas.
{***}
Aillen estava na cozinha com Alana posta comodamente em seus joelhos enquanto comia uma cumbuca cheia de grosso guisado com pão negro, a pequena ria enquanto mastigava por que Aillen fazia caretas e brincadeiras com sua pequena.
_Está gostoso amorzinho?
_Xim, buto dotozo mamãe. Tem deu?
_Mamãe conseguiu.
Sua pequena sorriu mordendo mais um pedaço de pão.
_Querida, Greta disse-me que fugistes dela e foi para a floresta.
_Tava tum sodade da sióla.
_Eu sei amor, mais não deves sair de perto dela quando eu tiver que sair. Promete-me isso?
_Xim.
_Greta disse-me que tu aparecestes comendo uma laranja. Onde conseguistes?
_ Béar Mór deu a eu.
_ Béar Mór? – Aillen sorriu da imaginação de sua pequena.
Continuaram rindo e comendo, interagindo com as pessoas que estavam na cozinha preparando a refeição da noite quando de repente tudo ficou em silêncio. Aillen ergueu a vista e observou sua mãe adentrar o recinto séria e fria como sempre. Fez uma careta de desgosto por vê-la lá sentada com Alana no colo.
_Mamãe. – Aillen fez uma pequena reverência sem se erguer.
_O que fazes aqui com esse morta de fome Aillen?
_Alana,não é morta de fome mamãe, é minha filha.
_Não gerastes ela nem tão pouco paristes essa criatura, como podes sair alardeando pelos cantos que é tua filha? Não temes que te considerem uma mulher da vida? Uma desonrada?
_Não mamãe, eu não temo por que todos que me conhecem sabem de minha índole.
Lady Freda olhou sua filha e sua antipatia era evidente, ela perambulou pelo local pegando uma coisa aqui, outra ali e Aillen sabia o que ela estava prestes a dizer. Quando se virou para ela foi no mais auto e arrogante tom que lhe falou.
_Meu primo o Barão Outllok virá nos visitar e sua estadia será longa Aillen, preciso saber se temos tudo preparado para o receber com todas as honras das quais ele merece. Temos que comprar linho e tecidos finos, também especiarias tenho que está apresentável para quando meu querido primo chegar.
Aillen olhou sua mãe incredulamente, estavam passando necessidade, todo o clã estava assim e sua mãe não fazia outra coisa que esbanjar como se fossem o clã mais próspero da Escócia.
_Não temos dinheiro, mal temos comida e se quisermos ter um pedaço de carne sem que seja de coelhos e graças a Deus pelos bichinhos que ainda restam em nossas terras, temos que roubar mamãe. Ando maltrapilha por que a senhora gasta o pouco que temos em joias e vestidos caros e ainda quer que eu arrume dinheiro para receber teu primo com honras?
Aillen terminou de falar tremendo de raiva e indignação. Não era segredo para ninguém que Lady Freda de Dunstaffnage era amante de seu primo Inglês Henry o barão de Outllok antes mesmo de que seu marido tivesse morrido. O fato de que seu pai tinha se feito de cego ante o caso de amor de sua mãe era uma coisa que Aillen nunca perdoou, Lady Freda detestava Aillen e a seu pai, diziam que quando ela tinha dado a luz tentou afogar seu bebê mais seu marido tinha chegado bem a tempo, desde esse dia que Lady Freda nunca mais tinha sequer tocado em Aillen nem tinham dividido mais o leito com seu marido, mas Raghnall amava sua esposa Inglesa desesperadamente ao ponto de saber de seus atos e virar o rosto em conformidade a tudo o que Freda fazia.
Aillen se ergueu e colocou Alana presa em seus quadris, pegou a tigela com o ensopado que estava dando a menina e olhou diretamente para sua mãe.
_Porque mamãe? – ela falou baixo para que nenhum empregado da cozinha ouvisse.
_Porque o quê?
_Porque dá mais valor ao teu primo do que a mim tua filha? Por que valoriza mais aos estranhos do que ao teu povo que se mata para fazer tuas vontades?
_Eu odeio tudo isso aqui Aillen, cada mísera coisa que me lembre a teu pai inclusive tu que é mais parecida com ele do pensas e apenas meu primo me faz ser feliz, me faz esquecer esse inferno que foi minha vida desde o dia em que teu pai aquele escocês nojento colocou os olhos em cima de mim e propôs casamento e minha família me vendeu com se fosse um pedaço de carne e eu fui obrigada a vir para esse fim de mundo longe de tudo o que eu amava e tive você. – ela a olhou com ódio e Aillen deu um passo atrás tamanha a raiva que viu refletida nos olhos de sua mãe._ Henry chegará mês que vem e ele será recebido com todas as honras, por que ele será o novo Lorde de Dunstaffnage. E você se casará em seguida já providenciei o acordo nupcial com o lorde Gawain MacKinnon.
_ Gawain MacKinnon e eu fomos criados juntos ele é seis anos mais velho do que eu e me vê como uma irmã.
_Não mais desde que seus seios cresceram e ele viu como se desabrochou em uma linda rosa.
_eu não me casarei com Gawain.
_Ele vai prover o sustento do clã minha querida, não é isso o que tanto queres?
_Me venderá? – Aillen falou incrédula.
_Minha família me vendeu para salvá-los da ruína, agora é tua vez de nos salvar dela.
Aillen negou com a cabeça seus olhos marejados depois que ouviu tudo o que sua mãe tinha lhe dito. Freda saiu em um redemoinho de saias de seda deixando sua filha tremendo em pé na porta da cosinha.
{***}
_Callum!Callum!
Ele parou sua caminhada e esperou que Killian se aproximasse.
_O que há?
_Onde vais?
_Andar estrou sufocando aqui dentro
._flora pergunta por ti e Alan está choroso novamente, creio que mais um resfriado.
_Chamastes já a Morag?
_Sim ela está cuidando dele, mais ele pede por ti, por isso vim ti buscar.
Callum assentiu e voltou para o castelo, seu filho estava novamente doente o que o deixava preocupado por sua saúde tão fragilizada.
{***}
_Aillen donde vais agora?
– Melrose gritou largando a cesta de roupas e correu atrás de sua amiga. O vento soprava forte despenteando os cabelos já revoltos de Melrose.
_Vou-me sair um pouco Mel, estou por demais agoniada.
_Olá Alana como vai? – Melrose brincou com a menina e olhou nos olhos de sua amiga.
_Por Deus o que ouve Aillen, está branca e tremente.
_Nada ocorreu eu apenas quero sair daqui, volto a noite.
_Algo ocorreu, diga-me o que ouve Aillen?
_Depois.
Sua amiga se afastou dela indo em direção a floresta e sumindo entra as grandes árvores.
_Melrose! Maldita moça voltas já aqui desgraça e apanha a roupa antes que a chuva a molhe!!!
Ela suspirou e deu a volta para terminar sua tarefa antes que seu padrasto a espancasse novamente. Odiava esse homem com todas as suas forças e tinham mágoa de sua mãe por nunca fazer nada para defende-la.
{***}
_Callum aonde vais? Vai chover logo ficas aqui preciso te falar!
Flora veio correndo até ele que montava em seu semental e dava a volta saindo do estábulo.
_Agora não moça, depois.
_Mais é urgente!
_Flora, o que tu classifica como urgente para mim é bobagem, não estou interessado na ultima fofoca ou na cor do vestido que vais usar hoje a noite.
Ele saiu a galope deixando-a parada e zangada no estábulo.
{***}
_Mamãe oia! Eu peguei um dandão!!! – Alana sorria e mostrava um dente de leão que com um sopro de vento se desfez.
_E foi amor? Venha comer seu cozido Alana ou vai esfriar mais ainda._Telo não, telo bincá.
Ela falou sorrindo e correndo em círculos Aillen ficou olhando-a por um bom tempo, se perdeu em pensamentos mais foi arrancada deles quando ouviu o som de cascos de cavalo se aproximando pegou seu punhal lamentando não ter mais o que seu pai tinha lhe dado, ela tinha deixado o encravado nas costas do soldado MacWolf. De repente seu coração acelerou e ficou lívida, entre as folhas apareceu Callum MacWolf e tinha seu arco e flecha preparado em suas mãos. Aillen ia se erguer mais um olhar dele a fez ficar parada, ela olhou com o canto dos olhos na direção de Alana pedindo a Deus que sua garotinha estivesse entretida e que não visse quando ela fosse alvejada.
Callum ficou atônito quando entrou na clareira que fazia divisão entre suas terras e as dos Fraser. Era ela, recostada contra um grosso tronco caído com as pernas estiradas e suas saias recolhidas deixando-se ver até a altura dos joelhos. Seu coração bateu descompassado diante dessa visão, o sutiã do vestido estava com os laços desfeitos e seu cabelo estava recolhido de lado molhado pingando no tecido deixando-se ver o contorno perfeito de um seio com seu pico endurecido pelo frio. Callum sentiu uma fisgada no seu ventre e tudo o que importava era chegar até ela o mais rápido possível segurá-la em seus braços e amá-la até que esquecessem de seus nomes.Um barulho a sua direita lhe informou que não estavam sós, era a menina Alana que brincava de correr entre as árvores ele estava por dar-se meia volta e ir-se nenhuma das duas tinham lhe visto mais não pode ir por que viu vindo atrás da criança um javali enfurecido e ele só teve tempo de pegar seu arco e colocar uma flecha. Aillen ia se erguer mais um olhar seu lhe advertiu que ficasse parada, ele mirou e lançou a flecha.
Aillen fechou os olhos esperando que a flecha lhe varasse o coração mais ouviu um som afogado e se virou olhando por cima do tronco caído, arquejou de surpresa por ver um enorme javali estrebuchando a poucos metros de Alana, gelou por dentro com o pensamento de que se ele não tivesse visto, sua menina estaria morta uma hora dessas. Se ergueu as presas tropeçando nas saias e correu a abraçar Alana que chorava e tremia só que bem menos que ele que sentia suas pernas moles. Sentaram-se perto do tronco com Alana presa em seus braços ela acalentava e balançava sua menina, olhou para cima e o viu desmontar, se dirigiu ao enorme animal e o arrastou para uns arbustos altos perto do lago a uma distância segura para que elas não visse o que ele ia fazer.
Aillem apenas ouvia entre os ramos dos arbustos o cortes regular do punhal, ele estava limpando a caça, uma hora depois ele voltou tomado banho e trazia consigo o animal em pedaços presos em ramos grossos, sem dizer nada ele acendeu uma fogueira e colocou uma grande parte dele para assar, ela ficou desconfiada e totalmente paralisada quando ele sentou ao seu lado estirando as pernas e tirando a camisa molhada a estendendo em cima do tronco.
Callum cruzou os braços no peito e a olhou sorrindo do medo que via em seus olhos, segurou seu queixo com firmeza para evitar que ela escapasse de suas mãos.
_Uma guerreira tão forte e destemida como tu, não devias está com medo de mim, já me vencestes uma vez.
_Solte-me. – ela sussurrou por que não tinha forças para falar mais auto seus olhos a hipnotizavam.
_E se eu não quiser? E se eu quiser te beijar, o que farias?
_Te mataria.
_Fortes palavras moça, não me surpreende ouvi-las. Mas ainda quero meu beijo.
Antes que ele avançasse para ela uma suave voz o chamou.
_ Béar Mór?
Ele olhou para baixo e viu pequenos olhos verdes lhe olharem com atenção e em seguida um lindo sorriso de reconhecimento tomar todo o rostinho de Alana. Ela se soltou de Aillen e estendeu os braços para ele que a segurou abraçando-a com cuidado.
_Mamãe Béar Mór. Béar Mór mamãe!!!
Sua menina gritava abraçada a ele e Aillen estava olhando os dois e a atitude de sua filha.
_ela é tua filha? – ele perguntou com a sobrancelha arqueada.
_Tu és o grande urso de quem tanto ele fala?
_nos encontramos pouco tempo antes de nossa pequena rusga, estava vagando pela floresta, devias ser mais cuidadosa. – ele falou em tom de reprovação e ela o olhou irritada.
_Greta estava tomando conta dela enquanto eu... Caçava.
ela falou descaradamente e ele sentiu desejos de beijá-la até apagar esse sorriso rebelde de sua boca.
_Não me respondestes, é tua filha?
_Sim.
_Pensei que fosses descompromissada.
_E o sou. Encontrei Alana sozinha na floresta sua mãe tinha morrido pelo que eu pude ver de febre, a menina estava deitada em um cesto ao lado do corpo, me parece que era uma pedinte pelas roupas que levava, a enterrei e peguei a menina e a crio até hoje.
_quantos verões tem?
_Dois.
_Me refiro a ti rebelde, quanto de idade possui?
_Por que lhe diria?
_Por que eu assim o quero.
_E tu quantos verões tens?
_Vinte e seis.
_Eu... Eu tenho dezoito.
_Muito nova rebelde, já sagrastes pelo menos?
_Ora seu... Brutamontes! Meus infortúnios pessoais não são de tua conta!
_Consideras teu sangramento mensal um infortúnio? - Ele perguntou a olhando intensamente.
_Não é de tua maldita conta.
_Eu sei como te livrar desse infortúnio por pelo menos nove meses... Se quiseres é claro.
_Prefiro ser alvejada por duzias de flechas e deixar que me toques. - Ela rangeu os dentes de raiva.
_Não sou tão repulsivo como pensas pequena rebelde, se te desse apenas um gosto nunca mais me deixaria em paz.
_Prefiro a morte. - ela o olhou com raiva e isso o divertia.
Ele gargalhou jogando a cabeça para trás, ela rápida como um raio tirou Alana de seu colo e apertou seu punhal na garganta dele, ele ficou sério lhe olhando com intensidade.
_Seria fácil matar-te bastardo. – ela grunhiu.
_Faça. Agora. – ele segurou sua mão e apertou a folha de encontro a sua pele mais fortemente, uma pequena gota de sangue brilhou e escorreu pelo pescoço.
Ela engoliu com dificuldade e tirou o punhal devagar.
_Não.
Aillen se afastou mais ele em um bote a puxou para seu colo prendendo-a entre seus braços e sentando-a escarranchada em cima do seu quadril. Ela ofegou de surpresa, tentou se soltar mais foi inútil ele era muito forte.
_Quando tiveres a oportunidade de matar, não Pare, não recue, simplesmente faça.- Ele sussurrou roucamente, seu olhar se prendeu em seus lábios desejando lhes assaltar com ardor.
_Não... Sou assassina...
_És uma guerreira, todo guerreiro mata. Ou então morre...
_Não. Ela disse quando ele se curvou sobre ela querendo lhe beijar.
_Sim.
E seus lábios se juntaram brevemente em uma carícia intima que fez vibrar todo o corpo de Aillen e rugir o sangue de Callum. Um pequeno puxão em seus cabelos fez com que ele a soltasse e olhasse de lado. Alana estava olhando os dois com curiosidade mais não queria ser deixada de lado. Aillen saiu do colo dele e abraçou a menina enquanto Callum foi olhar a carne assada.
{***}
_Dormiu? – ele perguntou encostado contra um tronco observando as duas.
_Sim, devo-me ir está tarde.
_Diga-me uma coisa Aillen Fraser
._O que é Callum MacWolf?
_Estás compromissada?
_Por que isso te importa?
_quero saber._E se estiver?_Desfaça.
_Não lhe direi.
_Sim que me dirá. Eu ordeno isso.
Ela cobriu Alana e se ergueu o olhando desafiadora.
_O que faço de minha vida, não é da tua maldita conta.
Ele a agarrou a prendendo contra o tronco da árvore e beijou-lhe com fúria. Aillen se entregou aquele beijo mesmo devendo negar-se. Ele lhe ergueu a saia e alisou sua coxa. Ela o empurrou com força para se separar dele, Callum tropeçou alguns passos e a encarou sorrindo.
_nunca mais me toque. NUNCA MAIS OUSE ME TOCAR CALLUM MACWOLF!
_Ou o quê? Aillen Fraser.
_Ou eu te mato. Te sangro o coração com o meu punhal. –ela grunhiu a resposta.
_Então prepares para uma briga pequena rebelde. E não tomes nenhum amante, tú és minha.
_Me comparas as tuas putas? Achas que eu sou tão baixa que tomaria um amante?
_não se comprometa com ninguém Aillen Fraser.
_Sim me comprometerei!!!
Ele segurou em seu queixo e a forçou a olhá-lo.
_Lhe estou ordenando isto. Agora tenta dizer-me que não.
Ele a beijou e em seguida subiu no cavalo galopando para longe. Aillen ficou olhando por onde ele tinha se ido seus lábios formigando, suas pernas tremendo, seu coração aos pulos por conta da palavras que ele lhe disse.Pegou Alana nos braços e voltou para o castelo, no meio do caminho a chuva as pegou encharcando-as. Ao deitarem aquela noite o sono demorou a visita-la e quando por fim veio foi recheado imagens do rosto dele.
Com um homem desses, ele poderia fazer comigo o que quisesse. kkkkkkkkk. Beijos
ResponderExcluirkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Excluireita aninha só tu mesmo viu! :)
Que bom que gostastes querida. o proximo sairá logo logo.
beijossssss
Este homem é fogo!
ResponderExcluirAmei to apaixonada pela história...os personagens sao fascinantes, o Callum e a Aillen, então são incriveis!!!!!
ResponderExcluirhum ele é muito mandão ,adorooooooooooooooo
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