terça-feira, 9 de julho de 2013

Meu Amor Vampiro: Capítulo 26




Capítulo 26 







Edward percebeu que não estava mais só. Sabia que sua irmã e seus amigos estavam ao seu lado, mas não fez nenhum movimento que denotasse que, de fato, se importava com a presença de qualquer deles. Estava quebrado. Sua esposa estava morta e ele dilacerado, em uma dor profunda e angustiante. Se ergueu com ela em seus braços e caminhou para fora do local. Poria fogo em toda a floresta, para que nunca mais crecesse nada lá. Sua dor seria eterna e tudo que envolvesse as lembranças desse dia lúgubre iria embora junto com sua amada. Avistou as muralhas de seu lar, chegou lá e subiu as escadas, sem falar com ninguém. Não queria ver ninguém, não queria olhar no rosto dos seus e ver pena e todos os sentimentos que sentia formigar em sua pele. Ouviu seus filhos perguntarem o que o papai estava fazendo com a mamãe e o porquê da mamãe estar dormindo em seus braços. Ele não ira responder. Ele não podia, não desejava responder perguntas que o fariam se despedaçar mais do já estava. Chegou à sua torre e se encaminhou para a cama. Deitou-a lá. Lavou e limpou seu corpo quebrado o melhor que pôde. Buscou em seu guarda-roupa um belo vestido branco e pôs nela. Seus frágeis braços estavam quebrados e o direito estava totalmente não restaurável. Seu pescoço tinha um enorme buraco, que ele tinha feito e se sentiu remoer por dentro de nojo e asco por si mesmo. 

Arrumou seus lindos cabelos, que outrora eram tão brilhantes e vivos, mas agora estavam opacos. Beijou os lábios que tanto amava e chorou, porque nunca mais poderia fazer isso novamente. Caiu sentado na cama e a tomou para si, desesperado, querendo um último abraço, um último carinho, um último olhar. Mas, não teria nada disso e a culpa era sua, sempre seria sua e não havia nada que pudesse fazer para amenizar essa dor que lhe rasgava a alma e partia ao meio seu coração. Gritou, com todas as suas forças, aos céus. Queria ter ido no lugar dela. Tinha que ter ido em seu lugar. Ele merecia, não ela. Nunca ela. 



_Edie? 



Sua irmã o chamou da porta, mas ele não se virou. Estava sentado na cama, com as pernas cruzadas, e sua amada acolhida em seu colo. Ele a balançava para frente e para trás, como se fosse um bebê. Seu pequeno bebê. Seu anjo lindo, que veio para lhe fazer sentir mais do que apenas frieza e solidão por sua existência sem sentido. Ele ouviu a porta se fechar e sua irmã ir embora. Ele continuou a embalar ela em seu sono eterno. Lembrou das brincadeiras entre os dois. Lembrou das noites mal dormidas e dos corpos cansados e saciados dos dois, depois de fazerem amor de forma tão intensa. Lembrou de como adorava vê-la se arrumar. Eram tão simples as coisas que ela fazia, não precisava muito para que ficasse linda. 



_Edward? 



Jacob chamou, mas ele não respondeu e continuou de costas para a porta. Sabia que todos estavam tristes e chorosos, mas ninguém estava sentindo sua dor. Sua dor era maior do que a de todos e ele não queria falar ou dividir seus últimos momentos com ninguém. Assim que seu corpo fosse depositado na terra fria, ele a seguiria. Sabia que o céu não lhe acolheria, mas preferia o inferno do que viver sem ela. A morte era aceitável, viver uma vida sem ela não. A porta foi fechada mais uma vez e ele não se mexeu. 

o dia deu lugar à noite, mas ele não se mexeu, não saiu de sua posição. Sabia que teria que deixar os outros a verem, sabia que teriam que preparar o corpo para o velório e sepultamento, mas não conseguia se forçar a deixar que os outros fizessem o que tinha que ser feito. 



_Papai? 



Ele chorou ao ouvir a voz de sua garotinha na porta. Seus ombros tremeram, enquanto ele tentava segurar as lágrimas. Sua filha entrou no quarto, ao lado de seu irmão e foram para ele, que depositou sua amada calmamente na cama e envolveu seus pequenos em um abraço tão doloroso, que lhe feriu a alma muito mais do que já estava. Ele foi o responsável por eles ficarem sem mãe. 



_Porque mamãe não acorda? - Alex sussurou e Edward gemeu de dor por ter feito isso aos seus pequenos. 



_Ela está dormindo demais, num tá papai? - sua filha falou, alisando o rosto pálido da mamãe. 



Edward saiu da cama com eles nos braços e sentou na cadeira em frente à lareira. 



_Preciso falar algo para vocês, meus filhos. 



Eles assentiram e ficaram esperando. Edward ouviu a porta se abrir e sentiu todos lá, esperando a chance de vê-la pela última vez. Sentiu dor em cada um deles, dor pela perda dela, e ele se culpou mais uma vez por ter sido o causador disso. 



_A mamãe não vai mais acordar? - Alex falou e seus olhos se encheram d'água quando ele assentiu, afirmando o que seu pequeno tinha perguntado. 



_Ela vai dormir para sempre então? - Nessie falou com sua vozinha de bebê, chorando agarrada a ele. Seu pequeno corpo tremia e ele caiu em um choro profundo, abraçando seus filhos. 

Deus, era tão difícil isso! 



Se ergueu e foi para seu quarto, levando seus pequenos com ele. 



_Edie, temos que preparar o corpo e... 



_Amanhã. 



_Ela morreu hoje de manhã, já é noite e... 



_Amanhã, Rose. Deixe que minha esposa repouse aqui antes de ser jogada na terra fria e deixe-me me despedir melhor antes de segui-la. 



Todos prenderam a respiração, porque sabiam muito bem o que isso significava. Ele se mataria. Rose tentou falar, mas a porta foi batida com força, finalizando os argumentos de todos. 



******** 



Acordei com o coração aos pulos. Estava com sede e... Com dor... Olhei em volta, à procura de meus filhos, em modo automatico. Sempre fazia isso. Eu não vi minha pequena filha em parte alguma. Busquei-a em minha mente e a achei conversando com a mamãe. Pulei da cama e corri para a torre, desesperado. Não queria que minha filha ficasse sozinha com o corpo de Bella. Quem sabe que traumas ficariam em sua pequena mente de bebê. Todos saíram de seus quartos atordoados, enquanto eu corria para a torre, minha ansiedade, sem motivo aparente, transformando rapidamente minhas feições. Meu coração aos pulos, com uma sensação tão conhecida, que eu não sabia como explicar. Eu só sentia que deveria ir lá rápido. Queria rir e não sabia o porquê. Todos atrás de mim experimentavam a mesma sensação. De repente, parei em frente à porta da torre. 

E ouvi. 

O riso de minha amada esposa, junto com o de minha filha. Eu me peguei rindo sozinho e sendo acompanhado por todos. Olhei para trás e meu filho estava olhando para mim, sem entender nada. 



_Papai? - Eu o peguei nos braços, enquanto abria a porta devagar. Ouvi um rosnado bem conhecido por mim mesmo, já que fazia isso sempre que sentia perigo perto de minha familia.



E então eu a vi, sentada na cama, com Nessie em seu colo tomando uma mamadeira, enquanto brincava com um brilhante cacho de cabelo de sua mamãe. Ela estava... Linda. Mais do que antes. Seus belos olhos chocolates eram agora um azul quase transparente, muito comum entre aqueles que não nasceram vampiros e, sim, foram transfomados. Ela me sorriu, reconhecendo-me de imediato e mostrando suas presas no processo. Não era um aviso de se afaste, ela apenas estava com fome, por isso elas saíram. Nossa filha sorria, enquanto, deitada no colo da mãe, balançava um pezinho displicentemente, tomando sua mamadeira e enrolando o pequeno dedo nos cachos brilhantes de um marrom avermelhado profundo. 



_Papai! A mamãe acordou! - Alex falou, se esperneando para poder sair de meu braço. No momento em que eu o soltei, meu pequeno correu para a cama e Bella o pegou, o abraçando apertado e beijando seus cabelos. 



_Mamãe. - meu filho sussurrou, chorando agarrado a ela fortemente. 



_Estou aqui, querido. 



_Carinho? 



_Sim? - ela falou, sorrindo para mim. Seus olhos, de repente vermelhos, diziam muito da fome que sentia. Ela tentava a todo custo desviar os olhos das gargantas de nossos filhos e todos entendemos que ela estava em dor e com sede, muita sede. 



_Rose, leve-os para seus aposentos e fique com eles lá até que eu possa ir buscá-los. 



_Claro!



Minha irmã chegou perto e Bella rosnou para ela, mostrando os dentes de forma automática, enquanto apertava nossos filhos junto de si. Rose gargalhou gostosamente, levando todos a rirem com ela. - Calma aí, cunhadinha, eu só vou cuidar deles, enquanto você... Janta. Está bem? 


_Está... - Minha amada falou desconfiada e, quando Rose chegou mais perto, Bella quis mordê-la. Rapidamente minha irmã se afastou, olhando para ela com a sobrancelha arqueada. 

Minha Bella corou de vergonha. 

_Vá tirá-los dela meu irmão, ou eu vou acabar perdendo a mão. 



Eu estava sorrindo, quando os tirei de seus braços e Bella mordeu os lábios para não rosnar para mim. Todos saíram do quarto, menos Jacob, que permaneceu lá, parado ao lado da porta. 



_Vá embora, Jack. Eu vou alimentar minha esposa e isso não é uma cena que você deva ver. - eu falei, despindo a camisa e flexionando meus músculos. Estava dolorido e os cortes que Thirran tinha me feito ainda doíam. Eu tinha perdido muito sangue e estava fraco, mas tinha que alimentá-la para fechar o elo e transformá-la de vez. 



_Não. - O lobo falou, cruzando os braços no peito. 



_Não? - Eu o olhei, incrédulo_ Você está me desafiando, seu moleque? 



_Eu sei o que vai acontecer aqui e você não está com tanta força assim. Ela vai acabar te matando. 



_Edward? 



Eu olhei para cama e vi ela engolir com dificuldade, a sede aumentando ao ponto de se tornar incontrolável. Se não se alimentasse imediatamente, sentiria dores como aguilhões lhe perfurando o estômago e o cérebro. Jacob correu para ela, quando eu a peguei nos braços e a levei em direção ao meu pescoço. Ele a tirou de mim e rosnei enraivecido, andando em sua direção. Jacob deu alguns passos para trás.



_Ela é como minha irmã Edward, eu quero ajudar. – Ele falou, segurando Bella nos braços, a levando para longe de mim. A maldição tinha se quebrado. Pensei que tinha-a perdido e, quando a vi com nossa filha nos braços e rindo, eu suspirei em alívio, mas estava fraco. Tinha perdido muito sangue, não podia dar a ela o sangue suficiente para que se transformasse por completo. Sim, ela me mataria se se alimentasse, tomando o sangue que precisava de mim.



Com um duro assentimento, eu dei minha permissão. Jacob a colocou no chão, a segurando firmemente pela cintura. Rasgou a camisa, tensionando os músculos. Fez sua unha crescer e rasgou seu músculo peitoral esquerdo, fazendo o sangue fluir como um rio.



Bella ofegou e cambaleou para frente, serpenteando pelo corpo do lobo, fazendo com que eu grunhisse de ciúme. Ela não fazia por querer, não tinha controle sobre seus instintos.



A pressão dos lábios sobre sua pele enviava chamas de fogo à coluna do lobo. Eu sabia como isso era doloroso, ela era forte. As presas roçaram, pressionaram e logo entraram. Minha Bella se alimentou, cravando fundo as presas no peito de Jacob e ele chiou os dentes de dor, mas aguentou firme. 

Eu senti o momento exato em que a besta saltou à vida dentro dela. Cada músculo em seu corpo se esticou e sua mente se abriu para mim. Bella queria o controle. 



Jacob deixou cair a cabeça contra a parede. —Ela é forte. - O lobo falou, arquejando de dor. Era difícil para um lobo aguentar a mordida de um vampiro. 



_ Eu sei muito bem que ela o é. - Sacudi a cabeça, tentando clarear meus pensamentos, não querendo que o ciúme regesse meus instintos. O desejo aumentava com cada lambida da língua dela em sua pele, cada quente sucção no peito de Jacob me deixava doente de ciúmes e pronto para rasgar o inferno para fora dele. Ela se esfregou nele inconscientemente. 



—Não deste modo. - Eu grunhi arrancando-a de cima do lobo, a fazendo entrelaçar as pernas em meus quadris. Ela não foderia com ele. _Pode ir Jacob, eu tomo conta agora. 



_Você está fraco 

_Eu aguentarei. 

_Edward... 

_Vá. Cuide dos meus filhos, voltaremos logo. 



Jacob fez uma reverência e se retirou da torre, seu corpo se curando automaticamente. 



Ela rasgou minhas roupas, inconsciente do que estava fazendo. Eu rasguei as suas, porque minha necessidade crua por ela era demasiado grande para resistir, para se quer aguentar alguma capa de roupa entre nós. 



_Aqui amor, se alimente de mim. 



Ela grunhiu e se esfregou em meu corpo, fazendo meu membro esticar ao máximo, a dor em meu corpo rivalizando com a demanda em possuí-la, marcá-la como minha. 



Pela eternidade. 



Eu apertei a boca de Bella contra a carne do meu pescoço, antes de puxar suas coxas, para abri-las mais e empurrá-la para baixo, sobre meu eixo. Senti o quente raio de euforia disparar-se, enquanto nos conectava intimamente, meu pau bem embalado dentro dela. A dentada de minha Bella se tornou mais faminta, demandando, rompendo qualquer resistência, enquanto começava a balançar o corpo violentamente contra o meu. Não ia dar a ninguém isso, deixaria que cada pulso dos quadris o atraísse para a finalização. Bella podia ter o que quisesse de mim, meu sangue, minha semente, minha vida. 



—Amor... 



Ela grunhiu, se afundando mais em meu pescoço, enquanto me montava forte. Eu joguei minha cabeça para trás, sorrindo, enquanto sentia o clímax se aproximar rapidamente. Alisei seus cabelos, os colocando atrás da orelha para poder ver melhor seu rosto no ângulo em que estava. 



—Soa como um gatinho que mordeu mais do que pode mastigar, neném. 



Ela não me respondeu, não podia. Estava tão concentrada em se alimentar e em montar-me, que nada mais lhe importava. Eu beijei sua cabeça, cheirando sua essencia única e segurei sua mandíbula com cuidado, forçando seus dentes a se desprenderem de meu pescoço. 



—Bella. Sou eu, bebê. Venha aqui, eu te darei tudo o que desejar. - Falei empurrando mais devagar e lhe acariciando os seios intumecidos. 

O mais leve relaxamento nos músculos da mandíbula foi o sinal que tinha estado esperando. 



Roçando sua orelha com os lábios, murmurei 



—Lembra-se de mim, meu bem? — Apertei-me contra ela, rebatendo o movimento de seus quadris com os meus próprios, seduzindo-a com minha mente e meu corpo._Estou preparado para cavalgar sempre que você estiver. 



Ela soltou meu pescoço, os braços indo ao redor dos meus ombros. O suave gemido de meu nome foi como um tiro de prazer em meu ventre. 

Ela me segurou, espremendo-me, enquanto buscava seu prazer. 



Inferno, ela era forte! 



—Venha aqui, meu bem. 



Eu soltei suas mãos de meus ombros, desenterrando as unhas que tinham ido fundo em minha carne, e nos deitei no chão frio da torre. 



_Assim amor, bem assim, mexa-se comigo querida. Quero sentir você me segurando, enquanto eu me derramo dentro de você. 



Nos movimentamos juntos, os olhos nublados de paixão e êxtase, indo em direção do cume do prazer tão desesperadamente buscado por ambos. A culminação do ato foi poderosa. Bella arqueaou as costas, se desprendendo totalmente do chão, quando alcançou seu climax. Eu observei, maravilhado, como ela, aos poucos, voltava ao normal, fixando-me o olhar. Um sorriso preguiçoso de reconhecimento se espalhou por seus lábios e eu os capturei, pois não conseguia ficar longe. 



— Eu amo você. - Ela sussurrou em meus braços. 



— E eu amo você, moça. 





Na manhã seguinte, eles receberam a visita de Enna e Alexei, para dar o relatório de como andava as coisas no andar de baixo . Eles falaram que seus filhos estavam bem, um pouco saudosos, na verdade. Mas daria para esperar até amanhã, quando ela estaria bem mais alimentada e forte para não sucumbir à necessidade de se alimentar das crianças ou do seu pai. Assim que os vampiros foram embora, deixando várias bolsas de sangue, eles voltaram para onde tinham parado. Edward tinha decidido que eles iriam para a cama, porque o chão de pedra estava começando a irritar suas costas 

Bella arrumou a comida na mesa, o sangue nas taças, e se dirigiu para a cama. Se deitou, suspirando de prazer, quando sua cabeça bateu no almofadão de veludo. 



_Terei de procurar um esconderijo só nosso. Preciso de um lugar para te ter selvagem e indomada novamente, sem que tenhamos platéia. 



_Posso ficar selvagem e indomada em qualquer lugar e a qualquer hora que eu queira. 



_Eu acho que não. - Ele fechou os olhos e a puxou para cima de si. 



—Posso sim, a outra noite não te convenceu? - Ela falou, lhe encarando, mas ele continuava de olhos fechados. Mesmo assim, respondeu. 



—A outra noite estava bêbada. - Ele entreabriu a pálpebra esquerda para lhe mirar um olhar e ver sua reação. 



—Inferno se o estava! 



Bella resmungou e voltou seu olhar para o peito musculoso de seu amado, olhando como seu dedo criava desenhos no pêlo de seu peito. Edward cavou-lhe o traseiro com a palma da mão, sorrindo, quando ela se curvou mais apertadamente contra ele. A coxa dela subiu pela sua em um doce convite. 



—Não estava? 



—Não. 



_Creio que eu lhe embriaguei com meu poder de sedução. 



Ela lhe olhou cética. O puxão que lhe deu no cabelo doeu. 



—Bem, então... Caramba, isso dói! - Ele falou, rindo, enquando desembaraçava seus dedos de seus cabelos, mas eles não se moveram. Ela era forte agora, ele não sairia ganhando tão fácil assim. 



_Responda-me, Edward. Eu não estava bêbada. Era você quem estava perdido no prazer que eu estava lhe dando. 



Ele lhe olhou e sorriu com picardia. 



_Só tenho uma resposta para lhe dar sobre ontem. Uauh! 



—Estarei de acordo com esse uauh. 



O sorriso lhe chegou surpreendentemente fácil. Era tão fácil esquecer as horas de angústia passadas, achando que ela estava morta. Ele descreveu círculos em sua coluna, enquanto mirava o teto abobadado da torre. O fogo ardia na lareira, tornando tudo acolhedor e prazeroso. 



_Edward? 

_Sim amor? 

_Como... Como foi que eu me transformei? Eu me lembro de não ter conseguido beber seu sangue lá na cabana. 

Ele lhe olhou e sorriu, alisando seus lábios e os tirando da prisão dos seus dentes afiados. 

_Você tinha bebido de mim quando fizemos amor de manhã. Eu acho que, na minha dor, eu esqueci desse fato. 

_Mas eu não bebi muito. 

_Você vinha se alimentando de mim nos últimos dias, com regularidade. Seu corpo já estava se preparando para a mudança. Só precisou morrer e bam, virou uma linda vampira. 

_Quer dizer que o fator principal para minha mudança foi eu me alimentar de você constantemente. Se assim não fosse, a essas horas, eu estaria... 

_Não quero falar disso, não quero sequer pensar nessa hipótese. 



Ele falou, lhe estreitando nos braços e beijando sua cabeça. 



_Eu quase enlouqueci, Bella. Não quero nunca mais passar por uma experiência dessas. Nunca. 



_Não vai, Thirram está morto e tudo voltou ao normal. 



_Sim, tudo voltou ao normal. Eu te amo tanto Bella, tanto que, às vezes, chega a doer. 



_Idem.





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N/B: OMGGGGGGG!!! 

Primeiro de tudo, que frase foi essa Edward??! “Creio que eu lhe embriaguei com meu poder de sedução.”??? Na boa, porquê que não aparece ninguém pra me embriagar dessa forma?? Muita falta de sorte a minha, fato!! 



Depois, que capítulo foi esse gente??? M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!!! Pra dizer o mínimo. Mas também, quem tá escrevendo é a Milly e ela é sinônimo de qualidade, por isso nada de se espantar!! 

Sério, amei!! Ainda bem que tudo acabou bem. 

Finalmente, não posso deixar de sublinhar que adoro o Jacob desta estória, ele é parceiro mesmo e está se sacrificando pelos amigos sempre. Quem dera existissem pessoas assim no mundo de hoje!! Milly querida, como sempre arrasando!! Parabéns!!

5 comentários:

  1. Oi Milly sabe que já li essa estória e foi por causa dela que me tornei sua fã. Esse capítulo é maravilhoso, que amor lindo,fiquei embriagada por esse Edward sedutor.

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  2. Ain, capítulo foi perfeito Milly ><
    eles são lindos juntos, e eu não sei como a Bella ficou mas eu me Embreaguei com o Edward sedutor >< kkkkkk~

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  3. PERFEIÇÃO DEFINE ESSA FIC,MARAVILHOSA

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  4. Fiquei com um medo danada da Bella ter morrido !!!!! Mas claro que a Milly não faria uma coisa dessas com a nossa heroína né ? kkkkk

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