Capítulo 19
Edward estacionou o carro em frente à casa de seu sogro e, quando desceu e assim que fechou a porta do veículo, sentiu o impacto do tiro que lhe arremessou contra a lataria do automóvel. Ele sacudiu a cabeça e olhou em descrença para o homem parado no alpendre com um trabuco na mão.
_Mas o quê?...
BAM!
Outro tiro o jogou de volta contra a lataria do carro.
BAM!
Ele sentiu se afundar de encontro ao metal.
BAM!
Ele sentiu a pele arder com os tiros e se ergueu rapidamente, avançando para o demente que achava engraçado lhe fazer de tiro ao alvo.
BAM!
Outro tiro o fez recuar, mas ele rapidamente avançou e, de um bote, arrancou a arma das mãos do maluco e a quebrou em duas, jogando as partes para o lado.
_Agora que eu quebrei seu brinquedinho, talvez nós possamos...
TUM!
Um soco, que o pegou de surpresa, fez sua cabeça ir para trás.
_Mas que inferno, Charlie! Pare de tentar me matar, homem! Só está fazendo com que me aborreça mais ainda com você!!!
_Seu safado, galinha, filho de uma puta barata!!!
_Ok, não ofenda minha mãe que era um anjo de candura, ouviu?!
_Cale-se, seu adúltero! Era por isso que queria minha filha? Para que a fizesse sofrer?
_Charlie, eu só quero falar com ela e explicar tudo como realmente aconteceu.
TUM!
Outro soco no queixo.
_Não se aproximará de minha filha, bastardo!
_OK, cansei! Me dá essa soqueira de metal, seu velho, antes que perca as mãos e me culpem por isso.
Ele só queria ajudar e recebeu outro soco.
_Quer brigar? Vamos brigar. – ele falou, tirando o terno e a camisa, que já estavam destruídos. _Vem brigar vovô, prometo que não lhe machucarei. Muito. – Edward falou sorrindo e Charlie devolveu o sorriso.
Entre socos pontapés, eles rodaram em volta um do outro. Charlie lhe acertou um jumpe de direita e um soco de baixo para cima, pegando bem no seu queixo. Edward rosnou, acertando um soco no estômago do seu sogro, o enviando para as árvores. Se arrependeu no exato momento em que o velho cuspiu sangue e ficou encurvado no chão, agarrado à barriga.
_Oh merda! A culpa é sua Charlie, você começou! Não me venha dizer agora que está doendo, eu nem se quer coloquei força nesse soco, seu velho fraco.
Edward falou se aproximando preocupado, enquanto seu sogro resfolegava no chão. Talvez ele tenha quebrado uma costela?
_Se quebrou uma costela, é por causa da sua osteoporose. Eu não tenho nada a ver com isso. E repito, eu nem sequer pus força no soco.
Charlie o chamou com a mão, já que não conseguia falar. Ele se aproximou e, quando se abaixou ao lado dele, pronto para levantá-lo e levá-lo para o pronto socorro, o safado rodou no chão, lhe dando um chute nos peitos, que o fez cair para trás, estatelado no chão.
_Você mentiu! – Edward rugiu incrédulo.
_Você não é o único que sabe usar subterfúgios, idiota. _ Seu adorável sogro escanxou em cima e deu-lhe um murro, outro e depois outro e, quando Edward achou que o velho já tinha se vingado o bastante e antes que a criatura quebrasse o delicado pulso, o pegou pelos braços e o lançou longe novamente.
Se levantou no momento em que Charlie corria ao seu encontro, com os braços para frente e a cabeça abaixada. Ele se lembrou das touradas. Seu sogro parecia um touro. Doente e raquítico, é verdade, mas um touro mesmo assim. Edward suspirou chateado, o parando com o braço estendido, sua mão segurando a cabeça do velho e seu sogro tentando lhe dar socos, mas sem conseguir chegar perto o suficiente.
_Basta disso Charlie, não quero lhe matar... Na verdade, quero sim, mas não agora.
_Bastardo. – seu sogro o xingou.
_Idiota- Edward rebateu. _Trégua?
Charlie assentiu, respirando fundo. Assim que Edward o soltou o velho se estendeu no chão e ele o acompanhou. Ficaram um par de minutos em silêncio.
_Por que a traiu, idiota? – seu sogro falou gentilmente, quando teve oxigênio suficiente nos pulmões.
_Eu não a traí, Charlie... Não do modo como ela pensa.
_Explique-se. Mas não aqui fora, está frio e eu quero uma cerveja. Vem.
Ele se ergueu e caminhou para dentro da casa. Edward o seguiu calado.
Sentados de frente um do outro na mesa velha da cozinha, com suas respectivas cervejas abertas à sua frente, os homens se encararam em silêncio.
Edward respirou fundo.
_Sou um homem de muitos inimigos Charlie, mas jamais deixaria que qualquer um deles fizesse mal a Bella. Ela é minha vida.
_Você demonstrou exatamente o contrário com suas atitudes.
_Eu sei, mas foi para protegê-la de um inimigo muito poderoso, um inimigo que está intimamente ligado à minha maldição.
_Que história é essa de maldição, Edward? – Charlie perguntou, se acomodando melhor no acento da cadeira e lhe prestando total atenção, no melhor estilo de interrogatório que pode existir.
Edward respirou fundo
_Logo quando eu me converti em rei eu enfrentei várias batalhas. E antes de ser rei também as enfrentei. Um bruxo matou minha família, deixando apenas eu, Rosálie, minha irmã e meu tio Carlisle, irmão do meu pai. Eu jurei que vingaria suas mortes... Dez anos depois eu o matei. Mas tinha bem mais sob a espessa capa de maldade em que circulava o safado. Ele tinha uma irmã, Tárcita. Ela e eu fomos amantes. Eu só não esperava que ela se esgueirasse para minha cama no intento de me destruir. Ela se casou eventualmente e teve uma filha, Thamim.
Tárcita estava planejando um ataque, como o seu irmão, para tomar o trono. Ela precisava de sangue para tal feitiço de encadeamento e submissão. Ela precisava do sangue de duas crianças, uma híbrida e outra lican. Ela tentou pegar Rosálie, mas eu descobri tudo e frusttrei seus planos. Não rápido o bastante, já que ela já tinha conseguido o sangue lican. Seu próprio neto, que ela sacrificou. Thamim era a companheira de um poderoso Lican e sua mãe matou seu marido e seu filho. Quando eu colocquei as mãos em cima da bruxa e dei a sentença, sua filha, de bom grado, tomou seu lugar.
_Qual a sentença? – Charlie perguntou, mas pelo olhar de Edward ele já sabia qual foi.
_Morte. Eu esvaziei as veias de Thamim. Antes de eu matá-la, ela me sussurrou que eu estava a libertando e castigando sua mãe muito mas do que se eu matasse Tárcita. Thamim era sua princesa. A poderosa bruxa que iria subir no trono com a minha prisão, Tárcita me encadeiaria e não sei como ela faria minha semente ficar viva para a filha dela, mas ela conseguiria e juntos teríamos um poderoso filho. Depois de que Thamim engravidasse, eu morreria eventualmente. Thamim amava seu marido e seu filho. Ela preferiu morrer a deixar que a mãe se desse bem com seu plano. Tárcita estava fraca... Não tanto quanto eu achei que estaria. O caso é que a velha bruxa me lançou uma maldição.
Ela proferiu as palavras em nossa língua materna, selando a maldição. Enterrou o punhal em seu peito e o sangue começou a sair às fervuras e, enquanto ela entoava um cântico, ela o pegou e lançou em mim. O sangue queimou a minha pele, formando essa tatuagem que você está vendo.
Eu tinha trinta e cinco anos.
Charlie ficou observando a tatuagem esquisita no seu ombro esquerdo, negra com raias vermelhas, de aspecto ameaçador. Edward ficou imóvel, esperando seu sogro digerir tudo o que tinha falado.
A tatuagem se estendia à frente de seu peito, acima do coração. Ela entrava na frente e afundava dentro de sua carne, se estendendo até a parte detrás de suas costas.
_Se essa bruxa está morta, então qual é o perigo que minha Bella corre?
_Tárcita tinha um filho e eu não sabia. Thiran, um bruxo muito poderoso, com força e velocidade vampírica. Não sei como ele conseguiu isso, mas ele tem todos os nossos poderes e nenhuma das nossas fraquezas.
_Não tem como destruí-lo?
_Sim tem, arrancando sua cabeça com uma lâmina de sangue.
_Lâmina de sangue?
_É uma pedra muito rara, encontrada dentro das grutas antigas da Escócia. É um mineral que nasceu do gotejamento do sangue dos sacrifícios feitos lá na pedra da oferenda em que esses bastardos matavam jovens e crianças para seus deuses pagãos. A pedra de sangue do qual é forjada a lâmina só é produzida a cada mil anos. E a última quem pegou foi meu pai, há quinhentos anos atrás.
_Você a tem.
Não foi uma pergunta. Edward acenou com a cabeça.
_Esse Thiran é quem está atrás de minha menina?
_Sim. Por isso, eu estou fazendo o que faço. Estou desistindo da coisa que me é mais cara e preciosa. Meu coração. Eu sou louco por sua filha, chefe Swan. Eu respiro ela. Não tenho pretensões de ser aceito ou perdoado por ela novamente, depois de ter sido um bastardo, pior do que qualquer um que já tenha andando sobre a terra, mas... O que eu fiz... Tudo o que eu fiz foi para protegê-la, a ela e ao nosso filho. Eles são tudo para mim. Morreria por eles, sem hesitar. Eu sou o homem mais feliz na face da terra por que eu a amo, quando eu pensei que nunca teria esse sentimento correndo nas minhas veias. Ela me fez viver e, mesmo que nunca mais a veja e que ela tenha uma vida longa e feliz longe de mim, eu ficarei feliz pelo tempo que ela dedicou a mim. Boa noite, Charlie. Não diga a ela que eu estive aqui, não quero mais ser o causador de sua dor.
_Boa noite, filho. Não direi se você não quiser. Mas faça um favor para mim, sim?
_Qualquer coisa.
_Dê uma lição nas duas que tentaram destruir sua felicidade. Você é o rei e eu sei que há casos em que cabeças tem que rolar para manter a paz e esse é um dos casos.
_Eu sei, tenho uma delas presa. Estou à procura da outra... Porque Isabella foi embora de casa? Duncam apenas me disse que ela tinha se ido e...
_Você não sabe o porquê? Não foi à sua casa?
_Fui, mas não cheguei a entrar de fato. Da sala, eu voltei e fui direto para a casa do Willie. Ele me disse que elas disseram um monte de coisas para ela, mas eu conheço a Bella, ela jamais iria embora sem antes me confrontar. Por quê?
_Ah filho, vá pra casa e olhe na ala oeste e você vai saber o por que ela te deixou.
Edward tremeu visivelmente. O que tinha lá que a fez correr dele? Acaso não tinha mandado limpar e queimar tudo que as concubinas deixaram para trás? Ele saiu da casa do seu sogro e se transformou em um grande corvo negro e alçou voou, apenas consciente do chiado de surpresa que escapou dos lábios de Charlie quando ele falou.
Era você!
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Imaginary – Evanescence
As portas se abriram pela força do vento, quando ele pousou no meio da sala de sua casa em Londres. Se dirigiu imediatamente para a ala oeste e abriu as portas com um abano de mãos, derrubando Mira, a governanta diurna que estava lá, catando algumas coisas às pressas. (N/B: Será que foi essa vaca que armou aquele circo?) Ele viu o que pareceu o inferno na terra: uma cama com lençóis de seda vermelhos estava no meio do enorme cômodo, portas retratos dele com Tânia em uma clara e tosca montagem de photoshop. Seu próprio cheiro estava lá no quarto. Ele virou em direção à mulher que estava escondendo alguma coisa atrás das costas, sua fúria brilhando em seus olhos negros.
_O que tens aí?
_Milorde...
_O que tens aí, mulher?!
Ele estendeu a mão para ela e ela, tremendo, lhe entregou um CD. Ele o colocou no aparelho e a imegem que apareceu fez seu estômago embrulhar. Ele e Tânia em uma das suas festas particulares, há muito, muito tempo. A imagem era ruim, logo quando inventaram a fita de video. Ela tinha passado para DVD é claro, aquela puta. Edward rodou a mão, quando Mira ia correndo do quarto e a lançou pelo cômodo, a pregando na parede do outro lado da ala, a uns trinta metros de distância. Se aproximou dela bem devagar, estalando os ossos do pescoço, suas unhas crescidas e suas presas ameaçadoras.
_Eu sei que Tânia não fez isso sozinha. Tem dedo de Victória nisso, não tem Mira?
_Milorde, eu...
_Fale, cante para mim rouxinol, alegre minha noite.
A mulher tremeu, gaguejou, mas no final pareceu ter encontrado a voz. Mas infelizmente tinha perdido o temor à vida.
_Eu sou fiel a lady Tânia e eu acho que foi errado o que milorde fez com ela, a trocando por aquela mortal sem graça.
_E desde quando sua opinião é levada em conta por mim, Mira? Desde quando você resolveu ser lambe botas de Tânia? Desde quando e em que mundo paralelo à realidade você achou que poderia, junto com Tânia e Victória, me ferrar? Eu vou lhe mostrar o que eu faço com pessoas que me desafiam e que tramam contra mim.
Ele se virou e saiu de lá, deixando a mulher pregada na parede. Ele estava com nojo do lugar, todo ele. Estava na ora de redecorar. Edward foi a sua garagem e encheu galões com gasolina de seu posto particular. Voltou para a ala oeste e, assobiando calmamente, ele despejou em todo o lugar e em cima de Mira, enquanto a mulher se esperneava e gritava. Ele espalhou por toda a mansão. Tirou apenas as coisas que Bella tinha deixado e suas próprias coisas. Do lado de fora, ele acendeu seu isqueiro e viu com satisfação as famas lamberem sua casa e os gritos de desespero de Mira dentro do cômodo que tando organizou e que, para sua infelicidade fosse completa, seria seu túmulo.
Enquanto as chamas lambiam impiedosamente tudo à sua volta, seus soldados, vampiros e humanos, que estavam devidamente fora da mansão, assim como todos os empregados, ouviram os gritos agonizantes de Mira. Carlisle chegou e correu para lá, só para ser parado por uma ordem direta de seu sobrinho e soberano.
_Deixe queimar.
_Edward, ela ainda pode ser salva e...
_QUE QUEIME E APRENDA QUE NÃO SE MEXE COMIGO NEM COM NADA MEU!
Carlisle assentiu, pois mesmo sendo seu sobrinho, era seu rei e devia respeito e lealdade a ele, mesmo não gostando de seus atos. Quando as chamas diminuíram e os carros de bombeiros finalmente foram autorizados a entrar na propriedade, Edward se afastou, rosnando ordens a todos os seus. Os empregados, assim como os soldados, deveriam ser levados para a Escócia. Carlisle e Esme iriam pessoalmente levá-los. Ninguém ficaria com ele.
_Que a diversão comece.
Ele falou, sorrindo cruelmente, antes de alçar vôo, indo atrás de sua presa.
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Evanescence - Understanding
Ele não tinha dado a devida atenção ao grau de perigo que as duas vampiras representavam. Sempre achou que era apenas mágoa por terem perdido os postos de namorada e amante. Deveria saber, de certo que deveria, afinal seu pai não lhe falava sempre que todo pensar é torto? Que sempre ficasse com o olho às suas costas? Ele deu pouco crédito a elas. Errou, mas, esse seria o último erro.
Os altos prédios não faziam frente a sua fúria. Estava raivoso contra aquelas que ousaram se intrometer em seu caminho. Tinha tudo planejado para pegar quem tanto queria a morte de sua esposa. Mas tinha falhado em um detalhe que para ele era ínfimo. Elas tinham se aproveitado do momento de distração, enquanto traçava rotas de fuga e ataque para pegar Thirran, para destruí-lo. Tinha se afastado de Bella propositalmente para que o bruxo pensasse que a maldição o tinha deixado imune a sua companheira ou que o tinha deixado louco. Um louco é fácil de controlar e destruir. Ele sabia, por expêriencia própria que era assim, mas que também tinha seu quinhão de perigo. Por isso começou a agir assim. Cada mulher que tocava, sentia sua pele querer se desprender de sua carne e rastejar para fora do seu corpo. Sentia um asco tão grande, que era quase insuportável de aguentar, mas tinha que fazer isso. Thirran lhe observava a todo segundo do seu dia e sua noite. Ele fingia não vê-lo, como se essa mera mágica de se envultar e camuflar seu cheiro pudesse lhe enganar. Ele era o rei dos vampiros e, se não fosse tão condenadamente bom, não estaria no trono todo esse tempo. Ergueu a cabeça e farejou o ar. Sorriu quando o vento que antecedia a tempestade lhe trouxe o cheiro dela.
Hora da caçada.
Correu com uma graça sobrenatural sobre os telhados, a cercando de todos os lados, a conduzindo para onde a queria. Seus sentidos gritavam para serem usados, suas presas, crescidas ao máximo, lhe indicavam que estava com fome, muita fome.
De vingança.
Vampiro. Demônio. Filho do mal. Bastardo sem alma. Assassino de sangue frio.
Todos o chamavam assim. Ele se sentia como um vingador agora e teria sua vingança, custe o que custar. Depois poderia correr para casa, para ela e, de joelhos, lhe pedir perdão por todo mal que lhe causou, mas primeiro...
A vampira correu e seu salto quebrou, fazendo ela mergulhar no asfalto. Uma risada sobrenatural resoou ao vento e ela se ergueu rapidamente, voltando a correr. Usando sua velocidade vampírica, ela entrou em um velho armazém, se escondendo dentro de um conteiner. Se abaixou em um canto, tremendo e resfolegando. Sabia que seria pega, mas se pudesse, pelo menos, escapar para o mar, ele não a pegaria, era muito rápida na água. Ela apurou os ouvidos, nada. Esperou até quando sentiu seu coração normalizar as batidas e a respiração se acalmar.
Foi aí que ouviu.
Um som de unhas, raspando como se fosse em um quadro negro, lhe enviando arrepios de terror pela espinha. Suas mãos tremeram, seus olhos derramaram lágrimas.
_Acho que ouvi alguém arranhando... Arranhando a minha porta...
Ela tremeu quando ouviu a voz dele totalmente mudada.
_Psiu! Hei ratinho, vem para fora. Vamos brincar... – ele gargalhou, enquanto as unhas arranhavam o ferro do conteiner.
Ela se encolheu, tapando os ouvidos. Não queria ouvir, não queria morrer.
_Para quê essas garras tãaaaao grandes, você pergunta... Para melhor lhe rasgar, respondo eu...
Ele riu e ela tremeu. O som se fez mais alto, mais próximo e ela se encolheu no chão.
_Para quê esses dentes tão compridos... Para melhor lhe cortar... Vamos, saia carinho... Quero brincar só um pouquinho.
Ela se arrastou pela caixa de ferro, em direção contrária a de onde vinha o som do metal sendo torturado.
_Cadê o bebêeeee?...
Ela olhou horrorizada para onde o metal se abriu, como se fosse papel molhado, e segurou um grito, quando a cabeça dele apareceu pelo buraco.
_Olha ela aqui... – ele disse sorrindo, seus olhos pretos seus dentes longos, mas longos como nunca tinha visto em toda a sua vida. _BÚ!
Ele disse e ela abriu a porta, saindo, correndo, sendo seguida pelas gargalhadas dele. Antes que chegasse na porta do prédio, foi agarrada pela cintura e esmagada na parede em frente, sua cara se cortando, quando os metais presos na parede lhe entraram na pele.
_Te peguei...
Ele sussurou ao seu ouvido e tudo ficou escuro.
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System – chester bennington
O teto gotejava, o chão frio de pedra lhe machucava o rosto já restaurado dos cortes. Victória se ergueu e olhou ao redor. Um grito de medo lhe travou na garganta. Estava em uma cripta. Caminhou pelo lugar cheio de caixões e ossos velhos. Caveiras estavam espalhadas pelo lugar e grossas velas estavam fincadas em grandes candelabros de ferro.
_Victória?
Ela olhou de lado e viu Tânia sentada em uma cadeira medieval, cheia de pregos do comprimento de um dedo indicador. Sua cabeça estava fixa com um tira de couro crú e o sangue saia de seu corpo bem devagar. Ela estava com fome, pela cor de seus olhos.
_Tânia?
_Estou com fome...
_Onde estamos?
_Na cripta dos condenados... Lugar de Torturas e Morte...
_Esse lugar é uma lenda.
_Não é não, amoreco.
Victória virou rápido na direção da voz de Edward e o viu de cabeça para baixo no canto da cripta.
_Olá Vick!
Ele flutuou para ela e parou na sua frente.
_Bem vinda ao primeiro dia de sua morte.
Ele lhe cravou uma seringa de sangue morto e ela caiu a seus pés. Edward prendeu Victória do mesmo jeito que fez com a outra vampira.
Ele olhou pra Tânia e sorriu. Ela engoliu seco, vendo ele se precipitar para ela.
_Quando sua amiguinha acordar, eu as soltarei das correias. Tem bastante sangue escorrendo de vocês, não é minha noiva?
_Edward, por favor, eu faço qualquer coisa por você, eu...
_Eu faço qualquer coisa por você ai, ai, ai! – ele repetiu a frase dela, em um tom bem desafinado e nasal._ Oh cara, como ela é adorável, não?
Ele chegou perto dela e pegou no seu queixo com muita força, o tirando do lugar. Ela gritou e ele sorriu, se afastando.
_Sabe, a única coisa que você fará por mim será morrer quando o sol entrar por aquelas aberturas pequenininhas ali em cima – ele apontou para um ponto fixo no teto _ Ele vai lhe queimar bem devagar, fritando seus olhos e seus órgãos, antes de lhe queimar o coração. Talvez no inferno você aprenda a não mexer com o que é meu.
Ele saiu de lá batendo a porta com força. Tânia sentiu o mexer de correntes no fundo da cripta e tremeu com o que tinha alí. Ela seria devorada viva, antes de que o sol lhe matasse. Pela primeira vez, ela tremeu e chorou de medo. Muito medo.
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Edward deixou a água quente entrar em contato com sua pele, relaxando os músculos. Apoiou seus braços na parede e abaixou a cabeça, ficando de olhos fechados e se permitindo relaxar. Lembrou dela, do seu gosto, do seu cheiro. Seu membro ganhou força, endurecendo dolorido pela necessidade dela, do corpo dela. Ele enrolou suas mãos em torno da sua longitude e, como tinha feito durante todos esses meses, invocou imagens dela e da carne macia e suave entre suas coxas. Bombeou com o punho apertado, tentando achar o equilíbrio entre sua imaginação e sua mão, como se fosse seu invólucro de prazer. Seus movimentos ficaram mais fortes e, com um gemido sofrível, ele se derramou, seus jatos batendo na parede do box e descendo pelo ralo enquanto ele resfolegava e seus coração batia feito louco. Ele se ensaboou e se enxugou, saindo do banheiro só de toalha. Tinha alguém no seu quarto sentado na sua cama, muito puta com ele, pelo seu olhar mortal.
_É feio ficar bisbilhotando os outros, sabia Rose? Você poderia ter me pegado em uma situação bem íntima, maninha.
Ele falou, entrando no closet e ela foi atrás.
_O que você faz com seu pau e sua mão não me interessa, Edward. Agora, o que você faz com a MINHA CUNHADA, aí é outra coisa.
_Ah, resolveu sair debaixo da pedra em que se meteu todo esse tempo e se inteirar das novidades, foi?
_Deixe de ser idiota. Você não pode trair a Bella, seu anormal. Como é que estava se esfregando com outras mulheres? Como conseguiu?
_Foi preciso. – ele disse, sem lhe olhar e removeu a toalha, ficando nu na frente dela. Vestiu uma cueca e em seguida sua calça, camisa, gravata e terno, tudo preto como gostava de vestir antes.
_O que houve com você? E por que você ateou fogo na casa de Londres?
_Por onde você esteve? – ele perguntou, enquanto passava perfume
_Responda, Eddie.
_E eu lhe devo satisfações de minha vida agora?
_Mas que merda! Responde, maldito dos infernos!!!
Ele ficou observando ela por um longo tempo, antes de sair do quarto, se dirigindo à biblioteca. Ela foi pisando nos seus calcanhares e, quando entraram lá e as portas se fecharam, ela viu Carlisle, Esme, Ena, Alexei e Jacob, todos reunidos. Edward foi para trás da mesa de seu escritório e sentou, entrelaçando os dedos e apoiando o queixo neles.
_Bom, me digam! Por que eu me afasto alguns míseros meses e quando eu volto eu descubro que meu irmão idiota acabou o casamento dele, por que estava fodendo com todas as mulheres de Londres. Detalhe. Esse bastardo já tem a sua companheira de alma e, por isso, ele não conseguiria que seu pau se erguesse para outra mulher, nem que sua vida dependesse disso.
_Eu não trai a Bella, Rose.
_Isso eu sei, DÃ! O que eu quero saber é o porque raios ela está na casa do Memeti... Digo, Emmett, chorando pitangas e dizendo sandice do tipo ele me traia todo santo dia!
_Thirran voltou. – Carlisle falou e Rose caiu sentada na cadeira à sua frente.
_Porra. – a vampira falou por cima do fôlego.
_Diga-me, minha adorada irmã, desde quando você sabe da existência de Thirran?
Rose suspirou e passou a mão pelo rosto.
_Há, pelo menos, duzentos anos.
_E será que ninguém aqui teve o mísero pensamento de me contar sobre ele?
_Ele é perigoso, estávamos tentando proteger você. – Carlisle falou e Edward riu para, em seguida, dar um tapa estrondoso em cima da mesa.
_Acaso todos vocês não acham que eu sou bem grandinho para me defender sozinho? Oh não, esperem! Acham que ainda sou aquele pobre rapazinho que ficava trancado no quarto chorando a morte dos pais e do irmão? Hã? Cuidando do jeito que dava da única irmã que tinha? Tentando aprender tudo sobre os mundos vampírico e humano? Ou vocês acham que eu sou aquele vampiro louco por sangue, que não pode ver uma gota deslizar de um corte, que fico babando e raivoso, partindo para cima do pobre infeliz que teve o azar de se cortar na minha frente?
_Edward...
_EU TENHO QUATROCENTOS E TRINTA E CINCO ANOS, PORRA! EU SOU O REI, MALDIÇÃO! EU JÁ MATEI MAIS VAMPIROS, LICANS, BRUXOS E CAÇADORES DO QUE TODOS VOCÊS JUNTOS ALGUMA VEZ JÁ TIVERAM OPORTUNIDADE!!! EU POSSO ME DEFENDER E ME ESCONDEM ALGO DE SUPREMA IMPORTÂNCIA, COMO O DESGRAÇADO QUE TEM A CHAVE PARA ACABAR COM A MINHA MALDIÇÃO, SEM QUE EU TENHA QUE MATAR MINHA MULHER? VÃO SE FERRAR TODOS VOCÊS!!!
_Edward, escute.
_Não, não Rose. Se vocês tivessem me dito isso há tempos atrás, eu poderia ter acabado com essa merda e agora eu não teria que passar atestado de adúltero para toda a sociedade vampírica e, além disso, o atestado de corno também já que a Bella está grávida e, se eu estou fodendo com toda puta que eu encontre pelos becos de Londres, então ela não é minha escolhida e não sendo minha escolhida ela me colocou um lindo galhote na cabeça e EU SOU O CORNO DO ANO!!! ALÉM DE SER O SAFADO DO ANO, DESEJADO POR TODA MALDITA VAMPIRA E INVEJADO POR TODO MACHO QUE EXISTA PELA MINHA FOME DE FODER QUALQUER COISA QUE TENHA UMA FENDA NO MEIO DAS PERNAS!!!
Ele terminou de falar, respirando fundo e se ouviu um silêncio sepulcral no lugar. Jacob tossiu e Edward olhou para ele com a sobrancelha erguida.
_Não tem graça, Jack. Não tem a mísera graça, seu bastardo de merda. Mexa seu rabo peludo e acorde seus Licans esfomeados, antes que Victória e Tânia chupem o sangue uma da outra, antes que seus bichinhos as façam em pedaços ou que o sol as transforme em cinzas.
_Você pegou elas? – Rosálie o olhou descrente e Edward lhe deu um sorriso de escárnio.
_Eu sou Edward Cullen, Rosálie, nada me é negado quando eu quero em minhas garras. E nada, nada me é escondido sem que eu assim deseje que seja. – ele falou, olhando direto nos olhos dela e Rose engoliu seco. _Mande Emmett vir falar comigo, por que eu juro que se você casar grávida, eu castro seu marido e não estou brincando.
Ele saiu da sala e Jacob e os outros foram nos seus calcanhares.
E ele sabia o tempo todo, Rose sorriu com isso. De fato, ninguém fazia seu irmão de besta. Eles conseguiram esconder Thirran dele por muito tempo até.
*********
O som das correntes era assustador. Victória e Tânia se debatiam para se soltar, gemendo entre o desejo de se morderem e se alimentarem uma da outra e lutarem contra o que quer que seja que estava se mexendo no fundo da cripta. O som da porta se abrindo chamou sua atenção. Três figuras encapuçadas apareceram pelo vão e lhes olharam fixamente. Eleazar tirou o capuz, se revelando a sua filha, sua mãe atrás dele e Ena no fim da pequena fila.
_Pai...
_Não sou seu pai. Eu tanto que te avisei, Tânia.
_Peça por mim. Peça, pai!
_A sentença já foi dada, vocês duas foram condenadas à morte. Eu te avisei Tânia, eu bem que te avisei.
Eleazar não reconhecia sua filha, a fome e a demência povoando os olhos dela. Sua filha há muito que já não existia. Tinha sucumbido à loucura.
A porta foi fechada e o som de roldanas envelhecidas sendo movimentadas foi ouvido dentro da grande cripta. Rugidos e estalos se fizeram mais altos, na medida em que os grilhões das duas vampiras foram soltos e elas saltaram das cadeiras, sangue escorrendo das perfurações que as cadeiras tinham feito. Barulhos de patas gigantes eram ouvidos, vindo em suas direções e elas se pregaram no teto. Mas os primeiros raios de sol penetraram pelas frestas e as acertaram. Elas gritaram de dor e de sede. Victória foi a primeira a cair, sendo atingida pelo sol, suas pernas virando cinzas, antes que lobos enormes e famintos lhe rasgassem a carne e dilacerassem seu corpo, enquanto ia virando pó. Tânia lutou e matou um, mas os raios de sol queimavam sua pele. Fumaça saía das feridas, quando um lobo negro veio ao seu encontro. Ela tremeu quando ele avançou para ela, lhe arrancando a perna. Outro lobo lhe arrancou o braço e o sol começou a transformar as últimas partes em cinzas torcidas. O último grito foi dado em direção ao seu pai que, com apenas uma lágrima derramada, viu sua filha tão amada morrer. Caureu e Thirruny se afastaram, rosnando e levando consigo as partes das vampiras que não foram atingidas pelo sol. Se esconderam no fundo da cripta, se alimentando e adormecendo, à espera de serem acordados para mais uma refeição. Ou um ajustes de contas.
Edward ficou olhando as cinzas das duas em total silêncio.
_Meu rei. – Eleazar se prostrou com um joelho em terra e um punho fechado em cima do coração, sendo acompanhado por sua esposa e suas duas filhas.
_Eleazar.
_A justiça foi feita, meu rei está bem, minha rainha está bem e seu herdeiro está a caminho. Precisa de nós para algo mais?
_Não. Vai e pranteie sua filha, sua dor é imensa, eu sei.
_Não tanto como se fosse a perda de minha rainha ou meu rei.
Edward assentiu e ouviram um soluço contrito de Carmem. Saíram, com Eleazar abraçando sua esposa e suas filhas foram atrás de cabeça erguida altivas e sérias. Passaram pelo corredor de vampiros, desafiando qualquer um a lhes olhar com pena. Elas não pagariam pela estupidez de sua irmã, louca pelo ciúme.
***********
Bella estava sentada no batente da janela, espiando a lua. Batidas na porta lhe chamaram atenção e ela se virou para encontrar seu pai com um bandeja de biscoitos na mão, um copo de leite e uma garrafinha de sangue.
_Eu prefiro chocolate, mas essa menina gosta do sangue do pai.
Bella acariciou a barriga, quando Reneesme chutou forte do lado direito.
_É, mas o Alexander também gosta do sangue do pai.
Seu filho chutou do lado esquerdo e ela fez uma careta.
_Doeu? – Charlie perguntou sorrindo e Bella assentiu, alisando até que seu pequeno se acalmasse.
_Ele é agitado igual ao pai.
_E, por falar em pai, quando você vai dizer a ele?
_Eu já mandei avisar, mandei até um DVD da ultrassonografia. E Carlisle e Rosálie já deram a notícia também.
_Eu acho que ele gostaria de saber por você, não?
_Eu acho melhor não. Eu estou saindo com o Mike de qualquer forma...
_Bella, você é uma mulher casada e eu acho que ser ajudada com as compras, enquanto está na porta de casa não conta como encontro. Sem contar que, se eu soubesse que ele a olhou diferente do que concerne a uma mulher casada, eu atirariraria no seu traseiro branquelo.
_Pai! O Mike é...
_Idiota.
_Não, ele é...
_Imbecil e eu já o avisei, você é casada e, se seu marido vier e descobrir que ele está arrastando asas para você, ele vai fatiá-lo e eu vou ajudar. Eu sei onde enterrar corpos para que ninguém descubra.
_Ok papai, nada de falar em encontros, mesmo por que ninguém é ele, não é mesmo?
_Exatamente. Você o ama, filha?
_Sim. Mais que tudo.
_Então perdoe, por que eu estou certo de que ele nunca te traiu.
_Pai, já conversamos sobre isso. E você o odeia, não é assim?
_Um homem pode mudar de opinião, não?
_Pode, pode sim... Devo procurá-lo?
_Deve, se você o ama deve. Agora se alimente antes que meus netos lhe quebrem para sair e eles mesmos buscarem sua comida.
Ela sorriu e comeu em silêncio. Seu pai recolheu a bandeja e, assim que ela estava devidamente deitada, ela pegou o celular. Discou o número tão conhecido. Um toque. Apenas um toque e a voz suave flutuou através do aparelho.
_Edward Cullen.
Ela não falou, não conseguiu. Ele ficou calado por alguns segundos, antes de falar, a fazendo sorrir.
_Você sabe que eu posso ouvir sua respiração do outro lado da linha, não é Bella?
Ela não falou. Seus olhos se encheram de lágrimas, que ela lutou para não derramar.
_Sinto tanto a sua falta, bebê. Mande um beijo para nossos pequenos, eu assisti o DVD. Avise-me quando estiver pronta para me escutar. Eu decidi jogar tudo ao vento e que seja o que Deus quiser. O que eu não posso mais é ficar longe de você, meu pedaço do céu.
Bella pigarreou, para dar mais estabilidade, antes de falar.
_Nascem o mês que vem.
_Eu sei. Gostaria de estar presente.
_Eu também gostaria. Tivemos uma sorte, não é? Digo, gêmeos logo de cara? Carlisle disse que gêmeos híbridos são muito raros. Um casal em cada mil uniões...
_Eu serei eternamente grato por esse tão grande presente, Bella.
_Boa noite Edward
_Boa noite, amada minha. Durma bem e me deixe saber quando eu puder me aproximar.
_Eu deixarei.
Ela desligou e se deitou de lado, a única posição que conseguia dormir.
Charlie estava na varanda, se balançando na sua velha cadeira de balanço. Sue já tinha ido dormir. Estava limpando sua arma, quando ele apareceu grasnando.
_Não vai mais me assustar seu imbecil, transforme-se.
Edward se transformou e sentou na cadeira ao lado.
_Boa noite velho. – ele disse sorrindo
_Boa noite pirralho. – Charlie retribuiu o cumprimento. –Hei! Eu serei um orgulhoso avô de um menino e uma menina, sabia?
_Sabia e que, por coincidência, são meus filhos.
_Infelizmente, a gente não tem tudo o que deseja, né? Eu, por exemplo, adoraria que minha filha tivesse se casado com um empresário.
_Eu sou empresário.
_Você é vampiro.
_E empresário.
_Não deixa de ser um vampiro.
_Charlie. Não torra meu saco, ok?
Seu sogro sorriu, se balançando na cadeira e limpando a arma.
que capitulo,maravilhoso,graças que o edward acabou com as putas,ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
ResponderExcluirAdoreiiiiii!
ResponderExcluirSuper ansiosa pelo próximo! kkk
eu ri pencas com o ataque do sogrito do ed viu ..kkkkkkkkkk
ResponderExcluiramei
ResponderExcluirParece que finalmente o vampirão resolveu reagir e tomar as rédeas e colocar as mau amadas em seu devido lugar !!!!!! kkkkk
ResponderExcluirE ele e o sogrão finalmente se acertaram ... kkkkk