CAPÍTULO 13
Perigo em seu próprio lar.
Acordei feliz com um sorriso de orelha a orelha. Alec não estava muito atrás, desde nossa briga há três dias, estávamos vivendo novamente em lua de mel, as noites estavam sendo perfeitas. Não fizemos amor desde aquele dia, me orgulhava de Alec por ele ser tão carinhoso e compreensivo e esperar meu tempo. Quando a noite chegava ficávamos apenas abraçados deitados em frente à lareira e sussurrando palavras de carinho e pedidos de perdão, ele era muito romântico quando estava empenhado que eu o perdoasse e não o abandonasse, como se isso fosse possível.
Noite passada, após o jantar subimos ao quarto e fizemos como de costume deitamos em frente à lareira e gastamos tempo em nos conhecer melhor. Ele estava me cortejando. Um fogo acolhedor nos conduziu ao mundo dos sonhos e dormimos abraçados como sempre, nossos corpos necessitando do íntimo contato para que repousássemos tranquilos certos de que estaríamos onde realmente pertencemos quando acordássemos. Estávamos ambos fragilizados por causa de nossa primeira briga, nenhum de nós queira falar desse assunto novamente.
Senti seus dedos em minhas costas deslizando pelos laços de meu vestido, ele tinha mandado confeccionar vários deles, os primeiros eram típicos dessa época, mas, uma vez que viu os desenhos que eu fiz de adaptações de vestidos de noivas e longos de festa ele cancelou os outros e ordenou que fossem feitos de acordo com os meus desenhos. Quando questionado por Moira a costureira designada para fazer meus trajes sobre os modelos nada comuns ele simplesmente disse que eu era especial e que por isso precisava de vestidos especiais. Não nego que me senti envaidecida com essas palavras. Ele estava mudado, por algum motivo ele tinha mudado bastante, creio eu que o medo de ter achado que poderia me perder o fez repensar seus conceitos, nunca mais tinha dito nenhuma palavra grosseira a mim ou desdenhou de meus sentimentos, eu gostava disso é claro, qual mulher não aprecia os cuidados de seu marido constantemente?
_Esse vestido te cai bem sassenach.
Fiz uma careta quando me chamou assim. Ele sorriu, já tínhamos conversado sobre isso, não era mais uma forasteira. Ele me disse que gostava de me chamar assim, deixei, não me importava realmente.
_Ajuda-me a fechar querido, preciso ir ver como anda os queijos e se Augie conseguiu separar o leite que pedi a alguns dias atrás.
_Tens trabalhado demais não acha? - perguntou enrugando a testa em preocupação.
_Estou bem. Só quero tomar o dejejum e ir para minhas tarefas.
_Gostaria de encontrar-me contigo no pomar depois da refeição do meio dia.
Eu me virei para ele sorrindo e o abracei encostando agora sem medo de lhe machucar as costelas meu queixo no seu peito e o olhei de baixo para cima, ele desceu seu olhar para mim e sorriu.
_Tenho saudades de nossas conversas. - ele acariciou minha bochecha e esse ato como sempre me levava a fechar os olhos para prolongar de algum modo o contato mesmo que ínfimo.
_temos conversado todas as noites.
_Teus afazeres tirou os meu dias contigo a leannan.
-Perdão meu querido por isso então. – Dei-lhe um beijo no queixo e sorri me desprendendo dele. _ deixa-me ir que depois do almoço... Refeição do meio dia, desculpe.
_Falas do teu jeito Becca não me importo.
_Nos encontraremos lá ou sairemos juntos daqui?
_Encontro-te lá, leve o bolo de limão.
_Certo, agora venha, ajude-me com os laços. Vou mandar fazer os próximos vestidos com os laços na frente, é mais prático.
_Faz o que te agradares. - Senti um beijo molhado sendo depositado no espaço vazio que deixava minha pela das costas exposta devido ao modelo do vestido. _ Apesar de que gosto muitíssimo de teus laços atrás moça. agrada-me ajudá-la a se despir.
Beijou-me o oco atrás da orelha terminando a tarefa e me deixando com as pernas bambas.
_Patife sedutor. - resmunguei arrancando dele um sorriso.
Depois do café da manhã fui até a leiteria e a uma cabana situada ao lado onde era feito os queijos antes de voltarem para dentro do prédio, provei um pedaço de um e me pareceu está estragado mais Augie me disse que era assim mesmo, deixei de lado, ele entendia mais do que eu, mais ao voltar para o salão uma tremenda dor me atingiu no estômago e vomitei no meio do salão estava enjoada desde que acordei e o pedaço de queijo deve ter sido a gota que transbordou o copo. Ou o meu estômago. Suria correu ao meu socorro fazendo-me sentar e me entregando um copo de água. Quando deixei de suar e tremer feito vara verde no meio de uma tempestade me recolhi em meu quarto para repousar. Odiava vomitar, sempre me deixava arfante e tremendo. Vomitar era um saco.
Alec tinha saído para caçar com seus homens, seu falcão sobrevoava em torno deles caçando as presas menores, enquanto o burburinho de vozes ao redor ia diminuindo enquanto se embrenhavam na mata seus pensamentos se dirigiram a sua esposa. Não entendia como em tão pouco tempo conseguiu nutrir sentimentos tão profundos por aquela moça. Ela o amava, já havia dito e mesmo que não tivesse, era fácil ver o amor que se refletia em seus olhos e isso o cativava. Nunca antes tinha sido amado, salvo por sua família naturalmente. Mas esse amor com que Becca lhe brindava era... Mágico. Fazia com que o vazio que ele sempre sentiu no peito de alguma forma desaparecesse. Quando ela estava perto ou simplesmente ouvia sua voz ou sua risada... Ah como gostava de ouvi-la sorrir, gostava de ver o sorriso desenhado naquela boca que a cada hora ficava mais difícil de ser ignorada. Queria beijá-la, que ela sentisse todo o desejo que corria nas suas veias através desse beijo. Queria... Queria entrar sob sua pele como ela tinha entrado sob a dele, marcá-la como sua de tal forma que ela nunca o esqueceria. Queria que ela ficasse sob seu corpo tanto tempo, que se esquecesse de quem era, e não sentisse saudades de casa, nem de ninguém do seu tempo. Quando brigaram foi horrível, nunca queria passar por aquele tormento outra vez.
As horas se passaram rapidamente e quando voltavam para o castelo Suria o estava esperando no portão parecia aflita e tinha as mãos torcendo nervosamente a saia do vestido. Correu para ela, o pensamento de que algo tivesse acontecido com Becca o deixava doido.
_O que houve?
_milady passou mal milorde e... Vomitou no salão.
A mulher sorriu e ele fechou a cara, acaso a doença de sua esposa era motivo para felicidade?
_qual o motivo do sorriso?
_É que as mulheres em estado interessante, sempre sentem enjoos.
Ele sorriu para ela e correu para dentro do castelo subindo os degraus da enorme escada de dois em dois.
_Carinho? - Alec entrou no quarto procurando sua esposa encontrou-a sentada em frente à escrivaninha que tinha desenhado e mandado fabricar para ele era linda e bem moderna de acordo com ela e a cadeira era realmente uma beleza, feita de carvalho com o respaldo alto e os braços intrincadamente esculpidos. Ninguém entendeu os desenhos mais ele sim, sua querida algema tinha mandado entalhar as coisas que ele mais gostava do tempo dela: Carros, navios, o desenho da casa dela.
_Oi amor? - ela ergueu os olhos do papel em que estava desenhando ele adorava vê-la desenhar, criar coisas novas para o clã, ela se ergueu e ele lhe olhou de cima a baixo parando em seu estomago plano.
_Suria disse-me que passastes mal do estômago. verdade?
_sim, acordei um pouco enjoada também.
Ele abriu um sorrisão e ela negou com a cabeça rindo.
_Não sei por que ficou tão feliz por meu estado calamitoso milorde.
Ele foi para ela tirando-a da do lugar para ocupa-lo ele mesmo a abraçou e sentou com ela em seus joelhos.
_ Disseram-me que as mulheres grávidas tem enjoos matinais. - ele disse sorrindo e ela alisou seus cabelos detestando dar-lhe a notícia ruim.
_Não estou grávida querido, minhas regras vieram ontem de manhã, o fato de eu ter vomitado foi só por causa de um pedaço de queijo que não em caiu bem.
_Ah. Tentaremos com mais afinco então.
Ele falou e sorriu mais ela sabia que ele estava triste pela notícia não ser o que ele esperava, gostaria de dar um filho a ele, estavam casados há um mês e alguns dias apenas, teriam tempo para fazer bebês. A ideia lhe agradou e ele deve ter sabido dos seus pensamentos por que um sorriso predatório se apossou de seus lábios antes dele lhe beijar apaixonadamente e a erguer de seu colo.
_Quando melhorares de tuas regras avisa-me, pretendo te fazer um filho para logo. Estou ansioso para ver tua barriga inchar com minha semente.
_Lhe informarei quando estiver melhor. - ela falou ruborizada.
Ele saiu do quarto a deixando só com seus pensamentos. O parto sem a assistência médica de seu século seria arriscado e se não tivesse forças para dar a luz ao natural? Ajoelhou e orou pedindo a Deus que em nome de Jesus lhe desse forças para aguentar as dores do parto e que tudo corresse bem e o mais importante. Que fosse feita a vontade DELE e não a sua ou de seu marido.
_Os filhos são herança do Senhor. - ela sussurrou voltando para a cadeira e para seus desenhos.
*******
Na tarde do dia seguinte resolvi ir ao pomar começar minha própria plantação, as sementes que tinha juntado das frutas que comemos antes de chegar a Creag Mhor seria um ótimo começo. Enquanto escavava a terra pensei no dia de hoje e como tinha começado esquisito, tínhamos tomado o dejejum normalmente até que vi pelo canto do meu olho o semblante carrancudo de Cameron. Ele não estava nos seus melhores dias e quando Phelan sussurrou ao ouvido dele e estendeu à mão, Cameron se ergueu lhe entregou uma moeda e em seguida um murro que o derrubou do estrado. Phelan caiu em cima de um soldado que estava tomando seu mingual de aveia, em seguida começaram a se esmurrar e Alec teve que intervir. Lógico que só por que eu pedi, por que, por ele, os irmãos tinham se matado e ele não tinha sequer se erguido da cadeira. Ele os pegou pelas orelhas e os levou para a saleta. Meia hora mais tarde Alec saiu de lá com um humor de cão e Cameron e Phelan sorridentes como se nada tivesse acontecido. Ergui uma sobrancelha questionadora na direção deles, mas os dois ficaram mudos e saíram do salão as gargalhadas, depois é claro, de ter dado um tapa nas costas de Alec e esse cambalear e fazer um careta de dor. Todos já tinham se esquecido do corte que sofreu no treino por James, até mesmo eu e senti uma pontada de culpa.
_Alec? Vamos ao solar para que eu possa dar uma olhada em teu ferimento?
Ele respirou fundo e colocou um sorriso na cara, não gostava de parecer debilitado na minha frente. Nem na de ninguém.
- Eu estou bem Sassenach.
- Será que você não iria querer que eu colocasse um unguento e uma atadura? Digo, só por precaução é claro. Eu sei que você não precisa, mas me deixaria mais tranquila. Por favor?
Ele sorriu e assentiu para o meu alívio, sabia bem como um simples corte poderia se tornar rapidamente em alguma coisa mortal.
Começamos a ir em direção ao solar. O fiz sentar-se em um banquinho para que ficasse em uma altura acessível para mim, passei um unguento a base de Agrimónia para evitar uma possível infecção e uma atadura bem apertada para evitar cair enquanto ele treinava o que melhorou grandemente as dores. Ele se ergueu me deu um beijo saindo em seguida do quarto em direção ao campo de treinamento. O dia estava cheio de afazeres.
Então me dirigi para o pomar e comecei a trabalhar com a terra, e aqui estava eu tentando fazer meu pomar particular, olhei minhas mãos e imaginei a cara de Alec se a visse agora. Ele não gostava de me ver fazendo trabalhos que machucassem ou sujassem minhas mãos. Enquanto estava entretida senti que era observada, ergui-me devagar e me virei a procura de alguém, porém não vi ninguém por perto. Talvez fosse apenas minha imaginação não sei, mas a sensação que eu tinha de que me espreitavam não diminuiu.
Resolvi me concentrar em minha tarefa. Quando estendi a mão para pegar uma pequena pá que Suria tinha me dado para mexer na terra do jardim, escutei um assobio agudo, em seguida vi uma flecha enterrada ao meu lado. Várias flechas seguiram a primeira e só tive tempo de me erguer e correr para a proteção de uma amoreira, uma das flechas se cravou no tronco da árvore rasgando a manga do meu vestido, praguejei e me abaixei. Desejei ter meu arco e flecha comigo enquanto outra flecha acertou o tronco bem próximo a minha cabeça. Esse desgraçado era bom de mira, mas eu com certeza era melhor. Rapidamente tirei a liga que segurava meu cabelo e arranquei a puxões frenéticos um pequeno galho em forma de V da arvore que me servia de escudo, enrolei as pontas da tira de elástico nas pontas do galho fazendo minha arma de contra a taque no melhor estilo MacGyver
e me abaixei para pegar uma pedra escapando por pouco de outra flechada. Depois do estilingue improvisado pronto, eu esperei ansiosamente a próxima flecha para saber qual era a direção do meu agressor pedindo a Deus que algum soldado chegasse atempo de me salvar antes que morresse favada de flechas. Ouvi um assobio cortando o ar e uma flecha raspou minha bochecha direita, soltei uma praga só em pensar na reação de Alec, ele iria enlouquecer quando visse. Sangue começou a brotar do corte, e tratei de me virar na direção em que a flecha tinha vindo da primeira vez já que meu agressor estava se movimentando talvez para que eu achasse que fosse mais de um, se ele fosse tão previsível como eu achava então ele tinha voltado para o ponto de partida.
Eu girei, estiquei o elástico, e lancei a pedra em direção a muralha que tinha uma abertura escura, era lá que ele se escondia eu tinha certeza. A pedra tinha acertado alguma coisa. Ouvi um grito seguido de uma maldição já que estávamos relativamente perto um do outro pela árvore está muito próxima do muro, e sorri ao saber que a pedra tinha encontrado seu alvo. Em seguida outra flecha acertou meu braço esquerdo, rodei e peguei no chão um galho pontiagudo o coloquei em meu estilingue atirei na direção que a flecha tinha sido lançada, e ouviu um uivo de dor. Não esperei para ver o que acontecia e sai em disparada na direção do portão pedindo a Deus que me livrasse de levar uma saraivada pelas costas. Lancei-me através do pequeno portão e corri para o campo de treinamento, tinha que ver como Alec estava, se tentaram me matar então, tentariam matá-lo também. Ao chegar perto do campo avistei Alec com a espada na mão dando instruções aos homens. Um deles me viu e ficou com os olhos arregalados. Em seguida todos os olhos foram em minha direção, mas eu só prestava atenção a um par de olhos verdes que brilhavam de fúria e medo. Alec me alcançou em dois passos, e me esmagou as costelas num abraço. Sentou-se comigo em seu colo, deu ordens a seus homens que não precisaram de uma segunda chamada para fazerem uma roda ao nosso redor, desembainhando as espadas e olhando em todas as direções com semblantes sombrios e mortais, eram escudos vivos, ninguém transporia aquela muralha.
- o que ocorre carinho? - Questionou-me aflito.
- Eu estava no pomar plantando quando fui alvejada por dúzias de flechas... Protegi-me atrás do tronco de uma amoreira, mas duas flechas me acertaram.
Achei melhor guardar o resto da história para quando estivéssemos a sós no quarto. Era mais seguro.
Alec rasgou um pedaço do kilt e enrolou no meu braço e com o outro ele limpou o sangue do meu rosto.
- Isso é tudo?
- Sim.
Ele entendeu que eu não queria falar na frente dos homens.
- Kieran! Leve os homens até o pomar vasculhem cada canto dele e...
- Meu agressor estava na muralha, escondido na abertura que o raio fez na última tempestade que ouve. - Expliquei e me agarrei a ele com o resto de minhas forças temendo que ele me deixasse e fosse com os homens.
- Vão e procurem em todo cumprimento da muralha, de cima a baixo e não voltem sem a cabeça desse desgraçado nas mãos!
Os homens se dispersaram correndo para cumprir as ordens de seu senhor.
_Estou contigo moça, não te preocupes mais, estás em segurança agora.
Alec se levantou com ela no colo e começou a andar em direção ao castelo. O coração dele estava aos pulos. Quando viu o olhar de pavor na cara de Spencer e se virou, ficou paralisado de terror. Alguém tinha machucado sua mulher. Ela vinha em sua direção com o braço e o rosto sangrando e Alec desejou poder arrancar os membros do desgraçado que ousou tocar em sua Becca. Sentiu a raiva borbulhar para fora do seu corpo como uma força sobrenatural. Quando ela tinha dito que foi alvo de um ataque ele viu vermelho, quem em todo clã ousaria fazer isso com ela?
Em um pouco mais de um mês de casados ela tinha se transformado no xodó de todo o clã. Seus homens preferiam cortar o próprio pescoço a fazer alguma coisa que a desgostasse ou a deixasse triste. As mulheres a adoravam, elas tinham vindo a ele, no dia da briga quando todos estavam procurando por ela pelo castelo e lhe contaram histórias de coragem e força sobre sua esposa de como ela enfrentou Rhona e Suria lhe tinha dito que Angelita havia procurado a lady por que tinha confiança que ela iria ajudá-la, e Angelita nem sequer tinha visto Becca uma única vez, mas a fama de sua pequena esposa já tinha atravessado a fronteira dos MacLeomhan.
Era inconcebível que alguém do clã tivesse atacado sua esposa, a menos que tivesse um traidor no clã. Alec não se lembrava de ninguém estranho andando por ai. Tinha que ser alguém de dentro, seu estômago se revirou com a possibilidade de algum MacLeomhan querer a morte da sua pequena. Ele pensou nas possibilidades, sua mente voava descartando suspeitos ou colocando-os em uma lista. A primeira pessoa que veio a sua mente foi Rhona, já que Becca a tinha diminuído e envergonhado na frente das mulheres. Mas Rhona não sabia atirar com arco e flecha, ao mesmo não que ele soubesse.
Cordélia tinha ódio de Becca por ele ter se casado com ela, e Alec se sentiu mal por colocar sua preciosa algema na mira daquela cascavel. Ela era conhecida por sua crueldade com os empregados do castelo de seu pai, e usava arco e flecha muito bem. Mas Cordélia não se encontrava no castelo, tinha voltado a Inglaterra no mesmo dia em que ficou sabendo do casamento dele. Ao menos que ela tenha dado meia volta e estava escondida em algum lugar. Descartou essa ideia também, ninguém passava pelos portões sem que ele tomasse conhecimento.
Restava quem? James? Não, ele não gostava de Becca em absoluto, mas não ergueria a mão para ela. Alec descobriria quem tentou matar sua esposa, e ele ou ela pagaria com a própria vida, não aceitaria menos do que isso.
Bella foi muito corajosa e é assim que tem que ser a cada queda que lavamos levantamos duas vezes!
ResponderExcluirSuspeito de todos
ResponderExcluirA pequena guerreira foi muito corajosa viu? Sera que tinha veneno na flecha? ai que perigo!
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