terça-feira, 23 de abril de 2013

Meu Amor Vampiro: Capítulo 8


Capítulo 08



Ela tinha despertado. Ele sentiu quando ela acordou, mas ele preferiu ficar de olhos fechados, deixando-a lhe observar. Ela levou suas pequeninas mãos ao seu rosto, tocando de leve, com medo de despertá-lo. Lhe alisou a mandíbula, descendo os dedos para o pescoço. Tocou a veia carótida, sentindo a pulsação. Voltou as mãos delicadamente para suas bochechas, nariz, lábios, subiu para a testa, alisou seus cabelos, cheiro-os, beijou-os. Ele não fez nada, salvo apreciar esse momento. Era maravilhoso saber que tinham feito amor e ela continuava viva e aqui com ele. Ela não tinha fugido, ela o amava. E ele amava-a mais ainda.

_É bom saber disso. – Ela sussurrou ao seu ouvido, se afastando.

Ele abriu um olho e ergueu uma sobrancelha.

_Espiando meus pensamentos?
_Você não fez esforço algum para mantê-los encobertos.
_Tem razão, não fiz. – ele sorriu e lhe alisou os cabelos, os tirando os da frente dos olhos
“Vampiros lêem a mente das pessoas”
_Não, nenhum vampiro tem esse poder.
_Então, porque você pode ler a minha e... Eu lia a sua. Sou vampira também?
_Não.

“Mas como é possível”?

_Eu não sei como é possível, mas estamos fazendo.
_A maldição? Sabe nada, em mim é encoberto a você nem você a mim. Eu sinto sua sede, seus sentimentos... São os meus, são um só. É estranho.
_É, mas... Sabe, ler os pensamentos tem suas vantagens.
_É, quais?

Eu posso entrar na sua cabeça e lhe dizer um monte de coisas que lhe porão molhada e pronta para mim... O que acha disso, bebê?”

_Jogo sujo, Ed. Muito sujo. – ela murmurou com as bochechas rosadas.

Ele riu e lhe pegou pela cintura, lhe jogando de costas na cama e ficando por cima. Estavam nus, mas nenhum dos dois se importava com esse mero detalhe. Ele cheirou seu pescoço, beijando a veia. Ela sentiu a sede dele crescer dolorosamente.

_Não quebramos a maldição, não foi? - Ela falou, alisando seus cabelos

_Não amor. Não conseguimos e eu agradeço a Deus por isso.
_É alguma brincadeira?
_Não, para a maldição se romper você terá que morrer,e você está bem viva e eu pretendo que fique assim pelos próximos quinhentos anos. Ou mais.
_Você não pode viver assim com sede.
_É perigoso, eu sei. Se eu perder o controle, você morre e...
_Não é disso que eu estou falando, Edward. Apenas meu cheiro te causa dor e não negue, eu posso sentir, ok! Temos que dar um jeito nisso. Talvez...
_Não.
_Você se controlou ontem.
_Eu estava preso nas correntes, esqueceu?
_Mas no final eu te soltei e você bebeu de mim e eu ainda estou aqui.
_Sei. O que você tem em mente?
_Pequenas doses, o que acha?
_Pequenas doses?
_Sim. Sabe, você ficará sossegado, controlado, mas do que quando toma essa droga que o Thomas faz. Você sentiu ontem. Se acalmou na medida que meu sangue entrou no seu sistema.
_Não vamos correr esse risco novamente, eu posso perder o controle.
_Mas Edward...
_Sem sangue da próxima vez.
_Ok. Será... Que selamos o elo ontem à noite?
_Não totalmente, você precisa tomar meu sangue enquanto eu tomo o seu.

Ela fez uma careta e ele riu, lhe beijando apaixonadamente.

_Você quase morre ontem para me libertar da maldição e agora quer fugir de uma coisinha tão boba como beber meu sangue?
_Não gosto de sangue, é... Nojento.
_Não é não. É minha comida favorita, depois de você é claro.
_É claro... Você é pervertido.
_Cinquenta anos sem sexo deixa você assim, querida.
_Cinquenta anos?!
_Uhum...

 Ele falou cheirando seu pescoço. Ela se arrepiou toda e ele riu.

_Porque passou tanto tempo sem fazer... Você sabe.

Ele se ergueu e sentou na cama. Pegou ela e lhe colocou sentada em cima dele, uma perna de cada lado. Seu membro rijo ficou esmagado entre o estômago dela e o dele. Ela colocou as mãos no seu pescoço e lhe sorriu, esperando ele falar.

_Bom... – ele escovou os lábios nos dela. – Eu te falei que sou o rei da sociedade vampírica, não foi?
_Foi.
_Não me sobra muito tempo, amor.
_Mas... E com a gente? Tipo, estamos de férias, é isso? Quando você voltar para... Suas obrigações, não teremos mais...

Ela fez um gesto com os dedos entre eles. Edward riu e lhe abraçou forte.

_Eu nunca pensaria em te deixar sozinha, bebê. Seu corpo me trouxe a vida novamente. Meus dias serão cheios, mas minhas noites serão todas suas... Apenas estava cansado delas e...

_Delas? Então você traía a Tânia?

Ele engoliu seco e travou a mente. Ela estreitou os olhos em desconfiança.




_Edward?
_Oi? – ele falou com cara de inocente.
_Me conte.
_Não tenho nada para contar amor.

Ela concordou com a cabeça e se ergueu de seu colo, andando nua até o banheiro, não sem antes se abaixar para pegar os shorts dela. Ela empinou a bunda para ele, que rosnou baixinho e em segundos estava pregado as suas costas.

_Me enlouqueces assim, milady...

Ele falou e ela sentiu seu membro lhe cutucar as costas. Ela se encostou nele, lhe rodeando o pescoço com o braço esquerdo. Ele lhe beijou o braço e mordeu de leve. As presas arranharam a pele sem cortar, ela gemeu desavergonhadamente. Ele chupou a pele do pescoço, enquanto brincava com um seio.

_Me diga a verdade querido...
_Não estou escondendo nada carinho...

Ela se soltou dele e ele lhe olhou confuso. Ela foi até a cama e se deitou, o chamando com o dedo. Ele foi para lá, andando calmamente. Se posicionou em cima dela, agarrou a mão e cheirou o pulso, rosnando de olhos fechados, suas presas crescidas ao máximo. Ele abriu os olhos vermelhos e lhe observou, enquanto levava seu membro até sua entrada molhada e pronta.

_Me diga, Ed... Tem mais alguma mulher?
_Bella... Deixe isso para depois amor...

Ele falou, lhe soltando o braço e, quando foi lhe beijar, ela rastejou para longe do agarre dele. Ele ficou lhe olhando da cama, vendo ela catar suas roupas e ir para o banheiro e bater a porta.

_Mas que merda!!! – ele pulou da cama e bateu na porta.
_Vai embora Edward! Quando quiser me falar a verdade, volte!
_Esse é meu banheiro também! Tem minhas coisas aí!!!
Ela abriu a porta e tacou a escova de dentes, sabonete e toalha nele, que ficou parado com cara de besta. Quando ela fechou a porta na cara dele, ele rugiu de raiva e quebrou as dobradiças, arrancando a porta e jogando no meio do quarto. Entrou com tudo dentro do cômodo. Bella deu um pulo e se virou para ele. Ele andou calmamente até ela, observando ela segurar uma toalha, tentando se cobrir.

Ele riu da modéstia dela.

_Nunca, nunca feche a porta na minha cara de novo, Bebê. Não terá portas entre nós, entendeu? Não permitirei que obstáculos de qualquer espécie se entreponha entre nós dois.

_Si... sim. – ela estava ofegante, medo e desejo se mesclavam nela, deixando seu cheiro mais irresistível.

Ele lhe sorriu, um sorriso totalmente predador. Farejou o ar.

_Sabe, nunca te disseram que o medo excita os vampiros, bebê?
_Não...
_Então me deixe lhe demonstrar isso querida.

Ele voou para ela. Foi só um borrão o que Bella viu, antes de se encontrar de costas para ele, com as mãos erguidas bem alto e as pernas separadas até ao limite. Ele se pregou a ela, abaixando a cabeça para sussurrar em seu ouvido.

_Prepare-se, bebê. Estou com fome... Muita fome.
Ele se introduziu nela, sem preâmbulos. Ela gemeu quando sentiu sua intimidade se estirar para acomodá-lo. Ele começou os movimentos, enquanto lambia seu pescoço. Por vezes, pressionando a veia, mas nunca mordendo. Ele lhe massageou os seios, enquanto entrava e saia dela. A virou de frente e, como se fosse uma boneca de pano, lhe suspendeu fazendo-a lhe rodear os quadris com as pernas. Entrou novamente nela e se mexeu muito rápido, fazendo Bella alcançar o orgasmo rapidamente, enquanto suas costas batiam contra a parede do banheiro. Ele os levou para o quarto, sem sair de dentro dela. Ela não soube como, mas ele a fez ficar de quatro, sem sair de dentro. Os embates eram cada vez mais rápidos e fortes. Ele se curvou sobre ela e lhe lambeu a coluna de cima até embaixo, segurando forte em seus cabelos, enquanto acelerava mais ainda. Bella chegou ao clímax mais três vezes, antes dele alcançar seu prazer. Ela caiu como morta na cama e ele por cima, respirando com dificuldade.

_Nunca... Nunca mais me provoque. Viu o que me obrigou a fazer?

Ele disse e lhe beijou as costas, alisando um hematoma no ombro esquerdo, de quando ele a imprensou no banheiro. Saiu de cima dela, rolando para o lado e puxando-a de encontro ao seu peito. Ela riu e rolou para ele, ficando por cima, seu membro ganhando vida na mesma hora.

_Certo e agora que eu descobri uma maneira de você me pegar de jeito, você acha que eu vou deixar passar?

Ele riu, lhe puxando para um beijo.

_Você é maluca, eu poderia ter te partido ao meio, Bella.
_Mas aí é que está o mais divertido, Ed. A adrenalina... E, não sei se você percebeu, mas... Estou viva, sua sede estava forte e você se controlou. Percebeu?

Ele lhe olhou, entendendo o jogo dela.

_Você é ardilosa, Isabella Cullen.

Ele falou, lhe beijando e ela riu de encontro aos seus lábios. Mas o riso sumiu com a mesma facilidade com que veio, quando ela sentiu ele lhe penetrar outra vez. A manhã seria muito, muito longa...

                                           ************
           Incubus - Drive

Edward estava no escritório, resolvendo os últimos detalhes para o jantar do congresso. Ele não tinha aparecido ontem para nada e Jasper e Rosalie o substituíram. Estava virando um folgado. Ele riu ao lembrar o motivo de ter faltado ao primeiro dia de reuniões do evento que tanto fez questão de que acontecesse. E esse motivo estava sentada à sua frente, com uma saia preta de lascão de lado e uma blusa de alcinha vermelha, cabelos jogados de lado e um sorriso travesso na cara, enquanto esperava que ele terminasse para irem almoçar. Ela tinha vindo à empresa lhe fazer uma visita.

_Pronta bebê? – ele perguntou, quando assinou o último édito do dia e se ergueu, pegando seu paletó cinza chumbo e vestindo-o. Ela se ergueu e lhe ajudou, beijando seu peito depois.
_Estou bonita? – ela perguntou insegura e ele sorriu.
_Está linda. Eu sei que nunca se vestiu com roupas assim, que seu estilo é mais casual, mas no almoço não estará só nos dois.
_Eu sei, Thomas me avisou quando eu disse que queria te fazer uma surpresa. Os senhores das assembléias estarão presentes, né?
_Só à noite, agora são executivos normais.
_Normais você quer dizer humanos?
_Isso aí.
_Eles sabem quem você é? Digo…
_Não, apenas sabem que eu sou um bilionário excêntrico e chato. Imagine a cara de bunda deles quando eu chegar com uma obra prima ao meu lado?

Ela se ruborizou e ele alisou as manchas vermelhas em suas bochechas com as pontas dos dedos.

_Sinto vontade de lambê-las, sabia?- ele disse com uma voz rouca
_Então lamba-as. - Ela falou provocativamente.
_Não dá, se começo não paro e ai terminaremos o dia jogados no tapete, nus e arfantes, sem energia para nada.
_Promessas, promessas... – ela falou, lambendo lhe o pescoço
_Pequena provocadora.

Ele rosnou e lhe beijou, enquanto se dirigiam para a porta. vários vampiros que trabalhavam lá e também uma porção de humanos os olharam com estranheza. O patrão nunca foi assim com Tânia.

“o que estão olhando?”
“Nada de mais. Estão surpresos de que eu esteja sorrindo.”

Eles falavam mentalmente, enquanto se dirigiam para os elevadores. Entraram e o celular dela tocou.

_Alô? Papai. Eu sei... Certo, mas... Ok papai. Espera, ele não é não... O senhor me conhece. Está bem, extaremos aí amanhã... Beijos.

Ela desligou e coçou a testa. Ela sempre fazia isso quando estava nervosa. Ele a abraçou apertado.

_O que seu pai queria?
_Ele nos deu uma intimação.
_Nos deu? – ele falou com uma sobrancelha arqueada.
_Alguém ligou para ele e disse que eu estava dormindo com um homem casado, pode imaginar como ele ficou?
_Posso. Iremos amanhã lá, hoje a noite tem o jantar e todo o resto envolvendo o congresso.
_Você falará com ele?
_Claro, sem preâmbulos Bella. Quero que ele saiba que eu te amo e que você me ama, ficaremos juntos e marcaremos a data do casamento o quanto antes.


_OUO!!! Você não quer...Sei lá,  um namoro mais longo primeiro?
_Para quê? Nos amamos, por quê adiar o inevitável?
_Eu sei, mas é que...
_É que? Vamos, fale bebê, está arrependida?
_NÃO!!!

Ela gritou a palavra e ele riu aliviado.

_Explique-se.
_Ed, começamos há apenas três dias. O que vão pensar de mim?
_Que é minha e quer se casar comigo e que eu sou o homem mais sortudo do mundo inteiro por ter você ao meu lado.

Ela se soltou dele e ficou andando de um lado para o outro. Ele sorriu, ela era absurda.

_Colocando nesses termos né, até que fica bonitinho. Mas os vampiros?  Hã? O que dirão? Que sou uma desfrutável e que lhe prendeu pelo seu ponto fraco.
_E qual é o meu ponto fraco?

Ele perguntou, erguendo uma sobrancelha, enquanto enfiava as mãos nos bolsos da calça e se encostava displicentemente na parede do elevador.

_Sexo. Entenda, você estava a cinquenta anos que não dava umazinha...
_Umazinha?
_Você me entendeu! – ela falou vermelha com a infeliz escolha de palavras.
_Certo, continue por favor.
_Então, você estava noivo de Tânia, a vampira mais linda da raça de vocês...
_Ela não é a mais linda da nossa raça, bebê.
_Não me interrompa! Aonde eu estava?
_Você estava tentando me agarrar.

Ele falou despreocupado e ela lhe olhou sério. Ele suspirou dramaticamente e fez sinal com a mão para ela continuar.

_Certo, olhe Ed, vocês terminaram recentemente, põe recentemente nisso, e agora você vai casar? O que pensarão de mim? Que sou uma caça dotes!!!

Ela falou agitada e ele lhe agarrou, lhe puxando para seus braços.

_Agora venha cá. Me escute, Isabella. Todo vampiro sabe que eu encontrei você, minha escolhida, que eu estou, como aquela revista de quinta disse, fora de circulação. Quando um vampiro encontra sua escolhida, ele imediatamente casa, é comum, tem alguns que se casam no mesmo dia, não que a noiva esteja de acordo, mas enfim, é assim...
_Como assim não está de acordo?
_Bom, quando um vampiro encontra sua escolhida, ele automaticamente passa a pertencer a ela, mas ela tem que aceitá-lo, sabe, a escolha de viver com ele é dela. Se ela não quiser, ele não pode forçá-la.
_E quando isso acontece, o que o vampiro faz?
_Nada, aceita. É claro que ele amará ela por toda a sua vida, mas ele ficará feliz vendo-a feliz.
_Isso é uma estupidez. Digo, quem em seu juízo perfeito desprezaria alguém que faria tudo por ela? Mataria e morreria, que daria seu amor incondicional e que praticamente lamberia o chão que ela pisa?
_Você quer que eu lamba o chão que você pisa, bebê?
_Não foi...
_Por que se quiser, assim será.



_Ed...
_Amor, entenda. Eu te amo e não tem mais volta e eu não quero que tenha. Você sente o tamanho do meu amor por você? Será que imagina como você me tem na sua mão? Você me mantem preso a você sem correntes. Eu nunca quis tanto algo em toda a minha vida do que me afundar nos seus braços e esquecer de tudo a minha volta, preocupações, reino, guerras. Você me faz sentir tão confiante como eu deveria ser, seu amor me faz sentir que sou imbatível, nada pode me deter.  Você me amou no meu momento mais frágil, quando eu pensei, na minha ignorância, que eu era forte. Quando você me toca, um pequeno instante que seja, eu sinto que minhas defesas caem. Fico à sua mercê, à mercê da sua gravidade, girando em torno de você. Isso é o motivo mais forte que eu achei para querer, senão loucamente, mais desesperadamente você ao meu lado, para todo o sempre. Você está em mim, toda você, em cada parte, em cada poro, em cada pensamento e em cada respiração. Você me tem na sua mão para fazer o que quiser de mim e eu não poderia estar mais feliz do que estou nesse momento.

Ela lhe alisou a mandíbula e lhe sorriu com os olhos cheios d’água.

_Eu te amo tanto, meu querido. Sim, eu me caso com você, até agora se você quiser.
_Você será a mãe mais linda do mundo, sabia?
_Eu, mãe? Vampiros podem gerar filhos?
_Só com suas escolhidas. Teremos muitos?
_Quantos você quer?
_Hum... Não sei... Dez talvez?

Ela arregalou os olhos para ele e ele sorriu com o pensamento de ter tantos pezinhos correndo pela casa.

_É serio isso? Por que eu só tenho vinte e quatro, se tivermos um a cada dois anos, eu terei quarenta e quatro quando o último nascer e serei uma velha com tudo despencado e murcho.

Ela fez uma careta e ele riu, negando com a cabeça. A trouxe para mais perto, lhe beijando os lábios. As portas se abriram e eles saíram abraçados em direção ao seu carro.

_Você se lembra que o sangue  vampiro não deixa  envelhecer?
_É mas... Eu terei que beber ele.
_Não é tão ruim. O seu ,por exemplo, tem cheiro de adocicado de mel canela e... Ele cheirou seu pescoço... Pimenta e frésias. Me deixa com água na boca.
_Uau, já pensou em ser um degustador de sangue ou vinho? Você ganharia milhões.
_Nem tanto a tanto, nem tanto a pouco.

Ele falou dando de ombros.

_Não entendi.
_Tenho o suficiente, não preciso trabalhar nessa área não. Se aprecio os aromas, é por que eu gosto. Do seu em particular bebê.
_Por que você me chama de bebê?

Ele riu e lhe beijou a testa calidamente.

_Sou mais velho do que você, quatrocentos e onze anos, minha querida, de fato você é um bebê para mim. Um bebê maravilhoso, o qual vou ninar e mimar pra todo o sempre.

Ela se ruborizou e ele lhe deu mais um beijo, antes de ligar o carro e saírem de lá.

N/B: OMGG, gente, que declaração mais linda foi essa do Edward!!!! Quem me dera estar n lugar da Bella sortuda e ter um bofe desses, enfim, sonhar não paga imposto, kkkkk!!
Agora o Edward que se cuide, porque quando a Bella descobrir sobre as concubinas, o bicho var pegar, a casa vai cair, rsrsrsrs!!
Gente do céu, Edward selvagem é TUDOOO!! Pra quem estava a 50 anos na seca, até que ele tá mandando bem! E quem ganha é a Bellinha!!kkkk
Mal posso esperar pra ver a conversa do Edward com o sogrão. Alguma coisa me diz que vai ser hilárioo!

2 comentários:

  1. ai adorei muito legal e muito louco estou ansiosa pelo próximo cap

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  2. Ah!!!!! que coisa mais linda !!!!! Vampiro apaixonado é tudo !!!!!

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