segunda-feira, 29 de abril de 2013

O Fogo dos Teus Olhos: Capítulo 5




CAPÍTULO 05 



Obs: A nossa Milly está um pouco dodói e precisando descansar, mas, mesmo assim, para não faltar com o prometido, escreveu este cap. de OFDTO que, devo dizer, está fantástico. As melhoras para ela! 



Boa leitura. Ah, e oiçam essa música, por favor, é maravilhosa!

{***}




_Conte-me novamente... O porquê de querer me abandonar. 

Edward falou, sentando na cama e apoiando as costas no enorme espelho, que era sua cabeceira. Bella sorriu e veio para ele, sentando em seu colo, uma perna de cada lado do quadril. Segurou seu rosto com as mãos e lhe beijou demoradamente. 



_Melhor? - ela sussurrou e ele negou com a cabeça. 



_Não mesmo, você não me respondeu. - ele segurou forte em sua cintura, quando ela quis se afastar e ele a deitou na cama, se posicionando em cima de seu corpo macio. _ Nem pense nisso neném, não estou pronto para deixar você ir. 



_Mas eu preciso ir. Nem todo mundo tem bilhões em sua conta, sem querer ofender. 



Ela lhe mordeu o queixo e deslizou debaixo dele, indo para o banheiro. Ele enfiou a cara no travesseiro, respirando fundo. Virou-se na cama, apoiando a cabeça na mão, enquanto ouvia os sons dentro do recinto. Fechou os olhos e jurou que podia ver as gotículas de água deslizarem por seu corpo miúdo. Ele poderia ampará-las com a língua, ele sentia o goto delas na ponta de sua língua. Sorriu, negando em um movimento lento de cabeça. Como ele, Edward Cullen, o homem mais poderoso da atualidade, pode cair de joelhos por uma diminuta mulher de sangue quente e com um temperamento infernal? O amor nos torna idiotas. Fato! 



_Hei meu herói, o que está pensando? – ela disse, voltando para o quarto, já totalmente vestida em seu vestido branco da noite em que se encontraram na boate. Ela passou esses dias usando suas camisas ou a camisola que ele mandou trazer para ela. Levava o cabelo preso em um coque. 



_Que eu saiba, a mocinha não foge do herói. – ele falou, se erguendo e caminhando para ela, que esperou no meio do quarto. 



_Eu não estou fugindo. – ela lhe abraçou pelo pescoço. 



_Então está, deliberadamente, me abandonando. 



_Meu Deus! Você é mimado! Parece meu antigo gato, sempre querendo atenção. 



_Culpa sua! Antes de você, eu não precisava de atenção. E nem gostava também. – ele respirou seu cheiro, beijando um ponto sensível atrás da orelha. Ela se arrepiou e ele sorriu. _ Apague as luzes, venha para a cama. Não são bem quatro horas da manhã ainda. 



_Porque está sussurrando? – ela falou, fechando os olhos por causa das sensações que ele fazia seu corpo sentir. 



_Tenho muitas coisas na cabeça, as vozes gritam aqui dentro. – ele levou sua mão até sua têmpora esquerda, pressionando-a com força. Ela sentia o pulsar da veia _ Diminua essas vozes dentro da minha cabeça, por favor, faça-as parar. Faça a dor parar. 



_Você sofre de enxaqueca há muito tempo? 



_Minha vida toda... Deite-se comigo, neném. 



_Dói muito? Tem remédio? Já foi ao médico ver isso?– ela sussurrou, preocupada e ele lhe beijou os dedos, alisando seus cabelos delicadamente, como se ela precisasse de conforto e não ele. 



_Apenas me abrace firme. Eu fiz coisas em meu passado que me trazem pesadelos, os quais eu nunca quero que você saiba. Você fugiria de mim... – ele sussurrou mais baixo ainda, como se fazendo assim os pesadelos não o alcançassem. E as dores sumissem. 



_Eu nunca te acusaria de nada... Eu te entenderei e te perdoarei por qualquer coisa. Eu prometo. 



_Não quero que seja condescendente comigo. Não seja condescendente. Meu passado me censura, nunca fui um homem que ligasse para a opinião dos outros. Mas, você é diferente, eu quero... – ele entrelaçou os dedos de ambos, os levando aos lábios. _ Quero ser melhor para você do que eu jamais fui para ninguém. 



Ele lhe falou, olhando em seus olhos e ela viu tanta sinceridade naquele mar verde, que ficou arrepiada. Ele queria ser diferente por ela? Ele foi tão tolerante com suas merdas, suas acusações injustas, jogadas em sua cara na noite passada e não queria que ela fosse igual com ele? Será que ele achava que o sofrimento o lavaria por dentro de toda a culpa que sentia? Ela não acreditava nisso, nesse negócio de auto flagelação, mesmo que psicológica, para limpar o corpo e a mente. O amor cura todas as feridas, o sofrimento não. 



_ Porque eu não posso fazer você me amar? – ele soltou de vez e isso causou tontura nela, por que ela via a necessidade dele de ser amado. Deus!... Ela via uma criança na sua frente, pedindo atenção, pedindo para ser amado, entendido. 



Ele desnudou sua alma para ela ontem à noite, ele lhe contou coisas que ninguém sabia. Ele precisava ouvir a verdade dela. E ouviria. Bella se mexeu em seus braços, entrelaçando as mãos e os puxando para a cama. Faltava um par de horas para amanhecer mesmo e estava frio e chuvoso lá fora. O calor de uma cama quentinha e a companhia dele era algo que ela não poderia recusar jamais. 



_Você não pode fazer meu coração sentir algo que ele não consegue... 



Ele concordou sério, mas ela viu dor em seus olhos e sorriu, lhe alisando a bochecha delicadamente. 



_Eu vou colocar de uma forma que você entenda, por que, ao que tudo indica, eu me expressei mal. Meu coração está cheio, quando eu fecho os olhos, então eu vejo como ele está por dentro. Quando você está me segurando assim, eu me sinto forte.... Indestrutível, você me faz sentir assim tão especial... 



_Você é especial, Bella... 



Ele disse sério, não aceitando uma negação e ela concordou com ele. Ela lhe beijou nos lábios. 



_Então, eu vou te contar uma coisa. Você não pode fazer meu coração sentir algo que ele não consegue, por que ele não suportaria te amar mais do que te ama. Edward, ele arrebentaria se fosse possível te introduzir mais a fundo nele do que você já está. 



_Você me ama. – ele sorriu, fechando os olhos e saboreando o momento. 



_Sim, eu o amo! 



_Eu sou confuso... 



_Eu também, mas, vamos fazer isso dar certo, eu vou tentar e você também. 



_Vai haver brigas, neném. Eu gosto do controle e você não é dada a obedecer. 



_ Está me dizendo para desistir desta luta? 



Ele sorriu e negou com a cabeça. 



_Não, não de forma alguma, não vamos desistir. E eu também amo você. 



_Fico feliz em saber disso... 



Ela sussurrou e ele a abraçou apertado, beijando-a e despojando-a de seus trajes. Não precisariam deles para o que tinha em mente... 



{***} 



Bella estava na cozinha, preparando o café da manhã, enquanto ele estava tomando banho. Ele a quis arrastar para o chuveiro com ele, mas ela, valentemente, se negou a sucumbir aos seus caprichos. Se entrasse com ele no chuveiro, sairiam de lá apenas para a cama e nada mais. Ela foi forte, apesar de se xingar de estúpida a todo segundo. 



Edward saiu do quarto, arrumando a gravata e foi recebido por um cheiro maravilhoso. Ele seguiu esse cheiro, que o levou direto para a cozinha onde uma concentrada Bella estava parada na frente do fogão, cozinhando uma refeição quente para ele, enquanto assistia a TV posta em cima do balcão. Parecia tão anormal isso, essa cena em seu apartamento, que o espantou até a medula. Mas, quando ela se virou e lhe viu, lhe brindando com um dos seus mais raros e encantadores sorrisos, tudo fez sentido para ele. Ela fazia sentido na sua vida. Todo o sentido. Ela era sua vida. 



_Sente-se, grande homem e deixe que eu te alimente. 



_Certo. Eu vou precisar viajar essa tarde. – ele disse, tomando assento e bebendo de sua xícara, onde um café forte sem açúcar o esperava. _ Delicioso. 



Ela sorriu, sentando-se ao seu lado, depois que serviu a ambos, os pratos cheios com ovos, bacon, salsichas e torradas lhe deram água na boca. 



_Vai demorar? – ela perguntou, colocando açúcar e leite em seu café. Era uma cena tão caseira, que ele achou, por um momento, estar sonhando. 



_Uma semana, no máximo, quero que fique aqui. 



_Quero ir para minha casa. 



Ele estreitou os olhos para ela, que devolveu a mirada. 



_Você prometeu Edward, que me deixaria voltar para minha casa. 



_Você só me deu seis dias. Não tem nada arrumado lá. Fora as janelas e portas que foram trocadas e o sistema de segurança instalado, ela é ainda aquela velha casa, pendendo para os lados, que pode cair a qualquer momento em cima de sua cabeça. 



Ele falou sério, bebendo seu café. Ela se ergueu, indo até o fogão. Voltou e bateu um prato de panquecas na frente dele e o olhou séria. 



_Eu não quero brigar, neném. – ele avisou, olhando-a de frente. 



_Nem eu, mas, eu não quero ficar aqui sem você. Quando você voltar, eu volto para cá, mas sempre que você viajar ,eu quero ir para minha casa. 



_Não é seguro. 



_Coloque seus capangas na minha cola, é até bom que eu não me sinto muito só. 



_Ficarei preocupado, neném. Entenda que é perigoso. 



_Seus homens cuidarão de mim. 



_Eu não aceito isso. De forma alguma. Não, você não vai para sua casa. E ponto final. 



{***} 





Duas horas depois, Edward estacionava em frente à casa dela. Ele veio todo o caminho resmungando de sua teimosia. Ela queria morrer, só podia! Ela sorriu e lhe beijou, quando ele parou no acostamento, para tentar mais uma vez lembrá-la do porquê dele querer ela em seu apartamento, muito mais protegido e mais moderno, do que sua simplória casa, que não provia proteção, nem no caso de uma chuva de vento leve. Esse beijo levou a outro e outro e quando, deram por si, estavam nus, suados e colados um ao outro, deitados no banco de trás. Gemidos e sussurros eram a única coisa que se ouvia dentro do veículo. Ele tinha se acalmado um pouco depois dessa “conversa”. Agora ele estava, mais uma vez, de mau humor e ela não deu bola, por que se desse, eles brigariam e ele queria brigar, ela é que não se permitiria a isso. 





_Volta em uma semana? – ela perguntou, se pendurando em seu pescoço e ele a enlaçou pela cintura, a sustentando sem muito esforço. 



_Sim, te trago um presente. 



_Não quero que gaste seu dinheiro comigo, Edward. 



_E com quem eu gastarei então? 



_Com você mesmo? 



_Já gasto muito comigo. 



_Eu não vou entrar por esse caminho, não vou discutir com você. 



_Eu acho bom, por que eu não quero discutir. Apesar de que fazer as pazes é sempre tão... Estimulante. 



Ele deu-lhe seu tão sedutor sorriso, causando-lhe um arrepio. Beijou-lhe demoradamente e, em seguida, a acompanhou até dentro da casa. A fez esperar na sala, enquanto seus homens davam uma varredura dentro, o tranquilizando de que nada estava fora do lugar ou errado com o local. Após algumas recomendações, ele foi embora e ela foi trabalhar. Só que não tinha mais trabalho, ela tinha sido demitida “por justa causa” falou seu patrão. Ela tinha faltado cinco dias e Mike lhe tinha dispensado, com um sorriso no rosto. Ela tinha ligado para ele e tinha contado a situação. Ele disse que ela tinha muitas horas extras e que descontaria sem problema, além do que a temporada estava fraca, não tinha muito movimento na loja. Ela estava com vontade de dar na cara dele. Não, melhor, ela sentiu vontade de mandar os capangas de Edward darem uma surra nele. Ela ficou tentada a ligar para ele e contar tudo. Apostaria tudo o que tinha que ele daria meia volta no jatinho e viria resolver isso logo. Mike morreria e ela viveria com a culpa em suas costas ,mas ficaria vingada! 



Respirou fundo, para se acalmar. Não era vingativa e não começaria agora. Esvaziou seu armário e voltou para casa no carro dos seguranças, já que o seu quebrou. De novo. Ela estava tentada a aceitar o carro que ele queria comprar para ela. Mas, é lógico que nunca pediria nada a ele. Não queria ser dependente, nunca dependeu de ninguém e começar agora era... Não iria começar agora e ponto final. 







{***} 





Edward estava guardando suas coisas na maleta, pronto para dar o fora de lá o mais rápido possível. Olhou a caixinha do anel que tinha comprado para ela e sorriu, imaginando sua reação. Era provável que arremessasse em sua cabeça, mas, tudo bem. 



_Edward. – Emmett chamou da porta. 



_O que foi? 



_Problemas. 



Ele suspirou, já sabendo que teria que adiar sua volta. Ela odiaria isso. Não mais do que ele. 





{***} 





Bella se encontrava parada na porta de sua casa, à espera dele, que tinha ligado, dizendo que chegaria hoje às oito. Já eram dez e vinte e nada dele. Cansou de esperar e foi dormir. Deveria ter acontecido algo no trabalho. Só pedia a Deus que não fosse nada grave... 



{***} 





Edward trincou os dentes, quando a agulha entrou no seu braço. Estavam entrincheirados em uma vala e as balas passavam cortando por cima de suas cabeças. 



_Está bem, Edward? 



_Cale a boca e costure logo, Emmett. 



_Não precisa fazer papel de forte, eu sei que está se mijando de dor. 





Emmett falou e ganhou um cascudo. Riu, esfregando a cabeça. 





_Vai ficar bonitinho. 



_Vá a merda. – ele resmungou. Estava chateado por ter recebido um tiro. Estava distraído, pensando nela. Inferno! Ele poderia ter morrido. – Termina logo com isso, precisamos invadir o perímetro e resgatar o alvo. 



_Gostaria de saber quem foi o corno que denunciou nossa posição, já sabiam que estaríamos aqui, Edward. Foi uma emboscada. 



_Eu sei. E sei quem foi o responsável também. 



_Quem? – Emmett perguntou, enfaixando o ferimento. 



Edward o olhou sério e Emmett ficou com o semblante sombrio, quando a verdade da situação o atingiu. 





– Isso vai ter que aguentar até voltarmos para Seattle. – ele disse, furioso. 



_Vamos. – Edward falou, se erguendo e pegando sua arma com a mão esquerda dessa vez. Seu inimigo estava em cima, pronto para atacar. Ele teria que trazer Isabella para junto dele o quanto antes, senão corria o risco de perdê-la. De uma forma bem dolorosa. 







{***} 





Bella tinha acabado de chegar em casa com as compras. Os homens de Edward estavam a ajudando. Eles eram umas gracinhas. Quando colocou as sacolas em cima do balcão e se despediu dos rapazes, começou a fazer o jantar. Estava com saudades dele. Ele disse que voltaria em uma semana. Já tinham se passado duas e nada dele voltar. Ontem, no jantar, ela os tinham questionado sobre o sumiço dele. Seus homens lhe garantiram que ele estava bem e, quando perguntou como eles sabiam disso, eles simplesmente deram de ombros, alegando que ele era Edward Cullen e ninguém conseguia matá-lo. O homem era uma lenda! Durante todo o jantar, ela os aguilhoou sobre tudo com relação a ele e seus homens contaram histórias… Bem interessantes... E amedrontadoras. Se ele fosse tudo o que seus homens estavam dizendo, ninguém se atreveria a, sequer, olhar na mesma direção que ele olhava. Ele era um assassino a sangue frio. Ele era pago para resgatar pessoas que todos consideravam mortas. Ele ia ao inferno e as trazia com vida. Ele era fantástico, mas, como todo “herói”, ele tinham inimigos nesse meio, que faziam de tudo para derrubá-lo. Sua pobre casinha foi um mero aviso sobre com quem estava se metendo. A vandalização de sua pobre casinha foi só um tira gosto para ela saber que, se colocassem a mão em cima dela, ela estaria ferrada e mal paga. Eles queriam Edward fora do mercado e para, atingi-lo, eles faziam qualquer coisa. 



Depois de organizar a cozinha e os homens se posicionarem para a vigília da noite, elas subiu as escadas para o seu quarto. Tomou banho, fez sua higiene, vestiu sua camisola de algodão e deitou-se para tentar dormir, o que seria um pouco difícil desde que ele viajou. 





{***} 



Edward parou o carro em frente à casa dela. Estava cansado e dolorido, mas não tinha como no inferno ele ter voltado da missão e não vir aqui para vê-la. A missão tinha corrido bem, tinham resgatado o refém. O homem tinha perdido uma perna no cativeiro e, quando o encontraram, estava quase morto, mas eles conseguiram. Missão cumprida! Agora só o que queria era entrar nesse casebre e se deitar ao lado dela, matar a saudade de dias. Queria beijar cada pedaço do seu pequeno corpo, despi-la de qualquer que seja a roupa que lhe cobria, nem que para isso tivesse que rasgar do seu corpo e se arremeter dentro dela, sem preliminares, sem nada, adrenalina corria feito fogo em suas veias. Ele estava em um grau de excitação que era doloroso, precisava de um alívio que sua mão não daria. Precisava que fosse forte, duro e rápido e... Ele tremeu com imagem em sua mente. Ela era delicada, pequena, se fizesse o que estava querendo, se desse vazão aos seus instintos, ele a arrebentaria. 





_Pare e rebobine a fita, seu fodido bastardo de merda!_ ele resmungou para si mesmo. _ Você não vai fodê-la como se ela fosse uma prostituta. Ela é sua mulher, sua alma e você não arrebenta com sua alma, se enfiando nela até o talo. Você é carinhoso. Tem preliminares, seu idiota! Preliminares. – ele resmungava para si mesmo, enquanto subia os degraus velhos da casa velha em que ela morava. Daria um jeito nessa casa logo, logo.

11 comentários:

  1. Cada capítulo dessa fic me faz vibrar. Eu amo ela!, Na verdade gosto de todas as suas histórias, mas algumas são mais especiais.

    Essa minha filha é teimosa, amor, eu sei que vc tá dodói, devia ter colocado sua saúde em primeiro e não o capítulo. Eu sei que vc assim como eu não gosta de deixar suas leitoras na mão, mas, por favor, sim?

    Beijos minha linda, amo vc.

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    1. PERDOE EU MAINHA!!! :)

      FOI MAIS FORTE DO QUE EU. KKKKKKKKKK
      MAIS VOU DESCANSAR DIREITINHO HOJE.

      BEIJOSSSS

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  2. Tá maravilhosoooooo!!!!!
    Amando como sempre, INCRIVELLLL

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    1. KELLY MEIRA!! É UM PRAZER TER VOCÊ AQUI. BEIJOS AMORE E OBRIGADA POR LER!!:)

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  3. Amo esse casal, são lindos cada vez estou mais apaixonada pela história. Melhoras Milly. Beijos

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  4. já estou apaixonada por essa história e esse casal,se cuida milly,sua saúde em primeiro lugar.beijos flor

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  5. amando a fic demais...Milly vc se supera a cada nova fic.. não e atoa que vc e a melhor...bjos...

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  6. AAAHHHH TE ACHEI!!
    meninaaa te procurei igual uma loucaaa! amo suas fanfic, voce nao tem ideia! quando voce saiu do nyah eu surtei! Beijoo

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  7. Estou a adorar a historia continua a escrever assim...

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  8. nossa eu amei essa fic
    adoreiiiii esse ed
    ai eu to louquinha pra saber quem ta ppor tras das coisa
    eu to apanhando com esse blog, nao sei mexer com isso,kkkkk soi IGNORANTE neste quisito tenho q admitir custei achar os capitulos desta fic pra ler,me ensina como q faz pra ficar em ordem pra me saber.

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  9. Amando demais a cada novo capítulo !!!! Que raiva do Mike despendindo a Bellinha ... deixa só o edward saber disso .... kkkkkk

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