CAPÍTULO 19
_Meu Deus Jasper, o Mike é horrível! – Alice exclamou indignada, quando ele terminou de colocá-la a par de tudo o que estava acontecendo.
_É por isso, doçura, que não posso levá-la pra casa. E se eu a levo e ele te pega ou ao seu filho? Não podemos arriscar. – ele falou sentado no sofá, observando ela balançar o pequeno que estava agitado. As crianças sentiam o stresse dos pais. – Dê-me ele aqui, doçura. – Jasper falou, se erguendo e pegando Ben dos braços da mãe, o menino calou-se imediatamente.
_Você tem jeito com crianças. – ela falou, se sentando no sofá e colocando a cabeça nos joelhos.
_Hei, não fique preocupada doçura, temos tudo sob controle, ele não vai tirar a Nessie deles não.
_Ele não presta e agora está andando com a máfia. Está duas vezes mais perigoso Jasper, tenho medo por minha amiga. – Alice falou, olhando para ele assustada.
_Doçura - Jasper se aproximou dela, se abaixando ao seu lado e pegando no seu queixo, fazendo-a lhe olhar nos olhos. – Quem te disse que ele anda com a máfia?
_Forks é uma cidade pequena, Jasper, tudo o que acontece é imediatamente exposto a todos. Ele está andando com gente bem perigosa. Ele até foi na minha loja com um homem horrível. Ele tinha uma cicatriz no rosto e ficou me encarando e perguntando sobre Bella e o novo namorado dela.
Jasper ficou olhando para ela por um bom tempo, sentou-se ao seu lado.
_Quando foi isso e como era essa cicatriz doçura, que forma tinha? – ele perguntou, muito interessado e muito rígido também.
_Foi um dia antes do casamento e a cicatriz tinha a forma de uma meia lua e pegava da orelha esquerda até o queixo, por quê?
_Merda! Segure o Ben Alice, eu já volto- Jasper sumiu no corredor em direção ao escritório.
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Edward estava sentado na sua cadeira, olhando pasmo para a mulher à sua frente. Ela era absurda e maluca, só pode!
_Saia da minha casa, Tânia, e não volte mais aqui.
_Porquê? Sua mulher pode ficar triste e quebrar como um bibelô se souber que transávamos e que o Marlon é seu filho?
_Ele não é meu filho e não há nada que você possa fazer para mudar isso, Tânia. O DNA não mente.
_A menina também não é sua filha.
_Aí é que você se engana! Reneesme Carlie Swan Masen Cullen é minha filha e minha herdeira. E isso é um fato que você não pode mudar. Saia daqui e volte para Caius, antes que eu me irrite de verdade e conte para ele que a mulherzinha dele anda se rastejando atrás de mim. Não se rebaixe mais do que você vem fazendo nesses anos todos, não há nada que você possa fazer ou dizer que me fará gostar de você. Eu sou CASADO e AMO a minha esposa!
_Você não pode amá-la, só se conhecem há seis dias!
_Tempo mais que suficiente para amar uma mulher maravilhosa como Isabella.
_Isso é absurdo! Ela é totalmente incompatível com você, ela é sem sal e sem graça e...
_Parece que meu marido discorda de você, Tânia.
Bella estava parada na frente da porta, de braços cruzados, os observando. Edward não a tinha visto chegar e não sabia quanto tempo ela estava lá em pé, só sabia que era um alívio vê-la.
_Nunca te disseram que é falta de educação ficar ouvindo a conversa dos outros? – Tânia falou, com a voz carregada de raiva.
Bella ergueu uma sobrancelha e se afastou da porta, fechando-a e se dirigindo para seu marido. Sentou no colo dele e lhe beijou apaixonadamente. Virou-se para a mulher à sua frente e falou séria, enquanto abraçava seu marido pelo pescoço.
_E nunca te ensinaram que é feio invadir a casa dos outros e se atirar em cima do marido alheio? Sabe, eu acho que você merece uma surra.
Tânia gargalhou e Bella se ergueu, se dirigindo para ela. A olhou de cima a baixo e balançou a cabeça negativamente.
_Você dá pena, Tânia. Sinceramente, você é digna de pena. – Bella foi até à porta e a abriu. – Fora da minha casa e, se eu souber que você está atrás do meu marido, eu não vou só prometer uma surra, eu vou DAR essa surra. Fora!
Tânia olhou para Edward sentado atrás da mesa sorrindo.
_Não vai fazer nada?
_Claro. Amor, quer que eu mostre a porta ou você faz isso? – ele perguntou a Bella.
_Não amor, eu faço. Acompanhe-me, senhora Volture.
Tânia saiu do escritório, pisando duro no chão. Pegou seu filho e, antes de passar pela porta, Bella lhe agarrou pelo braço, lhe cravando fundo as unhas.
_Está avisada, sua mulherzinha de quinta, se chegar perto do meu marido, vou fazer bem mais do que apenas lhe mostrar a saída da MINHA casa. Fora!
Bella bateu a porta na cara da mulher, sem se importar que o filho da outra estivesse vendo a cena. Virou-se e deu de cara com seu marido, em pé no corredor, lhe sorrindo. Se dirigiu para ele, que abriu os braços, lhe abraçando forte e erguendo-a do chão.
_Eu sabia que você era brava amor, só não sabia que era tanto. – ele falou, rindo na curva do seu pescoço, fazendo Bella se arrepiar toda.
_Ela começou. – Bella falou, se defendendo.
_Uhum. Eu sei. A nossa princesa está dormindo? – ele perguntou, lhe beijando o pescoço e dando mordidinhas no local.
Bella segurou um gemido.
– Não, está deitada esperando que você vá terminar de contar a história que você começou antes do jantar.
_Ok, me espera na cama?
_Com certeza. – ela falou rindo, antes de lhe beijar.
_Ah, eu dei uma fuçada nas coisas que minha mãe comprou para você e achei uma camisola preta de seda e renda, veste ela para mim?
_Visto, visto sim. Vai lá, antes que Nessie se levante da cama e nos pegue aqui no corredor.
Ele riu e lhe soltou, indo ao quarto de hóspede em que sua garotinha estava temporariamente instalada.
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Jasper saiu do escritório e foi para a sala, não encontrando ninguém. Viu as cortinas balançarem com o vento que entrava pela porta de vidro aberta. Foi para a varanda, encontrando os dois sentados, brincando, Alice na cadeira e Ben no chão forrado com um cobertor. Ele apreciou a cena e imagens, há muito tempo esquecidas, vieram à sua mente. Cenas do seu filho brincando no quintal da casa deles, sua esposa brigando por que o menino iria se sujar e Jasper rindo das traquinagens que Thomas fazia. Engoliu um grito de dor, quando lembranças lhe perfuraram o cérebro, lembranças dolorosas de sua esposa sendo estuprada e despedaçada na frente das câmeras, lembranças do seu filho amado se despedindo dele, antes de levar um tiro que estourou sua pequena cabeça. Tinha que sair daqui, tinha que espairecer. Hoje não era uma boa noite para ressuscitar fantasmas do passado.
_Doçura. – ele falou, se dirigindo para eles e se abaixando para pegar Bem, quando esse deu os braços a ele, sorrindo. – Esme mandou algumas roupas para você e para o Ben. Vista-se, que vamos sair para jantar fora.
_Eu acho melhor ficarmos aqui mesmo, Jasper. Eu cozinho e...
_Não, por favor, vamos sair, sim? Eu realmente preciso de ar.
Ele falou e Alice percebeu que algo estava errado. Assentiu e se ergueu, pegando seu filho dos braços dele.
_Me dá trinta minutos?
_Claro, mas se passar disso, eu invado seu quarto e você vai do jeito que estiver, mesmo que seja só de lingerie. – ele falou rindo, mas Alice percebeu a tensão em que ele se encontrava.
_Você bem que gostaria, não é mesmo?
Ela falou, sorrindo e se afastando dele, indo para o quarto onde encontrou uma mala pequena, mas sortida de tudo. Se arrumou e, em vinte e cinco minutos, estava pronta. Saiu do quarto e o encontrou na sala. Estava lindo! Vestia calça e camisa social, ambas pretas, o sapato era de couro italiano e no pulso esquerdo ostentava um relógio de ouro caríssimo, o qual estava fitando intensamente. Ela pigarreou para chamar atenção e, quando ele subiu o olhar, Alice se sentiu queimar por dentro. No olhar dele estava expresso todo o desejo que sentia por ela e mais alguma coisa. Ela viu uma dor que o consumia, mas ele rapidamente a escondeu, lhe sorriu e se ergueu, dando um sorriso que dizia que, se ela não tomasse cuidado, hoje mesmo entraria para o rol das conquistas dele. Ela não sabia se corria para longe ou se ficava e aguentava as consequências. A segunda alternativa estava ganhando no momento.
Jasper estava fitando o relógio, mas, sua cabeça não estava lá, estava no que Alice disse. Se fosse mesmo quem ele estava achando que era, Edward deveria tomar muito cuidado, não só ele mas todos os que estavam ao redor dele e do seu amigo. Ele estava tão absorto em seus pensamentos, que não percebeu quando ela se aproximou. Sentiu seu perfume lhe adentrar as narinas, lhe despertando do mar de pensamentos perturbadores no qual se encontrava. Ele ergueu o olhar, começando pelo pé envolto em um Manolo de salto altíssimo e fino. Porra, ele era viciado em mulheres de salto alto! Subiu seu olhar e se deparou com um par de pernas bem torneadas, envoltas em uma calça justa de seda rosa clarinha, a peça se apegava a ela como uma segunda pele. Subiu mais seu olhar, se deparando com uma blusa de seda negra de botões, que foi feita estrategicamente para tirar o sossego de qualquer homem. Os três primeiros botões estavam abertos, deixando-o ver o vão entre os seios. Tinha uma corrente com um pingente descansando em cima dos seios suculentos. Oh merda! Ela era toda apetitosa! Seus olhos estavam marcados por uma sombra escura e sua boca por um batom claro, deixando-a brilhosa e acendendo o desejo de afundar a língua dentro dela. Ela fez um rabo de cavalo alto e isso deixou o seu pescoço à mostra, todinho para seus lábios e língua degustarem. Um pensamento lhe passou, o deixando gelado. Se alguma coisa acontecesse com eles dois, ele não suportaria. Rapidamente ocultou esse medo, que tinha certeza que ela percebeu. Se ergueu e lhe sorriu, percebendo que ela suspirou rendida ao seus desejos. Hoje à noite não deixaria que escapasse dele. De forma alguma.
_Vamos doçura? Estou morto de fome. Muita fome.
Ele pegou a bolsa de Bem, colocando em seu ombro direito, pegou o bebê dos braços dela e, colocando uma mão nas suas costas, os conduziu para fora do apartamento. Entraram no elevador e foram para o saguão do prédio, saíram e atravessaram a rua. Jasper acomodou Ben na cadeirinha e abriu a porta para ela entrar, deu a volta e sentou no banco do motorista, saindo de lá em busca de um restaurante bem família. Hoje precisava sentir que tinha uma, que essa família lhe pertencia.
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Edward cobriu sua garotinha e saiu do quarto. Fechou todo o apartamento, verificando o sistema de segurança do prédio e de sua casa. Apagou as luzes e se dirigiu para seu quarto. Encontrou sua esposa dormindo vestida com a camisola que ele pediu, era longa e o decote das costas era bem generoso. Foi ao banheiro e escovou os dentes, tirou a roupa e tomou um banho. Saiu do banheiro e entrou no closet, buscando sua calça do pijama. Vestiu uma cueca boxer e a calça. Foi para a cama, deitou atrás dela e a puxou para perto. Cheirou seu pescoço, enquanto descia a alça da camisola. Onde seus dedos tocavam, sua boca acompanhava. Chegou aos seios e beijou um, depois outro. Sua pequena soltou um gemido baixinho, ele riu e continuou sua exploração pelo corpo dela. Virou-a de frente e subiu a camisola até a cintura, desceu beijos para seu sexo e começou a sugar o casulo de prazer. Sua esposa segurou seus cabelos, sem deixar que ele tirasse a cara de lá. Como se ele quisesse isso! Edward se refestelou com o corpo de sua amada. Abaixou a calça e a cueca com uma mão e com a outra tocava intimamente sua amada e observava como ela se abria para ele, para seu prazer. Ela era linda e lhe pertencia! Edward se deitou sobre ela, lhe abrindo as pernas com suas coxas, sua pequena abriu os olhos, sorrindo sonolentamente para ele. Ele devolveu o sorriso.
_Te amo neném. Para sempre.
_Para sempre.
Ela respondeu e o puxou pra si, fazendo com que ele entrasse de vez dentro dela. Edward se sentiu no céu, quando a carne macia dela envolveu seu membro tão necessitado. Começaram uma dança erótica, que os levou para o pico do prazer. Uma corrente elétrica percorreu seu corpo, quando sentiu sua amada atingir o clímax. Ele não demorou nada para acompanhá-la. Bella sorriu de olhos fechados, enquanto alisava seus cabelos e Edward se sentiu flutuar no mundo dos sonhos.
_Perdão amor, não consegui ser participativa dessa vez. – ela disse sorridente, sentindo os últimos espasmos do seu orgasmo.
Edward riu e lhe beijou os seios, onde estava encostado sua cabeça.
_Você foi mais participativa do que imagina, neném.
Ambos se vestiram e adormeceram abraçados. Amanhã seria um longo dia.
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Nessie acordou com um estrondo lá fora. Estava chovendo e ela tinha medo de relâmpagos e trovões. Se levantou da cama e agarrou sua boneca e seu paninho. Saiu na ponta dos pés para o quarto dos seus pais, abriu a porta e ficou observando dentro do aposento.
Edward acordou no minuto em que sua princesa abriu a porta, sabia que era ela só pelo cheiro da colônia que ela usava. Virou a cabeça para a porta e a encontrou torcendo um paninho na mão e a boneca embaixo do braço. Ele acendeu o abajur e lhe sorriu.
_Princesa, o que foi?
_Está chovendo. – ela apontou para a porta de vidro e Edward olhou e percebeu que estava havendo um verdadeiro temporal lá fora.
_Quer dormir com o papai e a mamãe?
Ela assentiu e ele ergueu o cobertor, sua filha correu para eles e Edward a colocou no meio dos dois. Bella acordou quando sua pequena entrou embaixo das cobertas.
_Meu amor, o que foi?
_Tá chovendo e tem trovão e relâmpago. Tô com medo, mamãe.
_Venha meu amor, deite-se aqui.
Nessie deitou bem cômoda entre os dois e eles a cobriram, ela segurou a mão de cada um, entrelaçando os dedos e puxando as mãos para seu peito. Beijou cada um na bochecha e adormeceu em seguida.
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Alice estava dormindo, quando um trovão a acordou, junto com seu filho. Ben começou a chorar e ela tentou acalmá-lo, sem sucesso. Resolveu lhe dar de mamar, seu filho agarrou seu seio com avidez. Assim que terminou de mamar, ele adormeceu. Alice saiu da cama, pegou seu robe de seda, que Esme tinha colocado dentro da mala junto com uma camisola que chegava acima das suas coxas. Ela saiu do quarto e se dirigiu para a cozinha, bebeu água e voltou para o quarto. No corredor, percebeu uma luz acesa no quarto dele. Respirou fundo e, contra todos os seus sentidos, que gritavam para não ir lá, ela foi. Empurrou a pesada porta e o encontrou sentado na cadeira, de frente para a porta de vidro que dava para a varanda do quarto. Estava com um copo na mão e uma garrafa na outra. A garrafa estava meio vazia. Ela se dirigiu para ele, colocou uma mão no ombro, sentindo-o enrijecer com seu toque.
_Não conseguiu dormir?
_O Ben acordou com o trovão?
_Sim, você não me respondeu.
_Estou sem sono, doçura. E você?
_Perdi o meu. Posso? – ela apontou para a cadeira a sua frente.
_Não, ali não. – ele colocou o copo e a garrafa no chão e a puxou para seu colo.
Alice tomou um susto, quando ele a colocou no colo. Ela sentiu sua ereção lhe cutucar o traseiro, sentindo um calor se espalhar pelo seu corpo, indo se concentrar no seu pondo de prazer, há muito não tocado por ninguém, nem mesmo por ela.
Jasper ficou olhando a chuva, enquanto alisava o braço dela. Sentiu quando ela relaxou em seu colo. Pegou seu copo e bebeu mais um gole, alisando agora a perna esquerda dela. Ela se mexeu incomoda em seu colo e isso o fez ficar mais duro. Ele a segurou pela cintura e adentrou o robe, tocando a seda da camisola. Ela não o impediu, ele gostou. Ficaram um tempo assim, ela encostada em seu peito, com uma mão em cima do seu coração e ele lhe alisando as pernas. Quando o bebê chorou, ela se ergueu. Ia saindo, quando ele segurou sua mão. Não queria passar a noite sozinho. Nem essa, nem as outras que viriam.
Alice leu o pedido em seus olhos e, com um aceno de cabeça, ela concordou em dividir a cama com ele. Ele sorriu e a soltou. Ela foi buscar o bebê e ele arrumou a cama. Quando ela voltou, acomodou o pequeno bem no meio e ele riu. Ela olhou para ele, encolhendo os ombros.
_ Concordei em dividir a cama e só.
_Por enquanto, basta doçura. Por enquanto.
Deitaram-se e ficaram se olhando por alguns minutos. Ela estendeu sua mão e ele segurou, entrelaçando os dedos. Ela adormeceu meia hora depois, ele alguns minutos após e teve a melhor noite da sua vida. E queria mais, muito mais.
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Edward acordou e ficou deitado, olhando para o teto. Era hoje, tinha tudo esquematizado, todo o seu pessoal estava aposto e preparado para o que der e vier. Sentiu que sua mulher lhe observava. Virou seu rosto para ela e sorriu confiante, ela retribuiu.
_Bom dia amor.
_Bom dia amor, vamos levantar? Temos que chegar cedo ao tribunal.
_Ed...
_Vai dar tudo certo, neném. Confie em mim.
_Eu confio.
Se levantaram e começaram a se arrumar. Edward vestiu um impecável terno preto Armani, Bella vestiu um vestido de seda azul, que sua sogra tinha lhe dado, arrumou os cabelos soltos e colocados de lado. Nessie vestiu um vestido rosa e calçou sapatos novos, presentes de seus avós. Tomaram café e seguiram caminho para o tribunal.
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Alice acordou e não achou seu filho na cama. Nem seu filho, nem ele. Se ergueu e foi para a cozinha, encontrando os dois lá. Jasper tinha dado mamadeira para o Bem, que se encontrava arrumadinho e feliz.
_Bom dia. – ela falou para ele, que vestia um terno cinza chumbo, os cabelos estavam devidamente domados. Ele exalava poder e força e Alice não conseguiu deixar de sentir orgulho de estar com ele, mesmo não havendo nada entre eles.
_Bom dia doçura. – ele se chegou para ela e lhe deu um beijo molhado e carinhoso, sua língua pedindo passagem, o que ela concedeu. - Vá se arrumar, que vamos ao tribunal. – ele se separou dela e colocou o Ben em uma cadeirinha alta, que ela sabia que não estava lá ontem.
Ela foi para o quarto e escolheu uma calça social preta e uma blusa vermelha de botões. Calçou seus Manolos e fez uma maquiagem leve, prendeu seus cabelos em um coque frouxo. Pegou uma bolsa preta, que Esme tinha colocado na mala. Ela pensava em tudo. Se dirigiu para a cozinha e ele estava tomando café. Ela se sentou ao seu lado e, antes de pegar a garrafa de café, ele lhe serviu. Tomaram café e seguiram para o tribunal.
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Bella estava com um frio no estômago, quando chegaram lá e ela avistou o carro de Mike. Edward percebeu seu medo e tomou seu rosto em suas mãos grandes e fortes, lhe beijou calmamente e alisou sua bochecha corada.
_Amo vocês, somos uma família e ninguém vai nos separar. Só Deus, mas...
_Não agora, só quando formos velhinhos, agora não. – ela completou a frase que ele sempre dizia para ela e sorriu.
Ele retribuiu o sorriso e saíram do carro.
Edward se deteve para falar com seu advogado, quando ela avistou Alice e Ben junto de Jasper, no outro lado do fórum. Avisou a Edward e se encaminhou para lá. Mãos fortes lhe seguraram pelo braço, a fazendo parar. Ela olhou e viu Mike com cara de ódio, lhe encarando.
_Ótimo dia para perder a filha, não acha amor.
_Mike... – antes que Bella falasse algo, eles ouviram um voz gelada atrás deles.
_Solte minha esposa. Agora!
ain adorei o capítulo Milly , nossa Bells doida pra bater ta Putanya #elamerece! puta ¬
ResponderExcluiraaah Mike ta se achando , ela ta querendo apanhar do Edward delicia u__u
ansiosa por mais capítulos!
Ps: para constar eu acompanho aqui: Uma Chance para o Amor , Um amor ao lado e Meu Querido Escocês ((:
esse mike é um escroto mesmo viu ,e a putanya nem se fala,doida pro mike apanhar novamente kkkkkkkkkkkkkkkkkk
ResponderExcluirAcho essa fic muito linda e tenho um carinho muito grande por Alice e Jasper nessa fic, eles são lindos juntos.
ResponderExcluirSou suspeita de falar sobre essa fic pois é uma das minhas preferidas, como a Nilcia disse a Alice e o Jasper estão um casal lindo.
ResponderExcluirEu amo a Alice e o Jasper nessa fic coitado como ele sofreu
ResponderExcluiroooooooooooooooh
ResponderExcluirJasper está completamente envolvido por Alice .... kkkkk
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