quarta-feira, 27 de março de 2013

Amor Com Gosto de Sangue: Capítulo 1


CAPÍTULO 01


Sua cabeça doía como os sinos do inferno. Alex só queria morrer para ver se isso passava. Escutou passos ao seu redor e uma mão cálida lhe chegou à testa, junto com um pano fresco, lhe tirando o suor. Ele ficou agradecido a quem quer que estivesse fazendo esse favor.

_Como ele está?
_Bem milady, vai levar mais o dia de hoje para se recuperar. No mais, ela está bem. Foi por pouco.
_Posso imaginar. Obrigada Thomas, você sempre tão fiel e atencioso com minha prole.
_ Os amo como se fossem meus, milady.
_Eu sei.

Alex sentiu que sentavam em sua cama novamente e alisavam seus cabelos, beijavam sua testa e se afastavam. Ele sentiu o cheiro de morangos e jasmins. Sua mãe. Ele quis abrir os olhos para pedir perdão, mas não tinha nem força para tal ato. Adormeceu novamente.
O quarto estava absurdamente claro, tanto que ele achou que seus olhos iriam estourar em seu crânio.

_Oh inferno, fechem as malditas cortinas!
_Não. Se é adulto o suficiente para se drogar será adulto o suficiente para lidar com as consequências.
_E me deixar cego é uma delas?

Seu pai riu, uma risada rouca que fez sua cabeça martelar.

_Entenda, meu filho. Tu deixou tua mãe preocupada, deixou tua irmã nervosa e chorosa e deixaste a mim aborrecido. Levanta, toma um banho, veste-te e vai comigo para a empresa.
_Estou mal.
_Estás ótimo, criança.
_Não sou criança.
_E que nome se dá a uma pessoa que engana seu segurança, foge, se droga, estupra uma jovem, junto com mais dois amigos, enquanto a drenam e, em seguida, a jogam no rio? Diga-me se isso não me parece das tuas traquinagens de quando criança que quebravas os brinquedos de tua irmã ou os bibelôs de tua mãe e, para não ser pego, os jogavas fora?

Ele ficou calado e isso irritou sobremaneira a seu pai

_RESPONDA-ME, ALEXSANDER MALCOM CULLEN!!!
_O que o senhor quer que eu responda? Me perdoe, tá legal? Eu me excedi, nunca tinha tomado esse coquetel e também nada teria acontecido se o senhor me desse um pouco de folga.
_Folga? Por Deus!! Mas é o que eu mais tenho te dado! Tenho te dado tanta folga, que és capaz de se afogar nela! Não trabalhas! Não fazes nada da vida a não ser gastar dinheiro e se meter em embrulhadas!
_Estou apenas seguindo seus passos papai! - ele falou com escárnio e Edward o olhou sério.
_Seguindo meus passos? Seguindo meus passos? Diga-me, quando eu fiz deliberadamente uma merda dessas?
_O fazia sempre, quase mata minha mãe por causa dos seus excessos.
_EU ESTAVA SOB UM FEITIÇO! UMA MALDIÇÃO, SEU MOLEQUE! NUNCA, EM TODA A MINHA VIDA, TERIA AGIDO DAQUELA FORMA EM MEUS QUATROCENTOS ANOS DE VIDA SE NÃO FOSSE POR CAUSA DA MALDIÇÃO! NÃO COMECE A ME JULGAR POR ALGO QUE EU NÃO TINHA CONTROLE! VOCÊ NÃO SABE DE NADA!!!
_PÁRA DE GRITAR!- Alex tapou os ouvidos, se virando na cama, tentando aplacar a dor de cabeça que prometia lhe derreter o cérebro.
_ESTÁS A ME DAR ORDENS? ORA SEU MOLEQUE, SOU EU QUE PAGO OS TEUS GASTOS, É O MEU DINHEIRO QUE TE SUSTENTA, ALEX! NÃO ME VENHA QUERER DAR LIÇÃO DE MORAL OU EU ESPANCAREI SEU TRASEIRO REAL, SEU FEDELHO DE MERDA! SOU SEU PAI E ME DEVES RESPEITO!

Edward o olhou tão intensamente, que Alex sentiu seu coração acelerar de puro pavor. Seu pai, quando queria, sabia incutir o terror com uma simples olhada.

_Espero-te lá em baixo daqui a... - ele consultou o relógio caro. _ vinte minutos.
_Eu não irei e o senhor não pode me obrigar. – ele falou, erguendo a cabeça em desafio.

Edward sorriu e Alex sentiu medo desse sorriso. Ele observou seu pai se aproximar calmamente de sua cama e erguer o pulso, rasgando-o com seus dentes afiados. Gotas de sangue sujaram seu belo traje. Em seguida, Alex viu, com horror, ele agarrar, sem muito cuidado, seu braço e rasgar a pele de seu pulso, como tinha feito com a dele. Juntou as duas partes sangrentas e recitou alguma coisa em uma língua morta. Alex sentiu algo acontecer com ele. Ele viu um vulto brilhante como uma algema presa em uma corrente por alguns segundos, antes que ela sumisse. Seu pai soltou seu braço e ele o lambeu, fazendo fechar a ferida e o segurando firme contra o peito. Estava tremendo de dor e raiva, como um animal ferido que era encurralado por outro muito maior e mais perigoso.

_O que raios foi isso? – perguntou, sua voz falhando.
_Uma algema de sangue. – Seu pai falou, desenrolando a manga da camisa e abotoando-a tranquilamente, como se nada demais tivesse se passado entre eles.

_ Prendeste-me ao senhor?
_Entenda filhote, eu poderia simplesmente desistir de ti e te expulsar de minha casa e do meu reino, tirar-te tudo, carro, dinheiro. A vida. Mas, eu pensei melhor e tua mãe me aconselhou a não fazer isso. Em contra partida me deu a ideia de te prender a mim. Ela é um gênio, você sabe, ela e tua irmã são as únicas cabeças pensantes da família.
_É, eu sei. - ele resmungou, ainda embalando o pulso sobre o peito.
_Se veste e desce. Não o chamarei, nem pretendo criar raízes à tua espera, ouviste-me?
_Sim, senhor general.
_Muito bom, cadete.

Alex viu seu pai sair do quarto e se jogou de volta na cama. Esperou o puxão mental que receberia pela distância que seu velho estava colocando entre os dois, mas não veio nada. Ao que parecia, a corrente era muito comprida. Pelo menos isso. Só se imaginar dormindo em um colchão, aos pés da cama de seus pais, como se fosse um fedelho de quatro anos, lhe dava tremores.

Edward desceu as escadas tranquilamente, assobiando e entrou na sala rosa para tomar café da manhã. Sua bela esposa estava lá sentada, foleando sua agenda de compromissos. Volta e meia fazia uma careta. Ele sorriu. Ela nunca tinha se acostumado aos protocolos reais. Se chegou perto e lhe deu um beijo, sentando-se em sua cadeira, na cabeceira da mesa. Pegou o jornal e começou a ler, enquanto Thomas lhe servia o café.

_Bom dia família.

 Nessie desceu as escadas, sorridente como sempre. Vestia um terninho de linho roxo, sem blusa por dentro. Dava para ver o pouco da frente do espartilho preto, bordado com várias ametistas, no decote. O seu Ferragamo roxo com preto fazia um jogo elegante com o traje.E para fechar o pacote, o colar e os brincos de diamantes com pérolas negras. Presente de seu pai no dia em que passou pela mudança de humana para vampira. Bella olhou para sua filha e sorriu, sendo retribuída da mesma forma. Era uma linda mulher de trinta e um anos, mas nunca deixaria de ser sua menininha.

_Como passou a noite, mamãe? – Nessie perguntou preocupada.
_Estou bem, querida. – Bella apalpou sua mão delicada, passando confiança.
_Estaria melhor se não tivesse tanto stress nessa casa.
_Edward, por favor?

Ele suspirou e lhe sorriu, voltando a ler o jornal.

_Como foi a conversa pai? – Nessie sentou ao lado da mãe, bebendo seu copo de sangue, que Thomas depositou à sua frente.
_Tranquila, ele desce já.
_Querido, não foi tranquila. – Bella falou, sorrindo para ele. _ Esqueceu que eu sinto tudo o que sente?
_Sem contar que somos vampiros, temos ouvidos muito bons e o senhor deixou a porta aberta. – Nessie falou sorrindo.
_Está bem, não foi boa, foi estressante, eu odiei cada minuto, odiei ter que...

Ele olhou para a porta e, com um abano de mão, fechou-a, isolando-os na sala.

_Odeio causar dor em meus filhos.
_Ele precisa aprender, pai. Não é mais uma criança.
_E eu não sei?
_A culpa é do senhor. – Nessie falou, comendo uma torrada.
_Minha? Como minha?
_O senhor sempre nos ensinou que o mundo era nosso, tudo estava à nossa disposição. Eu cresci e entendi. O Alê não, ele ainda acha que, por ser um príncipe e vampiro ainda por cima, ele tem o direito de ter tudo o que desejar e que as consequências vão às favas.
_Creio que tenho sorte de te ter na direção da filial em Londres, não? – ele afastou a cadeira para que ela sentasse em seu colo, como sempre fazia quando pequena e tomavam café juntos. _ Diga-me querida, nossa princesa não é a menina mais inteligente do mundo? Hum?

Bella sorriu e se ergueu da cadeira, indo abraçar os dois.

_Sim querido, nossos dois filhos são crianças maravilhosas.

As portas se abriram com um baque surdo e um vento soprou dentro do recinto, enchendo a sala de folhas secas. Nessie suspirou e se ergueu do colo do pai, sentando ao lado da mãe, enquanto todos olhavam para Alex parado na entrada da sala. As portas laterais tinham sido abertas para poder dar um toque de drama à sua entrada.

_Mas o quê? – Nessie falou, negando com a cabeça.
_Querido, dormiu bem? – Bella se ergueu e foi até ele, que estava parado na porta com cara de tédio.
_Sim, depois de ter vomitado meus intestinos e tudo o mais.
_Culpa tua, Alexsander.
_Te chamei na conversa, Reneesme?
_Parem vocês dois. Vem sentar e comer Alex, vais trabalhar com teu pai hoje.

Bella o soltou e voltou ao seu lugar. Quando ele ia tomar assento, seu pai negou com a cabeça.
_O quê agora?
_Vais subir e vestir uma roupa de gente. Agora.
_Estou vestido.
_Moletom puído e tênis rasgados não são roupas de trabalho. A menos que querias lavar os vidros dos carros no estacionamento da empresa. Nesse caso, estás mais do que bem vestido.

Alex olhou para seu pai, que ergueu uma sobrancelha com ar arrogante em sua direção. Ele suspirou e girou nos calcanhares, saindo da sala.

_Pulso firme, querido.
_Ou ele vai engolir todos nós, papai.
_Eu sei.
_Já descobriu quem deu as drogas a ele? – Bella perguntou com a voz cansada.

Edward segurou sua mão, beijando os nós dos dedos tão brancos e frios. Ele tinha medo de perdê-la a qualquer momento. Ele tinha ficado livre da maldição, mas ela levava consigo o peso do resultado. Tinha se transformado em vampira. Contra todas as probabilidades, tinha sobrevivido mas sua saúde não era boa. Thirran tinha morrido e com ele o antídoto para livrá-la da doença. Ela era uma híbrida e seria eternamente. Uma vampira com todas as debilidades humanas. Nunca estando cem por cento saudável. Ao não morrer, como se era esperado, ela tinha recebido uma semi-vida. Um resfriado mau curado e ela não resistiria. Edward se sentia revivendo os dias em que Rosalie era um bebê híbrido, na beira do precipício entre a vida e a morte. Por isso Alex o odiava. Sua mãe vivia em constante estado de enfermidade, por que se deu para que ele fosse livre da maldição e, por mais que ele explicasse, que sua mãe explicasse, seu filho não queria entender.

Alex desceu os degraus e parou no fim da escada, vestindo um terno kiton, de trinta mil dólares, uma camisa de seda negra, de cinco mil dólares e, nos pés, calçava um sapato Berlutti, de dois mil dólares, presente de sua mãe. Colocou no rosto seus óculos da Oliver Goldsmith, de quinhentos dólares e fez uma pose de modelo de passarela, arrancando sorrisos da mulher presente na sala. Ele adorava quando sua mãe sorria.

_Oh querido! Está lindo, meu amor!
_Tudo para a senhora, mamãe.

 Ele foi até ela e lhe beijou os cabelos macios. Olhou para aqueles olhos azuis vítreos de híbridos e se sentiu morrer um pouquinho. Logo ao se transformar, ela era uma vampira tão forte, mas uma infecção, que pegou todos de surpresa, tirou toda a vivacidade dela. Foi aí que descobriram que ela não era uma vampira em sua totalidade e sim uma híbrida. Ela deu toda a sua força para quebrar a maldição que cercava seu marido. Alex se ressentia do seu pai pelo estado em que sua mãe encontrava.

_Querido, seja bonzinho, está bem? Seu pai não tem culpa de meu estado de saúde.

E, como sempre, ela sabia o que ele estava pensando, apenas ao olhar para seu rosto.

_Mãe...
_Meu bem, ninguém sabia que eu ficaria assim. Era esperado que eu morresse. Se eu sobrevivi, foi por um milagre.
_Um milagre? Considera um milagre viver à beira da morte? Por causa dele?
_Considero um milagre poder acordar todo o dia e ver todos os meus queridos. Não culpe seu pai, meu amor. Eu faria tudo de novo e por cada um de vocês. Alex, o que me aconteceu foi um milagre, era para eu estar morta, mas não estou. Fique feliz por mim, sim?
_Eu estou feliz, mamãe. Se a senhora tivesse morrido, eu acho que não o perdoaria nunca.
_Eu lhe conheço, Alex. Nasceu de mim. Eu sei do que você é capaz e odiar não é uma de tuas qualidades, ainda mais se tratando de teu pai.

Ela o abraçou e ele devolveu o abraço, apertando-a mais de encontro ao peito.

_Amo a senhora. – ele sussurrou.
_Então prove-me isso. Pare de aprontar. Se me ama, então comece a ser novamente aquele menino lindo e obediente que sempre foi.
_Por que a senhora deu a ideia do papai me acorrentar a ele?
_Preferia que fosse a mim?
_Com certeza.
_Certo e aguentaria as horas intermináveis de chá e conversas chatas com as vampiras de nossa sociedade? E as festas beneficentes? E...
_Está bem, dona Isabella, convenceu-me. Prefiro o papai, é melhor viver atolado de papéis até o pescoço do que aguentar um bando de desocupadas me secando e acabando com minha beleza.
_Está me chamando de desocupada, Alex?

Ele sorriu e lhe beijou os cabelos.

_Nunca.
_vamos?

Edward saiu da sala onde tomaram café da manhã e se dirigiu para os dois. Olhou Alex de cima a baixo e assentiu orgulhoso.

_Ele não está lindo, querido?
_Sim amor, ele está apresentável.
Alex revirou os olhos e se separou de sua mãe, não antes de pedir a benção, costume muito antigo e pouco usado nos dias de hoje.

_Espero o senhor no carro. – E se retirou, jogando a pasta por cima do ombro e enfiando uma mão no bolso da calça, andando e assobiando displicentemente.

Edward negou com a cabeça e se voltou para sua esposa, lhe sorriu e o sorriso que recebeu de volta foi lindo. Apesar de fraca, continuava a mulher mais linda que ele já tinha visto. Alisou sua bochecha e se sentiu bem ao vê-la corar, mesmo que um pouco.

_Cuide-se, sim?
_Me cuidarei querido.
_Tem certeza de que quer ir a essa inauguração? Você está tão pálida e...
_Querido, eu estou bem. Além do mais, a Nessie irá comigo, ficarei segura.
_Leve Enna com você.
_Ela estará comigo.
_Vai ao médico hoje?
_Amanhã apenas.
_Desmarcarei minha agenda para lhe acompanhar.
_Não precisa.
_Não teime comigo Bella, por favor.
_Está bem. Agora vá, antes que Alex comece a gritar, lhe chamando e você se irrite.

O percurso para a empresa foi silencioso. Minion no banco da frente, junto com Ian, que dirigia, conversavam baixinho sobre alguma festa no fim de semana. Alex estava olhando pelo vidro do Mercedes, bafejando a janela e fazendo desenho com a ponta do dedo. Edward estava vendo alguns papéis para a reunião de agora cedo.

_ Acha que desse vez vão descobrir o que a mamãe tem, senhor?

Edward olhou para seu filho, que ajeitava a gravata e batia o pé, em um estado de nervoso constante que ele nunca tinha visto, mais sabia o porquê. Abstinência. A droga que tinha ingerido há dois dias atrás era agressivamente mortal e viciante. Bastava apenas uma dose para que o usuário virasse viciado. Edward não deixaria que seu filho caísse nesse buraco negro.

_Doeria se me chamasse de papai? Ou apenas pai?
_Sim.
_Filho, o que aconteceu com tua mãe foi...
_Ela já me explicou, todo mundo já me explicou, eu sei. Só que não consigo aceitar o fato de que o senhor está aí, esbanjando saúde, enquanto ela está à beira da morte.
Edward pigarreou.
_Ela vai ao médico amanhã. Quer ver se está forte o suficiente para engravidar novamente.

Edward falou e viu seu filho lhe olhar espantado e, em seguida, travar a mandíbula e apertar as mãos em punhos. Infernos! Nem ele queria que ela engravidasse, o que faria com um recém nascido se a mãe morresse?

_O senhor não vai matar minha mãe, fazendo um filho nela. – ele rosnou as palavras.
_Eu não quero isso, mas... Diabos, Alex! Você sabe como é difícil negar algo a ela.
_Claro, ainda mais se isso está ligado ao seu prazer! Que ela morra trazendo ao mundo seu filho! O que importa é que o senhor vai poder montar minha mãe até engravidá-la e, em seguida, matá-la com esse bastardo!

Ele gritou e abriu a porta do carro, saltando para fora e caindo em pé, sem nenhum arranhão. Edward o viu correr na velocidade vampírica e esperou o puxão da algema de sangue. Doeria em ambos, não só em Alex e a dor maior ele suportaria, porque não aguentaria ver seu filho se contorcer de agonia. Respirou fundo e se preparou. Travou o maxilar e fechou as mãos em torno do estofado.
E aí veio.

A dor pura e simples, como um ferro em brasa, lhe abrindo de cima a baixo. Ele se retesou, rosnando, tentando não sucumbir. Suas unhas entraram no banco, rasgando o couro espuma e tudo o que conseguiu cravar as garras.

_Senhor?

Ele abriu os olhos, respirando fundo. Olhou na direção de Minion parado do lado de fora do carro. Seu filho estava desacordado nos braços do vampiro. A dor tinha sido d mais para ele. Mesmo para Edward, que tinha mais de quatrocentos anos, tinha sido muito. Para Alex que era um recém nascido, foi insuportável.

_Dê-me ele.

Minion fez como seu senhor tinha pedido e, em seguida, o carro fez a volta, os levando para casa. Edward embalou Alex nos seus braços e chorou pelo jovem em que se tinha transformado seu pequeno garoto. Tão rebelde, sem motivo, sem causa. Apenas... Assim.

5 comentários:

  1. Bella não vai morrer né? porfavor, poxa eu entendo que essa história é mais voltada pro filho deles, mais eu não quero que a Bella morra, quero que ela viva feliz pra sempre com o Edward. Beijos

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    1. Oi amor! :)

      Não, ela não vai morrer. Fique tranquila.

      beijosssss

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  2. agora entendi o motivo de alex odiar o pai. apesar de não ser culpa de edward o que aconteceu com bella, mas voce vai mata-la vai?

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    1. Não ela não morre. não suportaria separar nosso casal 20.

      Eu mesma me bateria se acontecesse isso. Rsrsrsrsss.

      Beijo,beijo. :)

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  3. Ufa... tbm não quero q a Bella morra apesar da história ser do Alex não gostaria de ver meu casal favorito separados assim... irei acompanhar a história com prazer...
    bj

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