Capítulo 09
Bella se olhou novamente no espelho. Morreria
e não se acostumaria com o estilo de vida dele. Nem com as roupas que ela tinha
que usar. Eram lindas, sem dúvida, e caras, muito caras. O vestido que estava
usando levaria o dinheiro de quatro meses de período bom de sua loja pra
comprar, mas... Não era seu estilo. Ela gostava de algo normal, comum e o que
estava vestindo não era nada normal e comum. Ela só tinha vestido algo assim no
dia da abertura do congresso, seu vestido branco que ele rasgou na limousine.
Agora estava vestida com um cor de lavanda, com diminutas tiras que eram as
alças, justo ao ponto de estrangulá-la, decotado ao ponto de seus seios
quererem saltar para fora e um lascão na coxa que pelo amor de Deus! Quase
mostrava a calcinha, ela preferiria o branco que ele tinha rasgado, era um
pouco transparente, mas não era tão... Revelador assim como esse vestido. Ela
estava se sentindo como um cartaz de um restaurante, entre e coma à vontade.
Mas ele tinha comprado para ela e pediu que o usasse hoje à noite e ela usaria.
Era o encerramento do congresso, tudo tinha dado certo, a unificação das espécies
estava correndo bem, tinham aceitado Edward como seu soberano e tudo estava na
mais perfeita paz. Se ao menos pudesse trocar de vestido...
_Não. Está linda, meu amor, não permitirei que se troque. – ele falou, entrando no quarto. Estava
lindo de smoking preto e camisa vermelha sangue.
_O baile é vermelho e preto?
_Sim.
_Então porque eu não posso ir de preto ou vermelho?
_Por que você é diferente, minha adorada. Quero que sua beleza se
sobreponha a todos do local. Quero que você apareça.
_Sei... Não será só minha aparência que se sobreporá lá não. Meu útero
também aparecerá para todos, viu o lascão?
Ela falou puxando as abas do tecido longo,
expondo a coxa deliciosa. Ele rosnou sensualmente e foi para ela. Apenas um
borrão e, quando Bella deu conta, estava presa de encontro à parede, com o
corpo dele lhe esmagando de uma forma sensual e excitante.
_Provocadora. Você é uma pequena provocadora... – ele suspirou com prazer, sem tirar os
olhos de cima dela _ que vontade de lhe
rasgar esse vestido e possuir você de encontro a essa parede...
_Então me possua... – ela falou lhe beijando o pescoço.
Ele rosnou sua frustração e se separou dela,
respirando fundo.
_Tomou sua dose diária? – ela perguntou e ele assentiu.
Ela
sorriu, foi até a cômoda, pegou o punhal e furou o dedo, estendendo para ele,
quando uma gota de sangue saiu do ferimento. Automaticamente seus olhos ficaram
vermelho escuro e ele foi para ela, andando calmamente, como se não se importasse
com o que ela estava lhe dando, como se não fosse nada de mais. Segurou seu
pulso e levou seu dedo até seus lábios, o chupou sem desviar seus olhos dos
dela. Sem morder, sem beber muito.
_Chega... - ele
falou quando sentiu a fome diminuir um pouco. Ele se controlou com essa pequena
dose, assim como ele se controlou quando fizeram amor pela primeira vez.
_De gole em gole.
Ela falou sorrindo, feliz por ele ter
aceitado fazer isso. Tomar um pouco do sangue dela o ajudaria a ficar mais
forte e se controlar melhor. Claro que nunca quando ele estivesse ferido, ele
se descontrolava e aí poderia ser fatal.
_Vem amor, vamos, o carro nos espera. - ele falou, enquanto lambia o ferimento,
fazendo o corte se fechar automaticamente.
_Não posso trocar de vestido? Sabe, que tal
se eu fosse com aquele que eu vesti no dia em que saímos pela primeira vez?
Ele fez uma careta e ela não entendeu o
porquê. Ele sorriu culpado.
_Ele é, como eu posso dizer...
_Comportado demais?
_Barato demais.
Ela fez uma careta e fechou a cara.
_Oh, me desculpe se eu não posso gastar minhas economias com roupas
caras para te agradar querido amor.
Ela falou irritada e deu as costas a ele.
Pôxa, ela gostava do vestido e não tinha sido barato coisa nenhuma! Ela o pagou
em seis meses!!!
Ele a puxou levemente de encontro ao seu
peito, lhe rodeando a cintura e cheirando o pescoço.
_Perdão amor, eu gosto dele, é uma roupa agradável de se vestir para
ficar em casa, mas pra sair meu amor, no meu mundo, tem que ser muito mais. Sabe,
nós vampiros somos extremamente soberbos, gostamos de desfilar com tudo o que é
de melhor. Com você não seria diferente, és minha rainha adorada, não quero que
andes com menos do que lhe é de direito, do que mereces. Quero que tenha tudo
do bom e do melhor. Quero que olhem para você e babem, me invejem, que se
mordam literalmente por não poderem te tocar por que só eu posso. Isso, esse
vestido não é nada, comprarei os mais belos vestidos para você, as mais raras
jóias, perfumes, sapatos bolsas. O que quiseres será teu, basta apenas um
pedido. Uma palavra e terás o mundo aos teus pés.
_O que eu quiser, eu terei?
_Sim. O que quiseres.
Ela se virou, ficando de frente para ele e
lhe rodeou o pescoço com os braços e se apertou a ele.
_Quero você e só você.
_Isso você já tem.
_Então estou mais que satisfeita. Amo você Edward, não preciso de nada,
só você.
Ele lhe sorriu e escovou os lábios nos seus.
_Quero mimá-la. Agradá-la.
_Me ame e estará fazendo tudo isso.
Eles se beijaram e saíram do quarto. O
caminho todo ela foi com a cabeça em seu ombro, os dedos entrelaçados. Ele
beijava sua cabeça e suspirava feliz, estava muito contente com tudo o quem
tinha e se apenas tivesse ela e tudo fosse tirado dele, ele ainda seria o homem
mais feliz do mundo inteiro.
O local estava lindo. Eles desceram da
limousine e uma chuva de flashes a cegou. Ela escondeu o rosto no peito dele e
ele lhe beijou os cabelos. Mais flashes estouraram. Ele sorriu de encontro ao
seu ouvido.
_Olhe para frente amor ou não nos darão
trégua.
Ela ergueu a cabeça e sorriu timidamente para
os fotógrafos e repórteres, que enfiavam os microfones em seu rosto para que
falasse algo. Edward calmamente a levou para dentro do edifício. Assim que
entraram, uma salva de palmas os recebeu. Ele era o rei e ela sua escolhida, não
podiam receber menos que isso. Foram cumprimentados por todos. Umas mulheres
lindas de morrer desfilavam pelo salão e Bella tremeu na base, ela era
insignificante perto delas.
Edward se aproximou de uma estonteante mulher
que segurava uma taça de cristal com... Sangue, sem dúvida era sangue e a
mulher vampira.
_Amor, essa é Ena, minha amiga de longa data.
A vampira sorriu lindamente, seus caninos
ligeiramente pontudos e seu sorriso branquíssimo. Ela era linda, com um vestido
preto tomara que caia que Bella tinha certeza tinha silicone pregado no vestido
para que ele não deslizasse pelo corpo dela, deixando os seios amostra o decote era... Enorme.
_Meu rei, minha rainha. – a mulher fez uma reverência e Edward anuiu com a cabeça. _ É um prazer ver meu rei sorrir de novo.
Onde está Rosalie, majestade?
_Ela está lá fora, resolvendo algumas coisas.
_Então
devo me juntar a ela, com licença.
Ela se retirou, atraindo os olhares de vários
vampiros e lobos no processo. Antes de chegar à porta ela foi presa pela
cintura e beijada por um vampiro alto forte e... Lindo.
_Tire os olhos, Bella...
Edward resmungou e ela corou.
_Não
tenho culpa, eles formam um casal lindo.
_Sim, de fato, Alexei teve muita sorte em pegá-la para si.
_Alexei é russo? Esse nome é russo, não é?
_Uhum.
Eles fazem parte de minha guarda particular. Rosalie, ela é a capitã da guarda
real. Olhe, deixe-me mostrar a você quem é quem para que assim você não fique
perdida, ok?
_Ok.
_Bom... Ali, vê aquelas três mulheres ao lado da mesa do sangue?
_Sim.
_Elas são da Assembléia do Brasil. A DebsHellen, a Rosyn e a Fabiola são as representantes do senhor delas.
_Representantes? Ele não veio por uê?
_Casou-se
apouco e a esposa está gravida, ele não a deixa para nada. Ali, no meio do
salão conversando com Set e Paul estão a
Lele, a Miria, a Eliane e a Naninha. Elas lutaram na guerra de 80
__1980?
_Não,
1580. Lutaram ao meu lado para que meu reino firmasse. Ali, vê aquelas
conversando com alguns humanos?
_Qual?
O quarteto fantástico?
Bella falou e elas olharam direto para ela.
Bella ficou vermelha de vergonha quando uma delas ergueu uma sobrancelha para
ela, fez uma reverência a eles e voltou a conversar.
Edward
a abraçou e riu contra seus cabelos.
_Não
se esqueça amor, temos ouvidos super sensíveis.
Ele
sussurrou e ela anuiu com a cabeça.
_Pode
deixar, eu não vou me esquecer não. Mais quem são?
_Susana,
Vivi, Erika, Jéssiie, são donas da mais cara loja de jóias que existe no mundo
vampírico, elas são apreciadoras dos humanos. Os homens, quero dizer.
_Elas...
Matam eles?
Bella baixou o nível da voz, mas uma delas
sorriu, olhando para Bella. Ela não percebeu, por que estava de costas para
elas nessa hora, mas Edward viu e sorriu cortesmente para a vampira.
_Não,
mas... Se divertem muito com seus corpos e seu sangue.
_Certoooo...
E aqueles ali encostados na parede com cara de tédio?
_Ah,
são Armand, Eudred, Ale, Lolabina que é uma loba, ela é casada com Armand, vê
como ele a abraça protetoramente? Ela está grávida. O filho é um híbrido,
mistura das raças, não é bem visto no meio dos puros sangue. Assim pensam os Voltures,
eu não tenho nada contra.
_E
aquela ao lado da Ale?
_Ah,
minha querida e estimada JJBebe.
Bella olhou para ele com os olhos em fendas.
Ele sorriu calidamente e Bella estreitou mais ainda os olhos em desconfiança.
_Não
tenho nada com ela amor, mas, não diga nada a Alice, ok? JJBebe era amante de
Jasper, mas cansou de brincar com ele e o chutou, Jasper passou trintas anos na
fossa.
_Bom,
a mulher é linda mesmo. Você...
_Não,
passei cento e cinquenta anos com a Tânia, lembra-se?
_Sim
e os outros anos?
_Ah,
olhe aquele grupo são de Nova Iorque! Eles são: David e Paty, John e Juliana,
Peter e Kelly, Richard e Claudiamon, súditos de longa data.
_Algum
que você transformou?
_Sim, Teonilia e seu parceiro Zachary, eles estavam
morrendo de febre amarela quando eu os encontrei. Primeiro ela e depois ele,
são guerreiros esplêndidos. Vivem em uma ilha isolada. Mas sempre que eu chamo,
atendem.
_Mais
alguém?
_As amazonas de Rietberg, são da Irlanda, não se deixe enganar
pelos sorrisos simpáticos, elas lhe arrancam a cabeça em dois segundo se você
baixar a guarda, são guerreiras ferozes e amigas íntimas de minha irmã. Nomes:
Lidih, Sandy, Gi Belini, Alana,
Milleney, Jeomvb, Mariey, e Nilcia, ela é a líder delas e apesar de serem
Irlandesas e a Irlanda ser território de Jasper e sua assembleia, elas são
independentes, juraram lealdade a mim, são amigas dele e, por favor, não comente com a Alice...
_Deixe-me ver
se eu adivinho, ele dormiu com qual?
_ Lidih,
Sandy, Gi Belini.
_Todas de uma
só vez?
_Não! Elas são vampiras direitas, Bella. De família,
apesar de que as famílias morreram séculos atrás. Elas são do bem, como Rosalie
fala.
_E você?
Dormiu com alguma?
_Quer mais
champanhe?
_Com qual?
_Esse é
melhor que o outro bebê, você tem que provar.
_Com qual
Edward Cullen...
“Amor,
é desconfortável falar do meu passado amoroso. Eu não quero saber do seu, por
que quer saber do meu?”
“Porque
está falando na minha mente?”
“Porque
não quero ter essa conversa na frente dos outros, amor.”
“Me
diga quem é que eu paro de te aperrear”
Ele suspirou, realmente desconfortável com isso tudo
“Estou
esperando...”
“Está
bem. NTaubz, Jucy, Ângela Varela, Rafaela, Mariza, Rosyn, Elys, Evelyn,
Fernanda, NMCO, Carla, Thah, Ingrid, Therose, Dani, Dani.
“Essa você já
falou.”
“São duas.”
Ele falou sorrindo e
ela deu-lhe uma cotovelada no seu peito e emburrou a cara
“Já
acabou?”
“Não,
mas eu creio que você não quer saber de mais, não é?”
“É”
“Você
quem pediu amor. Eu sou totalmente inocente nesse quesito.”
Ele falou na sua mente e lhe abraçou apertado, lhe guiou
para o centro da pista de dança e começaram a dançar abraçados. O jantar foi
anunciado e Edward procurou ignorar a cara de desconfiança dela para toda
vampira que passava perto ou sorria para eles. Ela estava por demais ciumenta e
ele estava amando isso. No meio pro fim, Rosalie a tomou dele e ele ficou
conversando com alguns alfas e senhores de assembléias.
Evanescence - Angel Of Mine
_Rosalie, você viu a
Alice?
_Sim, está
com o Jasper, na sala privada.
_Obrigada.
Bella foi para lá. Assim
que chegou perto, as portas se abriram e o casal saiu abraçado. Jasper alisava
a barriga de sua amiga e Bella não precisou ser um gênio para adivinhar o que
estava acontecendo. Alice ergueu os olhos e lhe viu. Sorriu e lhe puxou pela
mão, empurrou Jasper para o lado e se trancaram na sala. Ele saiu resmungando e
foi ficar com Edward.
_Amiga, tenho tanto para
te falar.
_Está
grávida.
_Sim. De uma
semana. Ele sentiu no momento em que eu concebi.
_E você sabe
que ele é um...
_Sim. Olhe,
estamos noivos, vamos nos casar em três dias.
_E dá tempo
de arranjar tudo?
_Será uma
cerimônia simples.
_E você o
ama?
_Lógico!
_E vai querer
ser transformada quando chegar a hora?
_Eu não quero
ser transformada Bella, o sangue do Jass me manterá jovem enquanto eu beber
dele.
_Entendo,
estou feliz por você minha amiga.
_E eu por
você, um rei hein? Quem diria.
Elas riram e
ficaram conversando por algum tempo, antes de serem interrompidas por uma
vampira linda, ruiva e sedutoramente sex. Ela flutuou literalmente para dentro
do aposento. Bella e Alice ficaram olhando para ela, enquanto mais uma entrou
de cara feia, fecharam a porta e ficaram encarando elas.
_Então você é
a Isabella que tanto falam? – a ruiva sussurrou.
_E você a
Alice do meu Jasper. – a morena de formas perfeitas e seios grandes falou com
claro desdenho na voz.
_E vocês?
Quem são?
Bella falou e
a ruiva sorriu, mas antes de falar algo a porta se abriu de par em par e Edward
entrou fechando com um movimento de mão e olhando para as duas vampiras com um
semblante sombrio.
_Victória,
Nadia, saiam.
_Ora meu
senhor, eu apenas queria conhecer a...
Ela não
terminou de falar, por que o olhar que Edward dirigiu a ruiva que se chamava
Victória foi o suficiente para calá-la. A outra mulher estava de cabeça baixa
obedientemente.
_Nadia,
Jasper quer falar com você.
A vampira
ficou branca feito cera, se é que fosse possível ficar mais branca do que já
era e saiu apressadamente do aposento. Victória ficou parada lá, firme como uma
rocha, uma rocha que Edward reduziria a ínfimos fragmentos e ela sabia disso. Quando
ele com um balançar de dedos a pregou na parede oposta, ela percebeu o erro de
vir tirar satisfações com a escolhida do seu mestre.
_Para casa,
Victória.
Ele disse e
abraçou Bella pela cintura e colocou a mão nas costas de Alice, as escoltando
porta a fora. Jasper veio ao encontro deles e abraçou Alice protetoramente,
olhando angustiado para seu amigo. Edward o tranquilizou com um aceno de cabeça
e Jasper suspirou, relaxando mais.
_Amor, vamos
para casa? Você está gravida e pode fazer mal ao bebê.
_Sim, está
bem. Jasper, quem é Nadia e por que ela te chamou de meu Jasper?
Seu amigo
suou frio.
_Ela é... Bom,
basicamente, Nadia é...
_Um estorvo
na vida de seu noivo, Alice, não ligue para ela, todas as vampiras estão
chateadas por que o Jasper está fora de circulação agora. Se tranquilize, tudo
está bem.
_Ok, tchau
Bella, eu te ligo para marcarmos um almoço, aí você me ajuda com o enxoval do
meu bebê.
_Com certeza.
Eles foram
embora e Bella se virou para Edward, o olhando séria.
_Nadia é
amante do Jasper, não é?
_Era, desde
que ele está com a Alice, ele parou com todas.
_Certo, vou acreditar
em sua palavra.
Ela disse e ele lhe sorriu calidamente e Bella soube que
tinha lixo debaixo desse tapete, um aterro sanitário inteiro.
A festa acabou às quatro horas da manhã e todos se foram,
já que a maioria dos vampiros não tinham as jóias encantadas que os possibilitava
andarem a luz do dia. Por isso surgiu a lenda de que os vampiros dormiam
durante o dia, se você não pode sair de dia sem morrer queimado o que mais se
pode fazer além de trocar a noite pelo dia? Nada, eles dormiam de dia e andavam
a noite, mas não morriam ao nascer do sol como as lendas contavam, não eles só
dormiam como qualquer mortal faria.
Chegaram em casa e foram ao quarto. Estavam certos de irem
jantar com seu pai, a noite. Ela se trocou, vestindo uma camisola negra longa
de alcinhas finíssimas e um decote nas costas que mostrava o começo da bunda.
Ela escovou os cabelos, enquanto ele olhava alguns e-mails sentado na cama. Ela
foi para ele e sentou às suas costas, o circulando com as pernas e os braços. Ele
sorriu e lhe beijou o pulso, fechou o laptop e, na velocidade vampírica, ele os
virou ficando por cima. Calmamente, introduziu a mão por dentro da camisola, a
erguendo de vagar.
_Quem é
Victória, Ed?
_Amor, você
tem um péssimo hábito de conversar quando eu quero brincar.
Ele falou, lhe beijando o pescoço.
_Eu... Só fiquei... Fiquei curiosa, só isso...
Ela estava perdendo o raciocínio com o ataque dele ao seu
corpo.
_Ela é apenas uma vampira chata que não vale apena
mencionar.
_Mas...
_Não. Esqueça isso ou melhor deixe-me te fazer esquecê-la,
bebê.
Ele falou, alisando sua intimidade por cima da calcinha.
_Ed...
Ele puxou o lado da peça minúscula e rasgou.
_Detesto esse pedaço de pano, Isabella. Prefiro degustar
minha comida assim. Sem a embalagem.
_Fique à vontade então...
_Oh, mas eu ficarei querida. Com certeza, eu ficarei.
Marvin Gaye - Sexual Healing
Ele sorriu roucamente em seu ouvido e se ergueu. Pegou a
barra da camisola e, de um puxão, a rasgou de cima a baixo, expondo seu corpo
ao seu olhar faminto.
_Melhor, muito
melhor. Importa-se querida, se eu brincar um pouco com minha comida, antes de
degustá-la?
Perguntou
perversamente.
_Não... Não me
importo...
‑Que bom então.
Bella explodiu,
quando sua boca fechou sobre o clitóris e começou a chupar. Suave a princípio,
mas intenso depois. Dentro de minutos, ela não dizia coisa com coisa, sua
cabeça rodando, perdida nas carícias que ele lhe impunha, totalmente fora de
sua mente com o prazer que ele trazia para seu corpo. Seus dentes rasparam sobre seu ponto de
prazer, fazendo-a se erguer contra ele. Ele segurou-a pelos quadris, usando
levemente sua força para manter ela no lugar. Sua língua rodou sobre seu montículo,
degustando-a como ele disse que faria.
Quando Bella
sentiu sua mente ficar em branco, voltou a arquear-se, saindo do colchão no
clímax abrasador que ele tinha lhe dado. Ela o ouviu sorrir convencidamente,
sentiu ele dar beijinhos na sua coxa, seus dentes raspando a pele sensível. Ele
a cortou só um pouquinho, um arranhão de leve, passou a língua, bebendo o sangue,
enquanto fechava as mãos no colchão.
E então, rápido
como uma bala, ele tinha os virado fazendo ela ficar em cima dele. Ele tinha
pegado as correntes e tinha prendido nos pulsos. Ela nem tinha visto, de tão rápido
que foi. Seus olhos vermelhos intensos, as narinas dilatadas, os caninos
expostos delatavam a fome que o atormentava. Ela calmamente cortou a palma da
mão e levou aos lábios dele, que bebeu desesperadamente, respirando fundo e
sugando tudo o que podia. Bella afastou a mão e ele rosnou desgostoso como uma
criança a quem lhe foi tirado seu alimento. Ele a olhou nos olhos e Bella se sentiu
flutuar, ele a estava hipnotizando.
_Monte-me,
querida.
Ela o fez. E
ambos arquejaram de prazer, quando ele entrou fundo nela.
_Dê-me o que preciso, amor.
Ele pediu,
respirando fundo e olhando em seus olhos a hipnotizando, mesmo sem querer. Era
o instinto agindo e ele estava preso a isso, era sua natureza.
Bella se encostou
nele, colocando um seio ao alcance de sua boca.
_Obrigado por sua
generosidade, amor.
Ele abocanhou o
seio, chupando forte. Seu frágil controle se rompeu. Suas presas se alongaram
em sua boca e suas garras cresceram através de seus dedos, suas mãos estavam presas
nas correntes e ele as puxou desesperado, tentando fechá-las em torno dela. Ele
mordeu em seu seio profundamente, o sangue jorrando em sua boca. Ela se mexeu
de encontro ao seu corpo e ele a encontrou no meio do caminho. Seus movimentos rápidos
e fortes sem restrição, sem suavidade, apenas a força de sua luxúria. Ele
perdeu toda a percepção em sua volta. Ao longe ouviu um grito e sentiu seu
corpo enrijecer. Ele bebia enquanto sua semente explodia em seu corpo,
inundando seu ventre.
Lentamente, sua
consciência retornou. Sua amada ainda estava em seus braços. Ele retirou suas
presas, lambendo a ferida e fechando-a. Ela não se mexia. Ele entrou em pânico.
Se concentrou e ouviu as batidas do seu coração, lentas, fracas, mas estavam
lá. Ele respirou aliviado, não a tinha
matado, ainda não. Se não aprendesse a se controlar, ele a mataria. Tinha que
haver um jeito de isso nunca acontecer. Deus tinha que mostrar um jeito disso
nunca acontecer.
********
Bella dormia
calidamente, esparramada na cama, enquanto ele estava sentado na cadeira perto
da lareira. Ele amava observá-la dormir. Era um deleite ver o peito subir e
descer com a respiração cadenciada. Thomas bateu de leve na porta e ele o
mandou entrar.
_Senhor Denale
está aqui, milorde.
Edward assentiu
com a cabeça, ele tinha sentido a presença do vampiro no momento em que ele
pisou no prédio. Edward se ergueu, vestiu um robe. Estava só de calça de seda
negra e descalço, não se importou em se arrumar, voltaria para o quarto o mais rápido
que pudesse.
Eleazar estava em
pé, de costas para a porta, quando Edward entrou e calmamente sentou na cadeira
de respaldo alto atrás de sua escrivaninha. Fez um movimento com a mão
indicando a cadeira à sua frente. Thomas entrou e serviu uma dose de Chardonnay
a cada um e se retirou. Seu escritório era revestido de prata e madeira da
casca da Methuselah, uma
árvore muito antiga, era um isolante
de som muito bom. Todos os cômodos do seu apartamento tinha essa combinação,
eram vampiros, mas todo mundo queria sua privacidade.
_Eleazar, como
vai?
_Bem Edward e sua
escolhida?
_Está
descansando. A que devo a honra de sua visita? Como está a família?
_Bem milorde... É
sobre minha filha que eu vim falar.
Quando o vampiro
a sua frente lhe chamou milorde, Edward sabia que vinha algum problema por aí.
_Fale Eleazar.
_Eu vim primeiro
agradecer por não ter matado minha filha, apesar de que ninguém questionaria se
milorde fizesse.
_O que Tânia quer,
Eleazar?
_Pedir permissão
para usar o colar novamente, para poder andar na luz do dia.
_Não.
_Milorde, entenda
que minha filha precisa disso, eu sei que eu no seu lugar teria feito a mesma
coisa, mas Tânia é...
_Mimada, egoísta,
fria, calculista, desprezível e uma vampira totalmente desagradável e
vingativa. Se eu dou o colar novamente e ela volta a andar de dia e se
aproximar de minha escolhida, eu vou matá-la em dois segundos, Eleazar. Você
sabe que sim, apesar de que faria muita falta, ela é uma excelente guerreira.
_Eu entendo
milorde, mas eu sou pai, tenho que fazer o que estiver ao meu alcance para ver
milhas filhas felizes. Eu lhe dou minha palavra de que ela não fará mal a sua
escolhida, prometo-lhe isso, se Tânia fizer, me mate então.
_Se Tânia fizer
mal a minha Bella, eu dizimarei sua cidade Eleazar, sua assembleia será
reduzida a cinzas e você e sua família sofrerão grandemente. Está disposto a
arcar com as consequências?
_Sim
milorde.
_Está
avisado então. Mande Tânia vir aqui.
_Sim
milorde.
N/B: Caracaa, OMG, tou
passada, morri, choquei!!!..... Que capítulo foi esse?? Antes de mais: “Importa-se querida, se eu brincar um pouco com minha comida,
antes de degustá-la?” que raio de pergunta foi essa?? O Edward quer matar
a gente ou quê?? Como tou invejando a Bella nesse momento!!!
Agora, falando sério, pensei que ele
fosse matar a Bella dessa vez, mas ainda bem que tudo terminou bem!
Gente, e o que foi essa homenagem que a
nossa Milly nos fez?? Muito lindo, amei e tou me sentindo aqui por ter sido uma
das amantes do rei, kkkk!!
Essa estória das concubinas vai dar
problemas pros meninos, eles que se cuidem. Jasper e Alice não perderam tempo,
não?
E que final foi esse?? Sei não, mas acho
que o Eleazar vai se arrepender de ter feito esse pedido pro Edward, a ver
vamos!!
Amei o capítulo e a fic tá cada vez melhor!!
Detesto a Tanya
ResponderExcluirEita nois esses dois são puro fogo e paixão !!!!!
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