Capítulo 08
Ela
tinha despertado. Ele sentiu quando ela acordou, mas ele preferiu ficar de
olhos fechados, deixando-a lhe observar. Ela levou suas pequeninas mãos ao seu
rosto, tocando de leve, com medo de despertá-lo. Lhe alisou a mandíbula, descendo
os dedos para o pescoço. Tocou a veia carótida, sentindo a pulsação. Voltou as
mãos delicadamente para suas bochechas, nariz, lábios, subiu para a testa, alisou
seus cabelos, cheiro-os, beijou-os. Ele não fez nada, salvo apreciar esse
momento. Era maravilhoso saber que tinham feito amor e ela continuava viva e
aqui com ele. Ela não tinha fugido, ela o amava. E ele amava-a mais ainda.
_É bom saber disso.
– Ela sussurrou ao seu ouvido, se afastando.
Ele
abriu um olho e ergueu uma sobrancelha.
_Espiando meus pensamentos?
_Você não fez esforço algum
para mantê-los encobertos.
_Tem razão, não fiz. –
ele sorriu e lhe alisou os cabelos, os tirando os da frente dos olhos
“Vampiros
lêem a mente das pessoas”
_Não, nenhum vampiro tem
esse poder.
_Então, porque você pode
ler a minha e... Eu lia a sua. Sou vampira também?
_Não.
“Mas
como é possível”?
_Eu não sei como é possível, mas estamos
fazendo.
_A maldição? Sabe nada, em
mim é encoberto a você nem você a mim. Eu sinto sua sede, seus sentimentos... São
os meus, são um só. É estranho.
_É, mas... Sabe, ler os
pensamentos tem suas vantagens.
_É, quais?
“Eu
posso entrar na sua cabeça e lhe dizer um monte de coisas que lhe porão molhada
e pronta para mim... O que acha disso, bebê?”
_Jogo sujo, Ed. Muito sujo.
– ela murmurou com as bochechas rosadas.
Ele
riu e lhe pegou pela cintura, lhe jogando de costas na cama e ficando por cima.
Estavam nus, mas nenhum dos dois se importava com esse mero detalhe. Ele
cheirou seu pescoço, beijando a veia. Ela sentiu a sede dele crescer
dolorosamente.
_Não quebramos a maldição,
não foi? - Ela falou, alisando seus cabelos
_Não amor. Não conseguimos e
eu agradeço a Deus por isso.
_É alguma brincadeira?
_Não, para a maldição se
romper você terá que morrer,e você está bem viva e eu pretendo que fique assim
pelos próximos quinhentos anos. Ou mais.
_Você não pode viver assim
com sede.
_É perigoso, eu sei. Se eu
perder o controle, você morre e...
_Não é disso que eu estou
falando, Edward. Apenas meu cheiro te causa dor e não negue, eu posso sentir,
ok! Temos que dar um jeito nisso. Talvez...
_Não.
_Você se controlou ontem.
_Eu estava preso nas
correntes, esqueceu?
_Mas no final eu te soltei
e você bebeu de mim e eu ainda estou aqui.
_Sei. O que você tem em
mente?
_Pequenas doses, o que
acha?
_Pequenas doses?
_Sim. Sabe, você ficará sossegado,
controlado, mas do que quando toma essa droga que o Thomas faz. Você sentiu
ontem. Se acalmou na medida que meu sangue entrou no seu sistema.
_Não vamos correr esse
risco novamente, eu posso perder o controle.
_Mas Edward...
_Sem sangue da próxima vez.
_Ok. Será... Que selamos o
elo ontem à noite?
_Não totalmente, você
precisa tomar meu sangue enquanto eu tomo o seu.
Ela
fez uma careta e ele riu, lhe beijando apaixonadamente.
_Você quase morre ontem
para me libertar da maldição e agora quer fugir de uma coisinha tão boba como
beber meu sangue?
_Não gosto de sangue, é... Nojento.
_Não é não. É minha comida
favorita, depois de você é claro.
_É claro... Você é
pervertido.
_Cinquenta anos sem sexo
deixa você assim, querida.
_Cinquenta anos?!
_Uhum...
Ele falou cheirando
seu pescoço. Ela se arrepiou toda e ele riu.
_Porque passou tanto tempo
sem fazer... Você sabe.
Ele
se ergueu e sentou na cama. Pegou ela e lhe colocou sentada em cima dele, uma
perna de cada lado. Seu membro rijo ficou esmagado entre o estômago dela e o
dele. Ela colocou as mãos no seu pescoço e lhe sorriu, esperando ele falar.
_Bom...
– ele escovou os lábios nos dela. – Eu te falei que sou o rei da sociedade vampírica,
não foi?
_Foi.
_Não
me sobra muito tempo, amor.
_Mas...
E com a gente? Tipo, estamos de férias, é isso? Quando você voltar para... Suas
obrigações, não teremos mais...
Ela
fez um gesto com os dedos entre eles. Edward riu e lhe abraçou forte.
_Eu
nunca pensaria em te deixar sozinha, bebê. Seu corpo me trouxe a vida
novamente. Meus dias serão cheios, mas minhas noites serão todas suas... Apenas
estava cansado delas e...
_Delas? Então você traía a
Tânia?
Ele
engoliu seco e travou a mente. Ela estreitou os olhos em desconfiança.
_Edward?
_Oi? –
ele falou com cara de inocente.
_Me conte.
_Não tenho nada para contar
amor.
Ela
concordou com a cabeça e se ergueu de seu colo, andando nua até o banheiro, não
sem antes se abaixar para pegar os shorts dela. Ela empinou a bunda para ele,
que rosnou baixinho e em segundos estava pregado as suas costas.
_Me enlouqueces assim,
milady...
Ele
falou e ela sentiu seu membro lhe cutucar as costas. Ela se encostou nele, lhe
rodeando o pescoço com o braço esquerdo. Ele lhe beijou o braço e mordeu de
leve. As presas arranharam a pele sem cortar, ela gemeu desavergonhadamente.
Ele chupou a pele do pescoço, enquanto brincava com um seio.
_Me diga a verdade querido...
_Não estou escondendo nada
carinho...
Ela
se soltou dele e ele lhe olhou confuso. Ela foi até a cama e se deitou, o
chamando com o dedo. Ele foi para lá, andando calmamente. Se posicionou em cima
dela, agarrou a mão e cheirou o pulso, rosnando de olhos fechados, suas presas
crescidas ao máximo. Ele abriu os olhos vermelhos e lhe observou, enquanto
levava seu membro até sua entrada molhada e pronta.
_Me diga, Ed... Tem mais
alguma mulher?
_Bella... Deixe isso para
depois amor...
Ele
falou, lhe soltando o braço e, quando foi lhe beijar, ela rastejou para longe
do agarre dele. Ele ficou lhe olhando da cama, vendo ela catar suas roupas e ir
para o banheiro e bater a porta.
_Mas que merda!!!
– ele pulou da cama e bateu na porta.
_Vai embora Edward! Quando quiser
me falar a verdade, volte!
_Esse é meu banheiro
também! Tem minhas coisas aí!!!
Ela
abriu a porta e tacou a escova de dentes, sabonete e toalha nele, que ficou
parado com cara de besta. Quando ela fechou a porta na cara dele, ele rugiu de
raiva e quebrou as dobradiças, arrancando a porta e jogando no meio do quarto. Entrou
com tudo dentro do cômodo. Bella deu um pulo e se virou para ele. Ele andou
calmamente até ela, observando ela segurar uma toalha, tentando se cobrir.
Ele
riu da modéstia dela.
_Nunca, nunca feche a porta na minha cara de
novo, Bebê. Não terá portas entre nós, entendeu? Não permitirei que obstáculos de
qualquer espécie se entreponha entre nós dois.
_Si... sim.
– ela estava ofegante, medo e desejo se mesclavam nela, deixando seu cheiro
mais irresistível.
Ele
lhe sorriu, um sorriso totalmente predador. Farejou o ar.
_Sabe, nunca te disseram
que o medo excita os vampiros, bebê?
_Não...
_Então me deixe lhe
demonstrar isso querida.
Ele
voou para ela. Foi só um borrão o que Bella viu, antes de se encontrar de
costas para ele, com as mãos erguidas bem alto e as pernas separadas até ao
limite. Ele se pregou a ela, abaixando a cabeça para sussurrar em seu ouvido.
_Prepare-se, bebê. Estou
com fome... Muita fome.
Ele
se introduziu nela, sem preâmbulos. Ela gemeu quando sentiu sua intimidade se
estirar para acomodá-lo. Ele começou os movimentos, enquanto lambia seu
pescoço. Por vezes, pressionando a veia, mas nunca mordendo. Ele lhe massageou
os seios, enquanto entrava e saia dela. A virou de frente e, como se fosse uma
boneca de pano, lhe suspendeu fazendo-a lhe rodear os quadris com as pernas.
Entrou novamente nela e se mexeu muito rápido, fazendo Bella alcançar o orgasmo
rapidamente, enquanto suas costas batiam contra a parede do banheiro. Ele os
levou para o quarto, sem sair de dentro dela. Ela não soube como, mas ele a fez
ficar de quatro, sem sair de dentro. Os embates eram cada vez mais rápidos e
fortes. Ele se curvou sobre ela e lhe lambeu a coluna de cima até embaixo,
segurando forte em seus cabelos, enquanto acelerava mais ainda. Bella chegou ao
clímax mais três vezes, antes dele alcançar seu prazer. Ela caiu como morta na
cama e ele por cima, respirando com dificuldade.
_Nunca... Nunca mais me
provoque. Viu o que me obrigou a fazer?
Ele
disse e lhe beijou as costas, alisando um hematoma no ombro esquerdo, de quando
ele a imprensou no banheiro. Saiu de cima dela, rolando para o lado e puxando-a
de encontro ao seu peito. Ela riu e rolou para ele, ficando por cima, seu
membro ganhando vida na mesma hora.
_Certo e agora que eu descobri uma maneira de
você me pegar de jeito, você acha que eu vou deixar passar?
Ele
riu, lhe puxando para um beijo.
_Você é maluca, eu poderia
ter te partido ao meio, Bella.
_Mas aí é que está o mais divertido, Ed. A
adrenalina... E, não sei se você percebeu, mas... Estou viva, sua sede estava
forte e você se controlou. Percebeu?
Ele
lhe olhou, entendendo o jogo dela.
_Você é ardilosa, Isabella
Cullen.
Ele
falou, lhe beijando e ela riu de encontro aos seus lábios. Mas o riso sumiu com
a mesma facilidade com que veio, quando ela sentiu ele lhe penetrar outra vez.
A manhã seria muito, muito longa...
************
Edward
estava no escritório, resolvendo os últimos detalhes para o jantar do
congresso. Ele não tinha aparecido ontem para nada e Jasper e Rosalie o substituíram.
Estava virando um folgado. Ele riu ao lembrar o motivo de ter faltado ao
primeiro dia de reuniões do evento que tanto fez questão de que acontecesse. E esse
motivo estava sentada à sua frente, com uma saia preta de lascão de lado e uma
blusa de alcinha vermelha, cabelos jogados de lado e um sorriso travesso na
cara, enquanto esperava que ele terminasse para irem almoçar. Ela tinha vindo à
empresa lhe fazer uma visita.
_Pronta bebê?
– ele perguntou, quando assinou o último édito do dia e se ergueu, pegando seu paletó
cinza chumbo e vestindo-o. Ela se ergueu e lhe ajudou, beijando seu peito
depois.
_Estou bonita?
– ela perguntou insegura e ele sorriu.
_Está linda. Eu sei que
nunca se vestiu com roupas assim, que seu estilo é mais casual, mas no almoço
não estará só nos dois.
_Eu sei, Thomas me avisou quando eu disse que
queria te fazer uma surpresa. Os senhores das assembléias estarão presentes,
né?
_Só
à noite, agora são executivos normais.
_Normais você quer dizer
humanos?
_Isso aí.
_Eles sabem quem você é?
Digo…
_Não, apenas sabem que eu
sou um bilionário excêntrico e chato. Imagine a cara de bunda deles quando eu
chegar com uma obra prima ao meu lado?
Ela
se ruborizou e ele alisou as manchas vermelhas em suas bochechas com as pontas
dos dedos.
_Sinto vontade de lambê-las, sabia?- ele
disse com uma voz rouca
_Então lamba-as.
- Ela falou provocativamente.
_Não dá, se começo não paro e ai terminaremos
o dia jogados no tapete, nus e arfantes, sem energia para nada.
_Promessas, promessas... –
ela falou, lambendo lhe o pescoço
_Pequena provocadora.
Ele
rosnou e lhe beijou, enquanto se dirigiam para a porta. vários vampiros que trabalhavam
lá e também uma porção de humanos os olharam com estranheza. O patrão nunca foi
assim com Tânia.
“o
que estão olhando?”
“Nada
de mais. Estão surpresos de que eu esteja sorrindo.”
Eles
falavam mentalmente, enquanto se dirigiam para os elevadores. Entraram e o
celular dela tocou.
_Alô?
Papai. Eu sei... Certo, mas... Ok papai. Espera, ele não é não... O senhor me
conhece. Está bem, extaremos aí amanhã... Beijos.
Ela
desligou e coçou a testa. Ela sempre fazia isso quando estava nervosa. Ele a abraçou
apertado.
_O que seu pai queria?
_Ele nos deu uma intimação.
_Nos deu? – ele
falou com uma sobrancelha arqueada.
_Alguém ligou para ele e disse
que eu estava dormindo com um homem casado, pode imaginar como ele ficou?
_Posso. Iremos amanhã lá, hoje
a noite tem o jantar e todo o resto envolvendo o congresso.
_Você falará com ele?
_Claro, sem preâmbulos
Bella. Quero que ele saiba que eu te amo e que você me ama, ficaremos juntos e
marcaremos a data do casamento o quanto antes.
_OUO!!! Você não quer...Sei
lá, um namoro mais longo primeiro?
_Para quê? Nos amamos, por
quê adiar o inevitável?
_Eu sei, mas é que...
_É que? Vamos, fale bebê,
está arrependida?
_NÃO!!!
Ela
gritou a palavra e ele riu aliviado.
_Explique-se.
_Ed, começamos há apenas
três dias. O que vão pensar de mim?
_Que é minha e quer se
casar comigo e que eu sou o homem mais sortudo do mundo inteiro por ter você ao
meu lado.
Ela
se soltou dele e ficou andando de um lado para o outro. Ele sorriu, ela era
absurda.
_Colocando nesses termos
né, até que fica bonitinho. Mas os vampiros?
Hã? O que dirão? Que sou uma desfrutável e que lhe prendeu pelo seu
ponto fraco.
_E qual é o meu ponto
fraco?
Ele
perguntou, erguendo uma sobrancelha, enquanto enfiava as mãos nos bolsos da
calça e se encostava displicentemente na parede do elevador.
_Sexo. Entenda, você estava
a cinquenta anos que não dava umazinha...
_Umazinha?
_Você me entendeu!
– ela falou vermelha com a infeliz escolha de palavras.
_Certo, continue por favor.
_Então, você estava noivo
de Tânia, a vampira mais linda da raça de vocês...
_Ela não é a mais linda da nossa
raça, bebê.
_Não me interrompa! Aonde
eu estava?
_Você estava tentando me
agarrar.
Ele
falou despreocupado e ela lhe olhou sério. Ele suspirou dramaticamente e fez
sinal com a mão para ela continuar.
_Certo, olhe Ed, vocês
terminaram recentemente, põe recentemente nisso, e agora você vai casar? O que
pensarão de mim? Que sou uma caça dotes!!!
Ela
falou agitada e ele lhe agarrou, lhe puxando para seus braços.
_Agora venha cá. Me escute,
Isabella. Todo vampiro sabe que eu encontrei você, minha escolhida, que eu
estou, como aquela revista de quinta disse, fora de circulação. Quando um
vampiro encontra sua escolhida, ele imediatamente casa, é comum, tem alguns que
se casam no mesmo dia, não que a noiva esteja de acordo, mas enfim, é assim...
_Como assim não está de
acordo?
_Bom, quando um vampiro
encontra sua escolhida, ele automaticamente passa a pertencer a ela, mas ela
tem que aceitá-lo, sabe, a escolha de viver com ele é dela. Se ela não quiser,
ele não pode forçá-la.
_E quando isso acontece, o
que o vampiro faz?
_Nada, aceita. É claro que
ele amará ela por toda a sua vida, mas ele ficará feliz vendo-a feliz.
_Isso é uma estupidez.
Digo, quem em seu juízo perfeito desprezaria alguém que faria tudo por ela?
Mataria e morreria, que daria seu amor incondicional e que praticamente
lamberia o chão que ela pisa?
_Você quer que eu lamba o
chão que você pisa, bebê?
_Não foi...
_Por que se quiser, assim
será.
_Ed...
_Amor, entenda. Eu te amo e
não tem mais volta e eu não quero que tenha. Você sente o tamanho do meu amor
por você? Será que imagina como você me tem na sua mão? Você me mantem preso a
você sem correntes. Eu nunca quis tanto algo em toda a minha vida do que me
afundar nos seus braços e esquecer de tudo a minha volta, preocupações, reino,
guerras. Você me faz sentir tão confiante como eu deveria ser, seu amor me faz
sentir que sou imbatível, nada pode me deter.
Você me amou no meu momento mais frágil, quando eu pensei, na minha ignorância,
que eu era forte. Quando você me toca, um pequeno instante que seja, eu sinto
que minhas defesas caem. Fico à sua mercê, à mercê da sua gravidade, girando em
torno de você. Isso é o motivo mais forte que eu achei para querer, senão
loucamente, mais desesperadamente você ao meu lado, para todo o sempre. Você está
em mim, toda você, em cada parte, em cada poro, em cada pensamento e em cada
respiração. Você me tem na sua mão para fazer o que quiser de mim e eu não
poderia estar mais feliz do que estou nesse momento.
Ela
lhe alisou a mandíbula e lhe sorriu com os olhos cheios d’água.
_Eu te amo tanto, meu
querido. Sim, eu me caso com você, até agora se você quiser.
_Você será a mãe mais linda
do mundo, sabia?
_Eu, mãe? Vampiros podem gerar
filhos?
_Só com suas escolhidas.
Teremos muitos?
_Quantos você quer?
_Hum... Não sei... Dez
talvez?
Ela
arregalou os olhos para ele e ele sorriu com o pensamento de ter tantos pezinhos
correndo pela casa.
_É serio isso? Por que eu só
tenho vinte e quatro, se tivermos um a cada dois anos, eu terei quarenta e
quatro quando o último nascer e serei uma velha com tudo despencado e murcho.
Ela fez uma careta e ele
riu, negando com a cabeça. A trouxe para mais perto, lhe beijando os lábios. As
portas se abriram e eles saíram abraçados em direção ao seu carro.
_Você se lembra que o sangue vampiro não deixa envelhecer?
_É mas... Eu terei que
beber ele.
_Não é tão ruim. O seu ,por
exemplo, tem cheiro de adocicado de mel canela e... Ele cheirou seu pescoço... Pimenta
e frésias. Me deixa com água na boca.
_Uau, já pensou em ser um
degustador de sangue ou vinho? Você ganharia milhões.
_Nem tanto a tanto, nem
tanto a pouco.
Ele
falou dando de ombros.
_Não entendi.
_Tenho o suficiente, não preciso
trabalhar nessa área não. Se aprecio os aromas, é por que eu gosto. Do seu em
particular bebê.
_Por que você me chama de
bebê?
Ele riu e lhe beijou a
testa calidamente.
_Sou mais velho do que você,
quatrocentos e onze anos, minha querida, de fato você é um bebê para mim. Um
bebê maravilhoso, o qual vou ninar e mimar pra todo o sempre.
Ela se ruborizou e ele lhe
deu mais um beijo, antes de ligar o carro e saírem de lá.
N/B: OMGG, gente, que
declaração mais linda foi essa do Edward!!!! Quem me dera estar n lugar da
Bella sortuda e ter um bofe desses, enfim, sonhar não paga imposto, kkkkk!!
Agora o Edward que se
cuide, porque quando a Bella descobrir sobre as concubinas, o bicho var pegar,
a casa vai cair, rsrsrsrs!!
Gente do céu, Edward
selvagem é TUDOOO!! Pra quem estava a 50 anos na seca, até que ele tá mandando
bem! E quem ganha é a Bellinha!!kkkk
Mal posso esperar pra ver a
conversa do Edward com o sogrão. Alguma coisa me diz que vai ser hilárioo!
ai adorei muito legal e muito louco estou ansiosa pelo próximo cap
ResponderExcluirAh!!!!! que coisa mais linda !!!!! Vampiro apaixonado é tudo !!!!!
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