CAPÍTULO 16
_Está feliz? – Edward perguntou, enquanto guiava sua amada para a festa, onde todos os esperavam.
_Muito feliz. É muito irreal, parece que estou sonhando. Se for um sonho, por favor, não me acorde.
Edward a abraçou apertado, lhe beijando o cabelo.
_Digo o mesmo. Te amo, sabia?
_Sabia. Também te amo. Muito, para a vida inteira.
Chegaram na parte de trás da mansão e Bella ficou surpresa com o que encontrou lá. Todo o local estava decorado com fitas e flores, mesas estavam espalhadas aleatoriamente e o local onde se encontrava a mesa do bolo era de frente para o lago. Estava perfeito!
_Como você conseguiu tudo isso em tão pouco tempo?
Ele riu e lhe beijou.
_Eu cobrei alguns favores. Sabe, uma coisinha aqui, outra ali e pronto, tudo resolvido.
_Existe alguma coisa que você não faça?
_Existe.
_Qual é?
_Tirar essa expressão de preocupação do seu rosto.
_Eu não consigo evitar.
_Confia em mim?
_Confio.
_Então relaxe e aproveite. A festa é sua, meu amor, esse é o primeiro dia de nossas vidas, senhora Cullen.
A festa correu bem, eles posaram para fotos com todos. Nessie não saiu dos braços de Edward. Quando cortaram o bolo, ela segurou na espátula e comeu com eles o primeiro pedaço. No brinde, ela tomou refrigerante e brindou com eles. Bella jogou o buquê e Alice pegou, automaticamente ela olhou para o Jasper, que deu um sorriso safado e ela se ruborizou na mesma hora.
Receberam os cumprimentos e Bella chorou quando viu sua família lá, Sue, Harry, Leah, Set, Jacob e o pequeno Jack. Recebeu os cumprimentos de vários amigos de Edward e de mulheres que olhavam ela de cima para baixo, a avaliando. Sempre que acontecia isso, Edward a abraçava e lhe beijava o pescoço ou a boca, sussurrando que não ligasse para elas, elas eram umas mal amadas e mal comidas, estavam com inveja da felicidade deles. Bella ria e deixava para lá.
**********
_Está gostando da festa princesa? – Edward perguntou a Nessie, enquanto se dirigiam para o bufê. Bella tinha sumido com as mulheres, para trocar de roupa.
_Está muito bonita, papai. Papai, quando a cegonha vai trazer meu irmãozinho?
_Vou escrever para ela hoje.
_Posso escrever com o senhor?
_Isso era o que eu queria conversar com você princesa. O papai e a mamãe... Nós vamos dormir fora.
_Por quê?
_Por que papai precisa conversar com a cegonha.
_Papai, a cegonha é um pássaro, ela não fala.
_Ok, papai tem que... Providenciar para que seu irmãozinho chegue depressa e por isso temos que dormir fora hoje. A... Carta é muito, mas muito comprida, vai levar a noite toda para escrever.
_Por que não escreve aqui? Eu posso ajudar.
_Não pode não, princesa. Isso é coisa de adultos, sabe?
_Escrever cartas para a cegonha?
_É, isso mesmo, você vai ficar com o vovô e a vovó. Tudo bem?
_Tudo, vocês... Vocês vão vir me buscar... Não é, papai?
_Claro meu amor
_Te amo papai.
_Também te amo princesa.
_ Eu quero ir brincar, o senhor deixa?
_E sua comida?
_O senhor pega para mim? Eu venho logo.
_ Está bem, vá lá brincar com seus amiguinhos, mas se algum menino chegar muito perto de você, me chame, está bem?
_Está.
Nessie se afastou correndo e ele ficou observando com as mãos nos bolsos, esperando a fila andar.
_Preocupado tão cedo? – Edward queria ignorar a pessoa que estava falando com ele, mas, por educação, resolveu responder.
_É coisa de pai.
_Mas ela nem é sua filha.
_E quem disse a você que não, Tânia?
_Você nunca me falou dela quando nós...
_Não falo da minha família com qualquer um.
_Então quer dizer que, as vezes que transamos, você traiu ela, foi?
_Escute Tânia e escute bem- Edward falou, olhando para ela sério. – Elas são minha família agora, o que tive com você no passado ficou para trás e não, eu não trai Isabella com você, por que eu não a conhecia. Mas fique ciente que, se eu a conhecesse naquela época, eu nunca teria sequer lhe dirigido a palavra, quiçá transar com você. Sou um homem de uma mulher só e essa mulher se chama Isabella Cullen.
Tânia ficou olhando para ele por um bom tempo. Tinha tentado prendê-lo através de uma gravidez, mas, ele era muito controlado. Engravidou de outro e disse que era dele. Lógico que ele não acreditou, mas ela achava que estava ganhando terreno com ele. Agora tinha percebido que tinha levado uma rasteira, seu coração já tinha dona, tinha perdido a guerra.
_Você age como se fossem namorados há anos e a menina fosse de fato sua filha.
_E ela é, é só olhar para a certidão de nascimento dela. Nessie é minha filha e ninguém irá mudar essa realidade. Filhos não nascem apenas de uma relação sexual, Tânia, nascem do coração. E Nessie é minha filha!
Edward se virou, pegou um prato e começou a colocar a comida. Colocou seu prato em uma mesa e foi atrás da sua garotinha. Ela estava brincando com outras meninas, não tinha meninos perto, o que deixou ele bastante tranquilo. Pegou sua garotinha nos braços e foram para a mesa. Sentou com ela ao seu lado e ele ficou dando comida na boca dela e fazendo caretas para ela rir.
Nessie não sabia se comia ou se ria das brincadeiras do pai. Avistou, de longe, sua mãe e abriu um sorrisão. Ela estava linda, com seu vestido azul escuro, na altura do joelho e com o cabelo solto.
_Papai, a mamãe já vem ali. Ela está linda!
Edward virou-se e prendeu a respiração. Bella estava linda! Ele se ergueu, foi ao seu encontro e a ergueu, lhe beijando e rodando-a no ar. Bella se apoiou nos seus ombros e riu feliz.
_Venha para a mesa, querida. Enquanto eu faço seu prato, fique com nossa filha.
_Ok.
Bella se sentou ao lado da filha e Nessie pulou no seu colo. Edward voltou com seu prato e voltou a dar de comer à sua filha, enquanto Bella comia e dava na boca dele. Era a imagem da família feliz! Terminaram e foram se despedir dos convidados. Nessie não saiu dos braços dele e Edward não queria soltar sua garotinha de jeito nenhum.
_Edward, está na hora. – sua mãe falou, estendendo os braços para pegar sua netinha, que prontamente aceitou o convite.
_Querida, vamos?
_Mas a Nessie não é acostumada com seus pais e...
_Não se preocupe meu bem, qualquer coisa ligamos para vocês. Mas, não se preocupe, o Carl é um excelente médico e eu atiro melhor que meu filho.
Esme falou rindo e dando um abraço em Bella, que não sabia se ficava tranquila com essa resposta ou se tomava sua filha dos braços de sua sogra.
_Fique tranquila, sim? Ela vai está em segurança, confie em nós, querida, somos sua família agora.
_Sim, está bem. Nessie, vem com a mamãe, filha.
Sua pequena se jogou em seus braços, dando um abraço bem forte e lhe beijando a bochecha. Estava com lágrimas nos olhos. Nunca, nesses seis anos, tinham ficado longe uma da outra, essa era a primeira vez. Tirando a escola, essa era, de fato, a primeira vez que deixava sua pequena aos cuidados de outras pessoas. Estava aterrorizada, sabia que não tinha motivos, mas, não podia evitar. Carlisle estendeu as mãos e Nessie foi para ele, sorrindo. Ela ficaria bem, eles a amavam.
Foram para o carro de Edward, acenando a todo instante. Tanto ela quanto ele estavam se amarrando para não ir, até que não teve jeito, a partida era inevitável. Estariam de volta amanhã, bem cedo.
Nessie viu o carro dos seus pais sumir e se voltou para o seu avô, com lágrimas nos olhos e o lábios tremendo. Estava se segurando para não chorar, mas, quando seus pais se foram, não aguentou. Se agarrou no pescoço do vovô, chorando e dizendo que queria o papai e a mamãe de volta.
_Oh meu bem, o vovô e a vovó estão aqui, não se preocupe. Ligaremos para eles mais tarde, está bem?
_O senhor promete?
_Prometo. Quer brincar com seus coleguinhas?
_Quero.
Ela desceu dos braços do vovô e foi na direção das crianças. Carlisle ficou de olho o tempo todo nela. Estava feliz, sua família tinha crescido de repente e ele não poderia estar mais emocionado e agradecido a Deus por isso.
Nessie chegou perto das meninas e começou a brincar de restaurante, com os pratos e copos que estavam nas mesas. Nessie ensinou como tirar os pratos da mesa e como servir do jeitinho que via sua mãe fazendo. Estavam se divertindo, quando um garoto chato chegou para atrapalhar. As meninas ficavam rindo das palhaçadas dele, mas, Nessie nem ligava. Como tinha dito seu papai, meninos não prestavam para brincar com meninas.
_Hei! Você é a filha adotiva de Edward, não é?
_Não sou filha adotiva dele não.
_É claro que é. Minha mãe disse e ela sempre diz a verdade.
_Aposto que ela diz que você é bonito. Então ela mente.
Uma voz falou atrás de Nessie e ela se virou, abrindo um sorrisão para o menino que tinha falado.
_Jack! –ela correu para ele e o abraçou. – Pensei que tinha ido embora.
_Eu ainda não tinha falado com você, então, não podia ir embora.
_Hei! Você não pode ficar perto dela, seu podre.
_Cale a boca, seu feioso. Ele é meu amigo e se você falar dele assim, eu digo para o meu papai te bater.
_O Ed não me bateria, minha mãe disse que eu sou filho dele também.
_Mentira, meu papai só tem eu de filha!
_Você é adotada e isso não vale.
O menino se assustou quando Nessie fez cara de choro e Jack avançou em cima dele, dando um empurrão tão grande, que se estendeu no chão. Jack ficou por cima e lhe segurou pela gola da camisa engomada.
_Sai daqui, seu almofadinha. E, se falar com a Nessie novamente assim, eu vou quebrar seus dentes.
Jack o soltou e o menino saiu correndo e chamando pela mãe. Nessie se abraçou a ele e Jack a rodeou com seus braços, beijando seus cabelos, enquanto olhava para onde o moleque tinha fugido.
_O que está acontecendo aqui?
_Vovô! Aquele menino feio disse coisas feias para mim e o Jack me defendeu. Ele é meu herói.
Nessie falou sorrindo e se abraçando ao menino, que ficou com as bochechas vermelhas de vergonha.
_Qual o seu nome, filho?
_Jacob Black Filho, senhor Cullen, mas todos me chamam de Jack.
_Prazer Jack, sou Carlisle pai de Edward e avô de Nessie.
_Eu sei, senhor.
_Devo agradecer por ter salvo minha neta. Marlon não é o tipo de companhia que a Nessie precisa. Aceita um copo de refrigerante, filho?
_Sim senhor.
Foram para as mesas e Carlisle pediu ao garçom refrigerantes e ele foi buscar. Carlisle sentou de frente para os dois, que não se desgrudavam por nada. Nessie estava agarrada ao braço do menino, igual a um carrapato e Jack parecia não se importar nem um pouco com isso. Beberam os refrigerantes, enquanto conversavam sobre a escola e a família do menino.
_Quantos anos você tem, filho?
_Tenho oito anos, senhor.
_O que pretende fazer no futuro?
_Pretendo me casar com a Nessie, senhor, se o pai dela, o senhor e os tios deixarem.
O menino falou tão sério, que Carlisle não duvidou, nem por um segundo, das palavras dele. Nessie se ruborizou e abaixou a cabeça com um sorriso.
_Espere para falar com o pai dela daqui a uns doze anos, meu filho.
_Por quê, senhor?
_Por que daqui até lá, você já terá um trabalho e terá músculos para aguentar.
_Aguentar o quê?
_A conversa que você terá com o pai dela. Acredite, você vai precisar de músculos para isso.
_Sim senhor.
Quando todos foram embora, Carlisle, Esme e Nessie entraram na casa. Convidaram Alice para passar o restante do dia e dormir lá, já que as nuvens anunciavam um temporal daqueles, mas, ela recusou e Jasper disse que levaria eles para casa. Se despediram e entram em casa.
Jasper acomodou Ben na cadeirinha e abriu a porta para Alice entrar. Deu a volta e entrou no lado do passageiro e começaram a viagem. Alice estava calada. Estava com raiva dele, pois durante toda a festa, ele não deixou ela em paz, nenhum homem se aproximava dela sem ser repelido pela presença do ser que estava sentado ao seu lado. Já ele aproveitou bastante a festa, com todas as mulheres ao redor dele e ele sendo só sorrisos para todas.
_Está muito calada coração, o que foi?
_Não foi nada, preste atenção na estrada, por favor. – ela falou séria, tinha começado a chover e não se via nada a frente.
_Tranquila, eu conheço essas estradas como a palma da minha mão.
_Mas eu não, preste atenção, sim?
Ele riu e continuou a dirigir. Depois de uns dez minutos, eles pararam e Jasper saiu do carro. Alice achou que tinha acontecido alguma coisa, quando a porta do seu lado foi aberta e Jasper soltou seu cinto, ajudando ela a sair do veículo com um guarda-chuva, para evitar que se molhasse.
_O carro quebrou?
_Não, por que perguntou isso?
_Paramos e você me tirou de dentro dele.
_É que chegamos.
_Aonde?
_Na minha casa, está chovendo demais para dirigir. Passaremos a noite aqui e amanhã eu os levarei para Forks.
_Não posso dormir aqui. Não trouxe roupas.
_Eu empresto uma das minhas camisas, apesar de que não vamos precisar de roupas, não acha?
_Nos seus sonhos, seu safado! Não sou mulher de uma noite não. Esqueça. Vá chamar aquelas zinhas lá da festa, elas fazem seu tipo, não eu.
_Sabe, quanto mais você me afasta, mais eu gamo. Vamos entrar gatinha, lá dentro veremos quem domina quem.
Jasper falou e a levou até a portaria e voltou para pegar seu filho. Em poucos minutos, ele voltou com Ben nos braços e a bolsa dele no ombro.
_Você mora aqui?
_Sim.
_E por que não guarda o carro?
_Estão reformando a garagem. Daqui há duas semanas terminam. Venha, está frio pra caralho aqui fora.
_Não fale palavrão na frente do meu filho, senhor Witlock.
_Desculpe coração, não falarei novamente.
Passaram pela recepção e entraram no elevador. Pararam no décimo quarto andar, a cobertura. Jasper abriu a porta e deu passagem para ela. A sala era bem masculina, toda em tons de preto, branco e vermelho. Tinha uma estante enorme, com centenas de livros, uma televisão monstro e um aparelho de som moderno, daqueles que dava até medo olhar para não quebrar. Tinha um jogo de sofás de couro preto e um centro de vidro enorme. No canto, tinha um barzinho bem abastecido, pelo que podia ver.
_Venha, vou levá-los para o quarto de hóspedes.
Eles entraram em um corredor e ele abriu a porta da esquerda. O quarto era amplo e bem decorado, uma cama de casal tomava o centro do quarto, tinha um raque com televisão, dvd e som. De frente para a cama, ficava uma porta de vidro, que dava para o terraço. À esquerda, tinha duas portas, que deviam ser o closet e o banheiro. Como ele mostrou mais adiante, a da esquerda era o closet e a da direita o banheiro, que era lindo, amplo e bem decorado, tinha uma banheira grande.
_Espero que fique à vontade. Vou tomar banho e ver o que eu faço para a gente comer, tá ok?
_Ok... Obrigada pela hospitalidade, Jasper.
_De nada Alice, sinta-se em casa.
Ele saiu e ela ficou em pé, no meio do quarto, com seu pequeno nos braços.
**************
Bella e Edward chegaram a um prédio enorme. Ele era todo preto, com vidros fumês. As janelas eram inteiras de cima a baixo, não dava pra ver nada lá dentro.
_Bem-vinda à Alpha Security, senhora Cullen.
_O que viemos fazer aqui?
_Bom, amada minha, não tinha um só hotel com vagas em toda Port Angeles. Por causa das férias, é alta temporada. Então, eu pensei que poderíamos passar nossa lua de mel no nosso prédio. É um lugar seguro e aconchegante, eu garanto.
_Eu acredito em você. É aqui que você morava?
_Sim - ele falou e saiu do carro para abrir a porta para ela. _ Eu queria um lugar que ficasse perto da empresa e como o prédio tem dez andares, então...
_Foi perfeito.
_Sim. E agora será mais perfeito ainda, pois não estou sozinho.
Bella sorriu e o abraçou. Ele retribuiu e lhe beijou. Os pedestres passavam e se desviavam do casal apaixonado na calçada, que estava monopolizando quase todo o espaço. Entraram no saguão movimentado e Edward os guiou para a recepção. Tinha uma mulher de cabelos vermelhos lá e Bella a reconheceu imediatamente.
_Bom dia Victória.
_Bom dia senhor Cullen. – ela olhou para Bella de cima a baixo e deu um sorriso debochado. Bella a ignorou. O celular de Edward tocou e ele pediu licença, se afastando e deixando as duas sozinhas.
_O que você está fazendo com o Edward, Isabella?
Bella olhou para aquela mulher invejosa à sua frente. Victória sempre a detestou e Bella nunca soube o porquê. Quando ela arrumou um emprego em Port Angeles, Bella sentiu um alívio enorme. Agora ela percebia a ironia da situação, pois agora era a patroa de Victória e o emprego dela estava nas mãos de Bella.
_Bom dia Victória. – Bella falou sorrindo, achando graça da situação.
_Você não me respondeu.
_E desde quando eu devo satisfações da minha vida a empregados?
_Olhe aqui sua... Eu já entendi. – ela falou, a olhando com nojo. – Resolveu se prostituir, não foi? Cansou de levar a vida honestamente, não é?
_Não me confunda com você, Victória. Tenho um excelente motivo para estar aqui, não que seja da sua conta, é claro. O Edward lhe dirá.
Bella falou e sorriu com ar superior, o que fez com que a mulher à sua frente quebrasse a caneta de ódio. Edward voltou e lhe enlaçou a cintura, dando um beijo no seu pescoço.
_Desculpe amor, era um amigo meu que não pôde ir ao casamento e estava nos dando os parabéns. Gosta de rubis?
_Porquâ a pergunta?
_Por que ele é um negociante de jóias e tem um presente de casamento lindo para você.
_Oh Ed, não precisava...
_Precisava sim, você vai ficar linda e ele não aceitará um não como resposta.
_Edward? – Victoria interrompeu a conversa deles.
_Sim?
_Você conhece Isabella de onde?
_De Forks, porquê?
_É que...
_Victória é filha do senhor Morrison.
Edward confirmou com a cabeça. Abraçou Bella por trás, entrelaçando os dedos. Victória viu as alianças e ficou de boca aberta. Tremeu visivelmente e Bella percebeu que foi de medo. Bella sorriu, alisando a mão do seu marido.
_Quero lhe apresentar minha esposa, Isabella Cullen.
_Quando se casaram?
_Hoje de manhã. Não receberei ninguém hoje. Nem amanhã. Assim que terminar seus afazeres, vá para casa. Lindsay já está ciente que todos tiraram o dia de folga hoje. Ela fechará as portas.
Eles se viraram e foram para os elevadores, mas não pegaram os comuns e sim um afastado dos outros três. As portas eram espelhadas e os vidros negros.
_Nosso elevador particular nos levará até a nossa casa.
_Ok.
Era lindo, todo espelhado. O chão era encarpetado e o carpete era macio e fofinho. Edward a encostou na parede e sorriu malicioso para ela.
_Bem senhora Cullen, acho que temos contas a acertar, não acha?
_Contas? Que contas? – Bella deu uma de desentendida.
_Está com problema de memória, senhora Cullen? Deixe-me refrescá-la, então.
Edward a beijou, enquanto levava a mão às costas do seu vestido e abria-o. Ele caiu aos seus pés, com um leve roçar na pele. Edward desceu beijos para seu pescoço e colo.
_Amo suas lingeries, sabia neném?
_Ama, é?
_Sim, muito, mas, amo mais você sem elas.
O elevador parou e as portas se abriram, revelando uma sala ampla e linda. As paredes eram todas de vidro e ela vislumbrou a paisagem de Port Angeles, antes de ser erguida nos braços por ele.
_A tradição manda que o noivo carregue a noiva nos braços até a cama.
Ela sorriu e assentiu, colocando os braços em torno do pescoço dele.
Ele a levou através da sala, em direção a um corredor claro e espaçoso, se dirigiram para a última porta em frente ao corredor. Entraram e Bella prendeu o fôlego. O chão do quarto estava coberto por pétalas de rosas brancas, a cama com um lençol de seda branco, estava coberta de pétalas de rosas vermelhas, velas aromatizadas estavam espalhadas pelo quarto, dentro de recipientes que Bella reconheceu com sendo de cristal. Ao lado da cama, uma champanhe estava no gelo e duas taças estavam ao lado.
_Espero que goste, não tive tempo de preparar nada mais elaborado, mas, foi de coração.
_Oh Edward está lindo! Mas, porquê pétalas brancas e vermelhas? Por que não tudo da mesma cor?
_Eu esperava que você perguntasse isso. As brancas. – ele falava, enquanto andava com ela em direção à cama. – simbolizam pureza. Você, meu amor, é pura para mim! É tão pura e inocente como uma virgem e eu tive a honra de ser o primeiro a amar seu corpo de verdade e você me deu a honra de colher sua pureza de alma. Eu te amo por isso.
Ele a beijou calmamente. E a depositou na cama, pegando várias pétalas e jogando-as em cima do corpo dela.
_As vermelhas significam paixão, não só de corpo, mas de alma, que o nosso amor dure eternamente, que o desejo jamais morra e que o amor que sentimos um pelo outro seja forte o bastante para aguentar as dificuldades da vida. Você foi a única mulher que tocou meu coração e será a última! Sou seu, assim como você é minha e eu te amo!
Bella estava chorando, emocionada.
_Você é tudo o que eu nunca tive coragem de sonhar, é mais do que pedi e tudo o que sempre desejei. Te amo.
Edward se despiu, olhando para ela. Estava tão linda deitada na cama dele, cama essa a qual ela era a primeira e a última mulher a se deitar. Ele se juntou a ela, afastando o lençol e fazendo com que uma chuva de pétalas caísse no chão. A puxou para ele, contornando a cintura com um braço e puxando a boca dela para a sua. Enquanto se beijavam, Edward tirou o sutiã meia taça, jogando em algum lugar no quarto, pegou os seios com as duas mãos e os beijou calidamente.
_São lindos e perfeitos para mim, querida. Amo eles.
Ele desceu os beijos para sua barriga e deu mordidinhas e lambidas no local.
_Amo sua barriga e só, em pensar que ela, em pouco tempo, vai crescer com meu filho, me faz ser o homem mais feliz da face da terra.
Desceu os beijos para sua intimidade.
_Amo esse lugarzinho, sabia? É meu parquinho de diversões. É perfeito, cálido e me abriga maravilhosamente bem.
Desceu os beijos para as coxas.
_Amo quando você me abraça com elas e faz uma prisão inquebrável da qual não tenho forças para sair.
Desceu os beijos em direção aos seus pés.
_Amo esses pezinho diminutos e brancos. Amo quando eles se apoiam no meu traseiro, me puxando mais para você.
Ele fez o caminho de volta, com mais beijos molhados. Quando chegou à sua boca, a beijou com calma e paixão. Separou as pernas dela com suas coxas e, bem devagar a penetrou. Ela estava molhada e ele quase se descontrola quando ela gemeu seu nome na sua boca. Os movimentos foram calmos. Edward levou ambos ao limite do prazer e, quando o orgasmo veio, o catapultou para outro lugar, outra dimensão. Edward saiu de dentro dela, se colocando ao lado e puxando-a para seu abraço.
Ambos adormeceram imediatamente. Exaustos e felizes.
Esse capítulo foi incrível! Especialmente lindo.
ResponderExcluirEstou amando poder esta história tão tocante outra vez filhota.
capitulo divo ,que casal lindo ,acho que a bella tem que se benzer dos mal olhados das biscates kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ResponderExcluirAMEIIIIIIII AMEIIIIIIII AMEIIIIIIII AMEIIIIIIII
ResponderExcluirameiiiiiiiiiii kkkk acara da vaca
ResponderExcluirAmei !!!! Esse Edward é um sonho !!!!!
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